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Comunidade Afro em Ação

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Carta do I Congresso Internacional de Direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais: Afirmação dos Direitos Humanos – parte 01

Os Povos e Comunidades Tradicionais, Movimentos Sociais, Pesquisadores (nacionais e internacionais), Operadores do Direito, Gestores Nacionais, Organismos Internacionais e Sociedade Civil reunidos/as no I Congresso Internacional de Direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais, na cidade do Salvador, Bahia-Brasil, nos dias 10, 11, 12 de maio de 2012, aprovam a seguinte Carta:

  • Considerando a importância da ênfase na cooperação internacional, na promoção e proteção dos direitos humanos;
  • Considerando as Convenções, Tratados e acordos internacionais de que o Brasil é signatário, envolvendo a proteção de direitos dos povos e comunidades tradicionais, direitos humanos, direitos civis, políticos, sociais, econômicos, culturais e ambientais;
  • Considerando a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre os povos indígenas e tribais, ratificada pelo Brasil em 2002 e em vigor desde julho de 2003, através da qual, buscando garantir a efetiva participação dos povos indígenas e tribais na tomada de decisões, os países signatários se comprometem a consultar os povos interessados quando forem previstas medidas legislativas ou administrativas que os afetem diretamente;
  • Considerando a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, cujo texto figura à continuação, como ideal comum que deve ser perseguido em um espírito de solidariedade e de respeito mútuo, conforme o art. 1 “Os indígenas têm direito, a título coletivo ou individual, ao pleno desfrute de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais reconhecidos pela Carta das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o direito internacional dos direitos humanos”;
  • Considerando que a Declaração e o Programa de Ação de Durban, subscritos pelo Brasil, têm como objetivo a eliminação de todas as formas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata;
  • Considerando a Constituição Federal de 1988, que tornou crime os atos de racismo e em seu art. 3° constituiu como objetivos fundamentais promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer formas de discriminação;
  • Considerando o art. 231 da Constituição Federal de 1988, que reconhece aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, e o art. 232, que estabelece que “os índios, suas comunidades e organizações são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses”;
  • Considerando o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, onde se dispõe que os remanescentes das comunidades quilombolas que estejam ocupando suas terras tenham reconhecida a propriedade definitiva destas, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos;
  • Considerando que a diversidade cultural é um valioso elemento para o avanço e bem-estar da humanidade como um todo, e que deve ser valorizada, desfrutada, genuinamente aceita e adotada como característica permanente de enriquecimento de nossas sociedades;
  • Considerando a necessidade de consolidar os avanços na luta pela superação das desigualdades raciais no Brasil, por meio de ações afirmativas;
  • Considerando a relevância do Decreto 6.040, de 07 de fevereiro de 2007, que institui Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável para os Povos e Comunidades Tradicionais;
  • Considerando que os Povos e Comunidades Tradicionais são grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição;
    • Considerando que os Territórios Tradicionais são espaços necessários à reprodução cultural, social e econômica dos povos e comunidades tradicionais, sejam eles utilizados de forma permanente ou temporária, observado, no que diz respeito aos povos indígenas e quilombolas, respectivamente, o que dispõem os artigos 231 da Constituição e 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e demais regulamentações;
    • Considerando a relevância do Decreto 4.887, de 2003, que regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos de que trata o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias;
    • Considerando a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, destinado a garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica;

Fonte:- Combate ao Racismo Ambiental  – http://revistaafricas.com.br/archives/81567

Axé para todos!!!   Igualdade Racial É Pra Valer!!!

  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: 22 de maio de 2012 às 11:25
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Cantores e Bandas | Samba Chic

 
 

A banda Samba Chic tem influências de groove, jazz e samba soul, é formada por quatro músicos com trajetórias e formações distintas, tendo em comum a admiração pelo samba e samba rock, se uniram em 2011 para finalmente entrar para o cenário do samba rock e groove brasileiro.

Foto divulgação
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João Marcos (violão e voz), Lilo Oro (bateria), Adriano Henrique (baixo) e Caio Santos (teclados), apresentam um repertório inspirado nos grandes mestres, como Jorge Ben, Tim Maia, Wilson Simonal, Banda Black Rio, passando também por contemporâneos do gênero, como Seu Jorge, Ed Motta, Clube do Balanço, Funk Como Le Gusta entre outros.

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Um som para ouvir, curtir e levar para uma viagem musical imperdível. Groove de funk e swing de samba rock para fazer o público riscar o salão.

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Banda Samba Chic – Zamba Ben

 

Mais informações
bandasambachic.blogspot.com.br

Samba Rock Na Veia
Arte, lazer e cultura com a levada do samba rock.


Fonte: Samba Rock Na Veia – RSS - http://revistaafricas.com.br/archives/81137

Axé para todos!!!   Iguladade Racial É Pra Valer!!!

  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: 21 de maio de 2012 às 12:33
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Assessor participa de Reunião do Gabinete de Integrada Municipal

                                                                                                                                                                                                                                                                                        

Educador Carlos da Sasc, Profº Ademir e Secretária de Cultura Flor Duarte durante a apresentação da Palestra.

O Profº Ademir, participou na sexta-feira passada dia 18/05/12 às 09 h 00 na sala de Reuniões do Prefeito da Reunião do Gabinete de Integrada Municipal – GGI-M com a seguinte pauta:- Solicitação de Operação da AIFU na região central da cidade de Maringá; Informações sobre as doações de armas de fogo da Polícia Militar do Paraná para a Guarda Municipal de Maringá; Ações voltadas ao atendimento dos dependentes químicos através das ações públicas- tratamento, recuperação e reabilitação; Informações sobre as armas não letais – Taisers e Assuntos gerais.

O Profº Ademir fez uma explanação sobre os trabalhos da Assessoria de Promoção da Igualdade Racial de Maringá e também da Palestra que irá apresentar na próxima reunião do GGI-M cujo tema é Discriminação Racial no Brasil e relatamos que esta palestra está sendo ministrada para os efetivos da Polícia Militar  do Paraná através do 4º Batalhão da Polícia Militar de Maringá e estamos em entendimento para darmos a mesma para o Tiro de Guerra, Policias Militares do Paraná tais como:- Rodoviária, Florestal, etc… de Maringá.

Salientamos ainda que se alguma entidade tiver interesse por esta Palestra entre em contato com o Profº Ademir pelo fone- 44- 3901-2244  Cel. 44-8815-7359.

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: 20 de maio de 2012 às 13:01
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Sobre a Herança da Branquitude e as Cotas

Por Alex Castro

“A História ainda é uma bola de ferro que os descendentes dos escravos arrastam pelos tornozelos. Os efeitos nocivos da escravidão continuam afetando os bisnetos de suas vítimas diretas.

Eu (n.1974) cursei o ensino fundamental no Colégio Santo Agostinho, o médio na Escola Americana do Rio de Janeiro e, depois, História no IFCS/UFRJ (’99) porque meu pai cresceu em Botafogo, fez o ensino médio no Colégio Andrews e se formou bacharel em Economia (’70) pela mesma UFRJ.

Meu pai (n.1946) estudou na UFRJ porque meu avô estudou engenharia no Instituto Eletrotécnico de Itajubá, atual Universidade Federal de Itajubá (’38) e trabalhou durante muitos anos para a Chesf (Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco), inclusive nas obras do Complexo Hidrelétrico de Paulo Afonso.

Meu avô (n.1909) foi engenheiro porque meu bisavô (n.1876) saiu do Mato Grosso (onde seu pai, veterano do Paraguai, estava servindo desde a guerra) pra estudar no Colégio Militar do Rio de Janeiro, onde foi comandante-aluno de 1897, depois formando-se engenheiro militar, participando do episódio dos 18 de Forte e reformando-se coronel.

Em 1888, com 12 anos de idade, meu bisavô estudava na capital do Império, em um dos melhores colégios públicos do país, com bolsa integral, soldo e emprego garantido após a formatura.

Se, ao invés disso, nesse mesmo ano, ele tivesse sido libertado (leia-se posto pra fora de casa) com a roupa do corpo, analfabeto e despreparado, sem conhecer pai e mãe, desprovido de qualquer poupança ou bens*, teriam seus descendentes estudado nas melhores escolas e universidades do país e feito parte da elite brasileira?

Sem esse capital socio-econômico e cultural acumulado pelo meu bisavô em 1888 (para não irmos mais longe), onde teria ido parar a cadeia de acontecimentos que desembocou na minha vida? Estaria eu, nesse momento, sadio e medindo 1,80m, cursando um doutorado em Nova Orleans e escrevendo essas linhas? Dentre minhas realizações, quantas são exclusivamente por mérito meu e quantas são consequência direta da vida privilegiada que eu e meus antepassados levamos? Que tipo de dívida EU tenho com as pessoas que não tiveram tanta sorte? Será ético simplesmente dizer “sorte minha, azar deles, e foda-se, hoje já nivelou tudo e no vestibular todos têm chances iguais”?

Dado que os efeitos nocivos da escravidão ainda se fazem sentir na pele dos descendentes das vítimas, não é tarde demais para serem indenizados pelo Estado.

E as cotas são um bom começo.”

Fonte: Blog da Cidinha - http://revistaafricas.com.br/archives/81569

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: 19 de maio de 2012 às 12:39
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Assessor encontra ex-atleta de Basquete no Gabinete do Prefeito

                                                                                                                                                                                                                                                                                              

Profº de Educação Física José Luiz Menegaldi e Profº Ademir. foto profº Ademir

O Profº Ademir, encontrou ontem dia 17/05/12  (quinta-feira) às 09 h 00 o Profº José Luiz Menegaldi no Gabinete do Prefeito, onde o mesmo tinha uma reunião com o Chefe de Gabinete do Prefeito Walter Guerlles.

O Profº José Luiz Menegaldi foi atleta da Modalidade de Basquetebol, participando da Escolinha de Basquete e também das Equipes de Basquete sendo seu técnico o Profº Ademir nos idos de 80.

Parabéns para o Profº Menegaldi que atuou pelo selecionado da cidade de Maringá e também pelo seu trabalho junto as ATIs do município de Maringá.

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: 18 de maio de 2012 às 18:18
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Assessor Visita a Secretaria de Educação

                                                                                                                                                                                                                                                                                              

Coordenador de Expediente da Seduc Arthur M. Campelo Jr. e Profº Ademir . Foto profº Ademir

      

O Profº Ademir ontem  dia 17/05/12 (quinta-feira) no período da manhã, visitou a Secretaria de Educação de Maringá, onde foi tratar assuntos relacionados ao IX Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnicorracial do Paraná de 2012, cujo tema:- As Relações Etnicorraciais no Trato Pedagógico da Diversidade, Visando uma Escola com Educação Cidadã, que será realizado de 25 à 27 de julho de 2012 na cidade de Maringá, estado do Paraná, Brasil.

Encontramos durante esta visita o amigo de trabalho Arthur Magalhães Campelo Junior que esta lotado na SEDUC.

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: às 17:21
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Assessoria Recebe Visita do Prefeito

                                                                                                                                                                                                                                                                                              

Prefeito Pupin e Assessor Profº Ademir.

 Assessor de Promoção da Igualdade Racial de Maringá Profº Ademir ontem dia 17/05/12 (quinta-feira)  às 10 h 00 recebeu a visita do Prefeito em exercício Roberto Pupin, onde foi apresentado pelo Assessor as atividades desenvolvidas pela APIR e os Projetos para o ano de 2o12.

O Profº Ademir agradece o Prefeito Pupin pela sua visita que realizou na Assessoria de Promoção da Igualdade Racial de Maringá.

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: às 13:54
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Assessor participa de Festa de Confraternização

                                                                                                                                                                                                                                                                                              

Servidora Municipal da Coordenação de Cursos Lúcia, Formanda do Curso Edna,Prefeito Pupin, Estagiária da APIR Mikaela e Servidora da APIR Ivete.

O Profº Ademir, participou ontem dia 17/05/12 (quinta-feira) da Festa de Confraternização dos Formandos do Curso de Gerência Pública, realizado pela Prefeitura de Maríngá, através da Secretaria de Administração e Gerência de Cursos e Treinamento.

 

Parabéns Prefeito licenciado Silvio Barros, Prefeito em exercício Roberto Pupin e a Gerente de Cursos e Treinamento Maria Madalena por esta iniciativa de Capacitação dos Servidores Públicos de Maringá.

 

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: às 13:18
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Unesp debate racismo contra alunos africanos em Araraquara, São Paulo

Frase com contéudo racista pichada no campus da Unesp de Araraquara (Foto: Laís Françoso/G1)

Em abril, grupo de estudantes foi hostilizado com frases ofensivas. Evento discutirá o caso e as relações da África com o Brasil

Do G1 Araraquara e Região

Com o tema “África, racismo e xenofobia”, a Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara (SP) promove um debate sobre o assunto a partir desta quarta-feira (16). O evento reunirá pesquisadores que estudam o continente africano e suas relações com o Brasil.

A mesa de abertura do evento, que segue até a próxima sexta-feira (18), coloca em questão as manifestações de cunho racista contra alunos africanos ocorridas na faculdade, em abril, e denunciadas pela Unesp à Polícia Civil, à Polícia Federal e ao Ministério Público.

Na ocasião, uma pichação em uma parede da faculdade com os dizeres “sem cotas para os animais da África” levou um grupo formado por dez alunos, beneficiados pelo Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G), do Governo Federal, a registrar um boletim de ocorrência sobre o caso. As frases ofensivas geraram manifestações dentro e fora da universidade e o caso ganhou repercussão nacional.

O campus conta com 26 estudantes oriundos da África, sendo 23 na Faculdade de Ciências e Letras, dois no Instituto de Química e um na Faculdade de Ciências Farmacêuticas, que vieram estudar no Brasil por meio de um convênio internacional.

Programação
A mesa-redonda “Intercâmbio estudantil, racismo e xenofobia – a visão dos alunos africanos: depoimentos e reflexões” será realizada nesta quarta-feira, das 9h30 às 13h, e deverá contar com a participação de alunos dos países Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Congo.

O tema prossegue na segunda mesa-redonda, “O racismo e suas facetas no Brasil na visão dos grupos de estudos e pesquisas”, com início às 14h, quando serão apresentadas as análises de pesquisadores do Nupe (Núcleo Negro da Unesp para Pesquisa e Extensão) e do Cladin (Centro de Estudos de Culturas e Línguas Africanas e da Diáspora Negra).

Temas acadêmicos também estarão em pauta, como na mesa “Relação Brasil-África do Séc. XX ao XXI: a universidade e a internacionalização” e nas discussões sobre os intercâmbios e acordos científicos firmados entre o Brasil e os Palop (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa), grupo formado por cinco países lusófonos africanos, ex-colônias de Portugal na África e que obtiveram a independência entre 1973 e 1975 (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe).

Segundo o antropólogo Dagoberto Fonseca, professor da Unesp e coordenador do Cladin, a reunião do Lead, que teria como tema a universidade e a internacionalização da África no século 21, não perderá de vista a questão acadêmica. Ele reforça que, em função do que ocorreu em abril, a coordenação foi obrigada a introduzir uma questão mais política e discutir o racismo. Para ele, não abordar o tema seria fazer de conta que nada aconteceu.

No sábado (19), 1um evento cultural encerrará as atividades, com comidas, músicas e danças típicas africanas e afro-brasileiras, na Chácara Sapucaia, em Araraquara, a partir das 12h.

- http://g1.globo.com/sp/araraquara-regiao/noticia/2012/05/unesp-debate-racismo-contra-alunos-africanos-em-araraquara-sp.html

Fonte: Combate ao Racismo Ambiental - http://revistaafricas.com.br/archives/82288

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: 17 de maio de 2012 às 17:31
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Abolição da Escravatura e as Igrejas Evangélicas

 

 
 
racista-abolicao-escravatura 

Os primeiros protestantes chegaram ao Brasil ainda no período da escravidão. Era um grupo composto principalmente por defensores da escravidão, omissos, e poucos abolicionistas. No Geral os protestantes não tiveram um papel relevante na abolição da escravatura. Conhecer esse passado da Igreja Protestante no Brasil pode nos ajudar a entender a relação da Igreja Evangélica Brasileira com o negro: sua cumplicidade na escravidão, sua omissão no passado e no presente diante do racismo, e seu silêncio no púlpito com a temática negra.

 

Vejamos cinco casos da questão racial no Brasil, de repercussão nacional, que as igrejas evangélicas foram e são omissas:
 
 
Centenário da abolição da escravatura
Em 1988, ano em que se comemorava o centenário da abolição da escravidão no Brasil, as igrejas evangélicas perderam uma grande oportunidade rumo a remissão dos 100 anos de omissão com relação ao povo negro. Os movimentos negros naquela ocasião buscavam uma oportunidade à reflexão, não era um momento festivo. A Igreja Católica lançava a campanha da fraternidade: “Ouvi o clamor deste Povo”, com a temática Negra. Enquanto as igrejas evangélicas repetiram o que fez 100 anos antes na “abolição da escravatura”, mais uma vez omissa, ficando de fora perdendo o seu testemunho cristão e o bonde da historia.

 Questões dos quilombolas

O quilombo constitui questão relevante desde os primeiros focos de resistência dos africanos ao escravismo colonial, e retorna à cena política durante a redemocratização do país. Trata-se, portanto, de uma questão importante na luta dos afrodescendentes. Nos últimos vinte anos os descendentes de africanos organizados em Associações Quilombolas, em todo o território nacional, reivindicam o direito à permanência e ao reconhecimento legal de posse das terras ocupadas e cultivadas para moradia e sustento, bem como o livre exercício de suas práticas, crenças e valores considerados em sua especificidade.
Com exceção da Igreja Anglicana que em uma carta: Igreja Anglicana em defesa dos Quilombolas, em abril de 2009, assinada pelo seu bispo primaz, dirigida ao Supremo Tribunal Federal (STF), contra a Ação de Inconstitucionalidade apresentada pelo DEM (ex-PFL). As demais igrejas continuam totalmente omissas com relação à questão dos quilombolas.
 
Questão da intolerância religiosa
 
Outra questão preocupante é a intolerância religiosa, sobretudo em relação a seguidores de religiões de matriz africana. Um dos casos de maior repercussão foi o que vitimou a yalorixá Gildásia dos Santos, a Mãe Gilda. Sua morte gerou indignação de lideranças de diversas religiões, processo na justiça e, como forma de reconhecimento, a instituição do dia 21 de janeiro como Dia Municipal de Luta contra a Intolerância Religiosa – que depois ganhou também um reconhecimento nacional.
Sabemos que a intolerância religiosa pode resultar em perseguição religiosa e ambas têm sido comuns através da história. A maioria dos grupos religiosos já passou por tal situação numa época ou noutra. Os próprios evangélicos eram chamados de bodes, nova seita. Bíblias eram confiscadas e queimadas na praça das cidades. Muitos tiveram suas casas incendiadas criminosamente, seus bens extraviados, suas vidas vilipendiadas. Essas mesmas igrejas hoje, omissas e até mesmo intolerantes, não podem esquecer que as Igrejas Evangélicas já foram perseguidas pelo ímpeto da intolerância.
 
A maldição do povo negro e africano
 
Dizem que a maldição de Cam está sendo simplesmente cumprida à medida que os negros vivem para servir a outras raças, particularmente aos brancos. George Samuel Antoine, Cônsul do Haiti no Brasil, numa entrevista veiculada pelo SBT, apontou como possível causa do terremoto certa maldição que pesa sobre o povo africano. Ao fazer tão infeliz comentário, o Cônsul não sabia que ainda estava sendo filmado. Na mesma direção o tele-evangelista estadunidense Pat Robertson explica as “desgraças” haitianas como sendo conseqüência de “pactos” ocorridos há duzentos anos entre os haitianos e o demônio. Também o pastor e deputado federal, Marco Feliciano, diz no Twitter que ‘africanos descendem de ancestral amaldiçoado”. O parlamentar, que é pastor e empresário, afirmou que: “Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids. Fome…”
Entretanto, a questão que fica é: de onde vem essa ideia de maldição dos negros? Essas ideias vieram dos missionários, sulistas racistas, que tinham a escravidão como instituída por Deus, para justificar a escravidão, baseando-se em argumentos teológicos de que o povo negro era da descendência de Cam filho de Noé, amaldiçoado para serem escravos dos escravos. O mais triste de tudo isso é que nenhuma denominação protestante ou liderança evangélica se manifestaram diante dessas declarações. Mais uma vez as igrejas são omissas reforçando uma doutrina diabólica aceita por muitos crentes dentro dos seus templos.
 
A questão das cotas
 
A decisão do Supremo sobre cotas marca um momento histórico. A mais alta corte de Justiça do país admitiu não só que existem brasileiros tratados como cidadãos de segunda classe, mas que eles têm direito a um tratamento especial para vencer sua desigualdade. As ações afirmativas ou sistema de cotas é certamente o assunto mais polêmico quando se trata do ingresso ao ensino superior no Brasil. O STF julgou a constitucionalidade das cotas aplicadas na Universidade de Brasília desde 2004: 20% das vagas para “negros e pardos”. O partido Democrata (DEM) tinha acusado a medida de ser anticonstitucional.
Outra vez as igrejas evangélicas ficam de fora de mais uma grande questão do povo negro, omissa e silenciosa. Agindo como na parábola do bom samaritano narrada por Jesus nos evangelhos: passando de largo diante das questões dos negros e negras.
As organizações ecumênicas Cese e Koinonia têm realizado diversas ações referentes às questões dos quilombolas e a intolerância religiosa, mas não falam pelas igrejas evangélicas, são vozes proféticas solidária e solitária que são criticadas por essas igrejas por suas ações na questão racial.
 
Hernani Francisco da Silva – Afrokut

Fonte: Racismo Não! - http://revistaafricas.com.br/archives/81123

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: 16 de maio de 2012 às 18:54
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Em Maio tem Clube da Bossa no União Fraterna

Está marcado para o próximo dia 19 de maio, sábado, a partir das 21h, o baile nostalgia da equipe Clube da Bossa. Além da tradicional discotecagem com muito samba rock e flash back a festa contará ainda com bolo e champagne para comemorar o aniversário do Robson, integrante do Clube.

Flyer divulgação
Flyer divulgação

Valores
Não foram informados

Sociedade União Fraterna
Rua Guaicurus, 27 – Água Branca
A 200 metros do SESC Pompéia
São Paulo – SP

Mais informações
Tels.: 11 3943-4571 – 11 8561-0196

Samba Rock Na Veia
Arte, lazer e cultura com a levada do samba rock.


Fonte: Samba Rock Na Veia – RSS - http://revistaafricas.com.br/archives/80871

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: às 11:41
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Reunião da Comissão Organizadora do 9º Fórum de Educação e Diversidade Étnico-Racial do Paraná

                                                                                                                                                                                                                                                                                              

Comissão Local e Estadual Organizadora do 9º Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial do Paraná

Membros da Comissão Local e Estadual da Organização do IX Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial do Paraná.

O Profº Ademir participou no dia 15/05/12 (terça-feira) às 14 h 00 da Reunião da Comissão Local e Estadual do IX Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial do Paraná na cidade de Maringá com o Tema:- As Relações Étnicorraciais no Trato Pedagógico da Diversidade, Visando Uma Escola com Educação Cidadã, onde foram discutidos sobre a Programação Oficial do Fórum, onde constavam as questões dos Oficineiros, Cerimonial de Abertura, Infraestrutura, Palestrantes, Atividades Culturais, Transportes, Hotéis, Restaurantes, Folders, Cartazes e Divulgação. etc. .

Também  ficou agendada a próxima Reunião para o dia 25/05/12 (sexta-feira)  ás 09 h 00 na sede da APP Sindicato da cidade de Maringá, estado do Paraná.

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: 15 de maio de 2012 às 18:11
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Profº Ademir Participa de Desfile de Maringá

                                                                                                                                                                                                                                                                                                

Centro Cultural Jhamayka durante apresentação do Desfile de Aniversário da cidade de Maringá

Dom Anuar Battisti e Profº Ademir assistindo o desfile de Aniversário de Maringá.

O Profº Ademir participou ontem dia 14/05/12 (segunda-feira) ás 18 h oo do Desfile dos 65 anos da cidade de Maringá, onde contou com as participações de várias entidades e dentre as quais o Centro Cultural Jhamayka, Centro Cultural Sucena, Grupo Anjos da Guarda Bumba Meu Boi e o Grupo de Maracatú do DCE da Uem, onde representaram a Comunidade Negra de Maringá.

As Entidades Afros apresentou para a Comunidade Maringaense, as Ações e Projetos que são desenvolvidas para a Comunidade Afro de Maringá.

Valeu Mestre Chupim do Centro Cultural Sucena, Educadores Paulo Bahia, Osmar, Nicola e Mestre Pinaúna do Centro Cultural Jhamayka e Profº Valdeir do Grupo Anjos da Guarda  do Bumba Meu Boi.

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  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: às 17:32
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O Dia 13 de Maio e a Abolição

Hoje dia 13/05/12 (domingo) conforme a história diz-se que é o dia oficial da Abolição da Escravidão do nosso país Brasil, que para os Afros este Abolição foi uma farsa!!!

Porque no dia 13 de Maio de 1888, quando foi assinada a Lei Áurea que decretava o Fim da Escravidão no Brasil, o Império foi obrigado a acabar com o Escravismo , devido às ações de diversos países do mundo, principalmente a Inglaterra que afundavam os Navios que transportavam Escravizados naquela época para o Brasil.

Para a Comunidade Afro de Maringá, Estado do Paraná e do Brasil essa Abolição foi uma Farsa e o verdadeiro dia para nós é o dia 20 de Novembro de 1689 que foi o dia da Morte do nosso Grande Herói Brasileiro ZÚMBÍ DOS PALMARES.

Axé para ZUMBÍ DOS PALMARES e para a Comunidade Afro Brasileira!!!  E VIVA ZUMBÍ!!!

Igualdade Racial É Pra Valer!!!  Valeu Zumbí!!!

  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: 13 de maio de 2012 às 11:53
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Feliz Dia das Mães

Hoje dia 13/05/12 (domingo) é Comemorado o Dia das Mães!!!  O seu Dia são todos os dias da nossa vida Mamãe!!

Para homenagearmos todas as Mamães do mundo vamos transcrever a Prece pelas Mães:-   Obrigado, ó Deus pela mãe que me deste. Sua presença serena inspira-me confiança; seu serviço constante ensina-me a amar; sua vivência simples desperta-me para fé; seu olhar profundo inspira-me bondade; sua ternura leva-me a acolher; seu semblante tranquilo fala-me do teu rosto materno ó Deus.

Neste dia a ela dedicado, o universo inteiro canta, senhor, as maravilhas que operaste nesta criatura tão bonita, obra prima de tuas mãos. Acompanha, Senhor, minha mãe nas alegrias e nas lágrimas, nos trabalhos e nas preocupações. E, quando suas forças diminuírem e a idade avançar, que eu redobre a minha ternura, para que a solidão não a possa alcançar. Abençoa, ó Deus, a minha mãe. Abençoa também todas as mães.

Fonte:- Arquidiocese de Maringá – Pastoral do Dízimo

Feliz dia Das Mães e que Deus -Oxalá esteja sempre Contigo Mãe. Todos os dias é seu dia Mãe.

Axé para todos!!!   Igualdade Racial É Pra Valer!!!

  • por: Ademir Jesus
  • Postado em: às 11:24
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    comunidadeafroemacao Ademir Felix de Jesus: Profº de Educação Fisica; Atleta de Basquete sendo Várias vezes Campeão dos Jogos Abertos do Paraná e do Campeonato Paranaense de Basquetebol; Lider dos Movimentos: Comunitário; Negro; Sindical e Assessor de Promoção da Igualdade Racial de Maringá. Reside em Maringá há 32 anos, 57 anos de idade, casado e pai de três filhos.

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