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Luiz de Carvalho

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Um ano nas ondas da Pioneira

Leandro Ricardi

Leandro Ricardi no studio da Pioneira FM. (foto do blog Paiçandu Avante)

Até um ano atrás Leandro Ricardi era um blogueiro experimentando fazer rádio. Agora ele é um radialista que tem também um blog.

Nesta semana fez um ano no ar o programa “Show da Manhã”, que Ricardi apresenta de segunda-feira a sábado, das 8 às 11 horas, pela Rádio Comunitária Pioneira FM, de Paiçandu, e neste tempo o programa transformou-se em uma espécie de tribuna popular e principal meio para que os paiçanduenses saibam do que se passa na cidade.

Além das notícias da polícia, política e outros fatos da cidade e região, o “Show da Notícia” tem ainda a participação da população expressando opiniões ou apontando o que há de errado e certo, utilidade pública, divulgação de eventos e diariamente uma entrevista.

Todo o programa é gravado em vídeo e os principais trechos são publicados no blog que Ricardi edita no portal odiario.com.

O ocaso de uma estrela: em cadeira de rodas, atriz passa por necessidades

Considerada uma das mais importantes atrizes do cinema e teatro brasileiros, Norma Bengell hoje só se locomove com a ajuda de uma cadeira de rodas e Norma Bengellpassa por graves problemas financeiros.

Nesta semana ela colocou à venda seu arquivo pessoal – com material importante sobre a história do cinema e do teatro – para conseguir dinheiro para as despesas do dia a dia.

Para tentar ganhar algum dinheiro, a atriz está escrevendo uma autobiografia que pretende lançar ainda neste ano.

Norma foi a atriz que protagonizou o primeiro nu frontal do cinema brasileiro em uma inesquecível cena de “Os Cafajestes”, de 1961, dirigido por Ruy Guerra.

 

Norma Bengell

Norma Bengell na célebre cena de "Os cafajestes"

Politizada, a atriz foi perseguida durante a ditadura militar, acabou presa várias vezes e chegou a ser sequestrada por militares durante a temporada do espetáculo “Cordélia do Brasil”, em São Paulo. Reza a lenda que ela foi banida de uma cidade a pauladas por ser de esquerda.

Antes do acidente que lhe causou problemas na coluna – razão pela qual está em uma cadeira de rodas -, Norma Bengell participou do programa “Toma lá, dá cá”, da TV Globo, ao lado de Adriana Esteves, Miguel Falabella, Mariza Orth, Arlete Salles e outros.

Secretário sai do estado de coma e pode deixar a UTI

Amigos do secretário de Saúde de Paranacity, Silvio Buch, comemoram o fato de ele ter saído do estado de coma depois de quase um mês internado em

Silvio Buch

O secretário Silvio Buch durante um evento. Foto do arquivo da prefeitura

uma UTI.

Vera Lucia Casarin, prima de Silvio, entrou em contato com o blog e explicou que além de sair do coma, o secretário mostra uma recuperação surpreendente. Ele está consciente, orientado e até conversando.

Na terça-feira ele recebeu a visita do prefeito Mario Shideo Yamamoto, que ficou surpreso com o estado de seu secretário.

Silvio Buch procurou atendimento médico há um mês depois de algumas complicações renais, mas por algum motivo seu estado piorou rapidamente e ele entrou em coma. Ele permaneceu um mês em coma na UTI do Hospital Metropolitano, em Sarandi.

De acordo com Vera Lucia, a previsão dos médicos é que Silvio deixe a UTI dentro de cinco dias.

Detran vai melhorar a Ciretran de Sarandi

O diretor-geral do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran), Marcos Traad, esteve na manhã desta quarta-feira na Ciretran de Sarandi e anunciou a liberação de recursos para a reforma do prédio em que está instalada a Ciretran.

De acordo com Traad, deverá ser incluída no Orçamento de 2013 dotação orçamentária para a construção de um novo prédio para o órgão em Sarandi. O projeto será elaborado assim que a prefeitura fizer o repasse de uma área para a construção.

Paiçandu tenta reduzir número de vereadores depois de aumentar contra a vontade do povo

Por seis votos contra um, os vereadores de Paiçandu aprovaram ontem à noite, em primeiro discussão, emenda na Lei Orgânica do Município que possibilitará a criação de um Decreto Legislativo que revogue outro decreto aprovado em setembro do ano passado que aumentou de nove para 13 o número de cadeiras na Câmara a partir da próxima legislatura.

A decisão dos vereadores foi em atendimento a uma proposta do presidente da Casa, Carlos Martins, o Carlos da Creche (PDT), que considera que 13 é um número exagerado para um município como Paiçandu. Segundo ele, o Legislativo sofreu grande desgaste quando, contra a opinião da população, elevou o número de cadeiras, fazendo de Paiçandu o único município da região que aumenta o número de vereadores a partir da eleição deste ano.

O vereador petista Valdir da Fonseca foi o único a votar contra a possibilidade de revogação no aumento do número de cadeiras e justificou que “estão brincando com a inteligência do povo de Paiçandu”. Segundo ele, um político é eleito porque o povo confia em suas ideias, suas posições, mas o que se vê é que a Câmara de Paiçandu “está brincando, mudando de opinião de acordo com interesses eleitoreiros”. Para ele, a maioria aprovou o aumento e agora volta atrás por ser um ano de eleição. “Por que não deram ouvidos ao povo na votação anterior?”, diz ele, lembrando que por várias vezes a população lotou a Câmara para mostrar ser contra o aumento, mas os vereadores não deram ouvidos.

Silvio volta ao estado de coma

O secretário de Saúde de Paranacity, Silvio Buch, saiu do estado de coma no final de semana, mas passou pouco tempo consciente e retornou ao coma.

Silvio está em coma há um mês na UTI do Hospital Metropolitano, em Sarandi.

O secretário de Saúde procurou os médicos devido a um problema renal, mas seu estado piorou depois que já estava no hospital.

Até o momento os médicos ainda não sabem qual é o verdadeiro problema. Na semana passada chegou-se a fazer uma biópsia devido à desconfiança de que o problema poderia ser câncer na medula óssea, mas o exame não confirmou a presença da doença.

Moradores de Sarandi têm ônibus de graça para Maringá

Moradores de Sarandi que trabalham ou estudam em Maringá – ou tinham que fazer a viagem por qualquer outro motivo – viajaram de graça na manhã desta segunda-feira.

O primeiro ônibus apresentou problemas nas catracas e o motorista teve que deixar os passageiros entrarem pela porta dos fundos, não precisando pagar pela passagem. A correria foi tanto que não coube todos que esperavam no ponto.

Chegou o segundo ônibus e o mesmo problema aconteceu.

Os moradores de Sarandi querem que a empresa coloquem ônibus bons no trajeto, mas que de preferência deem um probleminha de vez em quando nas catracas.

  • por: Luiz de Carvalho
  • Postado em: às 9:42
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Alicia, uma maringaense pelo mundo levando ajuda a povos destruídos por tragédias

Nos últimos 20 anos, Alicia Escursell viu o que há de mais degradante no mundo, trabalhando em países destruídos por guerras, terremotos ou tsunamis, e diz que tudo isso a ensinou a ser uma pessoa melhor

Quem vê Alicia Escursell, uma senhora de 64 anos alta e esbelta, cruzar a cidade com passos firmes para ir dar aula de inglês para jovens de baixa renda talvez não imagine que aqueles pés já caminharam por mais de 50 países, quase sempre sobre os escombros deixados por uma guerra, um terremoto ou um tsunami que acabou com milhares de vidas. As cenas que seus olhos já viram deixariam qualquer pessoa estarrecida.

Alicia Escursell

Alicia em um país do Oriente Médio

Nos últimos 40 anos Escursell trabalha como consultora da Organização das Nações Unidas (ONU) e, depois de trabalhar em projetos de desenvolvimento em vários países, passou os últimos 20 anos atuando em países que passaram por algum tipo de catástrofe. Foi assim que chegou ao Haiti quando muitos corpos ainda estavam nos escombros deixados pelo terremoto que matou mais de 200 mil pessoas em 2010, foi assim que esteve na Indonésia, Sri Lanka, Tailândia depois do tsunami que matou mais de 230 mil pessoas em 2004 e assim também esteve no Irã, Iraque, Congo, Angola, Afeganistão, Paquistão, Cabul e outras nações destruídas por guerras.

É claro que, como qualquer pessoa, ela ficou chocada com o que viu, mas estava ali para realizar um trabalho de ajuda humanitária e teve que aprender a viver com a dor alheia. “As equipes da ONU são formadas por pessoas de diferentes países e especializadas em diferentes áreas, que trabalham de forma organizada, com planejamento, com objetivo e estratégia”, diz ela. “Se não for assim, não alcançaremos o resultado esperado”.

Alicia EscursellAlicia é uruguaia nascida em Montevidéu e encontrou nas ações da ONU um meio para realizar o trabalho que pretendia. Em 1974 prestou concurso para uma vaga na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e foi desenvolver um projeto na Universidade Federal do Rio Grande do Sul para a formação de mestres e doutores na área de hidrologia aplicada. A partir daí, foi um trabalho atrás do outro para ONU, passou a trabalhar em diferentes países e, 20 anos depois, com o filho Gabriel já adulto e casado, aceitou atuar em países que passaram por desastres naturais ou guerras. Na maioria dos casos ela foi a CEO ( Chief Executive Officer), uma espécie de gerente da equipe, encarregada da administração financeira e de recursos humanos em projetos que chegavam a 20 milhões de dólares.

Alicia Escursell“Eu não seria a pessoa que sou se não tivesse visto tanto sofrimento e não estivesse envolvida em trabalhos para ajudar aquelas pessoas”, diz ela, citando que viu países em que o povo morria de fome, os serviços de saúde eram precários, com hospitais atendendo pessoas não chão.

Alguns dos trabalhos mais recentes foram à frente de equipes de neutralização de campos minados no continente africano, Afeganistão, Cambodja e Paquistão, onde encontrou muitas pessoas que tinham perdido parentes ou partes do próprio corpo na guerra ou depois dela ao pisarem em minas explosivas escondidas no solo.

“Toda miséria humana que vi me ajudou a crescer como pessoa”, diz ela. Segundo Alicia, o trabalho pela ONU em diferentes países a ensinou a reavaliar os valores e os princípios, a pensar sobre o transitório da vida e a dar valor ao que tem. “Pude ver que os valores materiais podem ser perdidos em instantes”. Como uruguaia de nascimento e brasileira por adoção, ela diz que “nossos países têm muitas coisas para serem feitas, muitas para serem melhoradas, mas em comparação com lugares que vi estamos no paraíso”. Ela diz que fala do que viu quando ouve alguém reclamando de pequenos problemas enfrentados pela população brasileira ou uruguaia.

Alicia diz que viu lugares onde as pessoas tinham perdido tudo – os bens materiais, a família, a dignidade, a liberdade – , mas mesmo assim demonstravam “uma força interior incrível”. Mesmo depois de perderem tudo, “em meio ao sofrimento elas diziam que ‘a gente ainda vai sair desta’”.

 

Alicia Escursell

Com os colegas de trabalho em uma missão para a localização de minas explosivas no Afeganistão. Cada um de um país direferente.

 

“Característica sem igual”

A sala do apartamento em que Alicia Escursell mora, na Zona 4 de Maringá, é uma espécie de museu que permite ao visitante dar a volta ao mundo por

Alicia Escursell - foto: Douglas Marçal

Alicia em seu apartamento, em Maringá, entre lembranças trazidas de mais de 50 países, Foto: Douglas Marçal

meio de objetos que ela trouxe de mais de 50 países em que viveu ou trabalhou. São pequenas obras de arte e artesanato, muitos comprados, a maioria ganhada do povo ou dos colegas de trabalho como forma de reconhecimento pelo trabalho realizado.

Entre os objetos de maior valor sentimental estão prêmios ou lembranças. É o caso de um retângulo maciço, feito em vidro, com um alto contraste do rosto dela no interior, feito com jato de areia, e uma homenagem feita pela ONU no Ano Internacional da Mulher, reconhecendo-a como “a mulher internacional para o Oriente Médio”, com destaque para a frase “Característica sem igual”.

Alicia Escursell escolheu morar em Maringá porque seu filho Gabriel já vivia aqui, onde tem uma construtora. Gostou da cidade e continua à disposição das Nações Unidas para missões em qualquer parte do mundo, porém não quer mais atuar em países que acabam de passar por guerra ou desastre natural. Agora, aos 64 anos, ela acha que merece um pouco de paz e prefere trabalhar com assessoria a projetos de desenvolvimento.

Enquanto o convite não chega, ela não descansa. Como voluntária, está envolvida em projetos de valorização humana, como um do Rotary Club Maringá Norte, que leva ensino do idioma inglês para jovens de famílias de baixa renda. Quando não está ensinando inglês, está trabalhando em um projeto da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, a Adra Brasil, que distribui cestas básicas para famílias pobres no distrito de Floriano e em bairros periféricos de Sarandi.

Altino de Moraes, referência em cirurgia vascular e endovascular

Altino Ono de Moraes

Considerado referência em sua área, o médico maringaense Altino Ono Moraes é convidado para palestras e aulas em outros Estados e outros países


Mudar para Maringá não foi uma escolha pessoal de Altino Ono de Moraes, pois tinha apenas seis anos quando seus pais decidiram trocar Loanda, próxima à divisa com o Mato Grosso do Sul, por Maringá. Mas, todas as outras vezes em que precisou decidir entre Maringá e qualquer outra cidade, não teve dúvidas. Optou pela cidade em que cresceu, fez amigos e considera o melhor lugar para morar.

Foi assim quando terminou a residência médica no Hospital do Servidor Estadual de São Paulo e teve oportunidade e convite para trabalhar em grandes centros, mas preferiu voltar para Maringá, instalar a Clínica de Cirurgia Vascular e contribuir para transformar a cidade na referência médica que é hoje.

O doutor Altino tornou-se referência em cirurgia vascular e endovascular, é convidado para dar cursos em outros Estados e nos próximos dias vai como professor em um encontro internacional da área na Espanha. A clínica em que trabalha com outros dois especialistas é pioneira no uso do laser em cirurgias de varizes, técnica que ele trouxe para Maringá depois de permanecer um mês na conceituada Universidade de Harvard.

A cirurgia vascular e endovascular tem sido cada vez mais procurada por ser minimamente invasiva, ou seja, não há necessidade de cortes para a operação de aneurismas, carótida, aorta e outras. Por meio de cateteres e acompanhamento por vídeo, o cirurgião implanta stents, eliminando problemas em artérias comprometidas.
Infância feliz

Desde pequeno Altino sempre acalentou o sonho de tornar-se médico e sabia que o realizaria. Sua inspiração eram dois tios médicos, que moravam no Rio Grande do Sul, e um médico muito respeitado da cidade em que nasceu, Loanda, o doutor  Hugo Accorsi, com quem teve a oportunidade de trabalhar depois de formado.

O desejo pela Medicina o levou a ser muito estudioso desde cedo, quando estudou no Colégio Santa Cruz, mas isso não o impediu de aproveitar a infância como qualquer outro garoto de sua idade. Filho do casal de pecuaristas Ivo Fabrício de Moraes e Rosa Ono de Moraes, Altino e mais três irmãos cresceram na Zona 4 em uma época em que a cidade era menor e bem mais calma, o que permitia crianças jogar bola em campinhos improvisados ou mesmo na rua e fazer amizades facilmente.

Depois de concluir o Curso de Medicina na Universidade Estadual de Londrina, fez residência no Hospital do Servidor Estadual de São Paulo durante cinco anos, como cirurgião geral e cirurgião vascular.

O médico diz que fez a escolha certa ao decidir-se por Maringá, cidade que ele considera ideal para viver e criar filhos. Além do trabalho em sua clínica, Altino Moraes é cirurgião vascular do Hospital Universitário e professor no Curso de Medicina da Uningá e umas várias vezes por ano viaja para participar de congressos, simpósios e outros eventos de sua área, muitas vezes como professor e palestrante.

 

Prazer nas coisas simples

Mesmo com tantas atividades, o doutor Altino ainda tem tempo para a família, assistir filmes, frequentar academia, participar das atividades do Rotary

Altino Ono de Moraes

Viajar, conhecer lugares e pessoas, um dos prazeres do doutor Altino

Club Cidade Ecológica e encontrar-se com amigos. Uma de suas grandes satisfações é ser ministro da Eucaristia na Igreja do Cristo Ressuscitado, a mesma em que ele foi crismado, fez primeira Comunhão e casou-se com a oftalmologista Deborah Cardner Moraes.

Outro prazer é viajar. Gosta de ir com a família, mas muitas vezes viaja a trabalho e aproveita para conhecer lugares, povos e culturas. Recentemente esteve duas semanas na Itália, vai para a Espanha dar aula em um congresso, tem duas viagens programadas para os Estados Unidos e vai à Nova Zelândia visitar o filho João Fabrício, que está participando de um intercâmbio de estudo.

 

 

Altino Ono de Moraes, Deborah Cardner, Carolina e João Fabrício

Em família: doutor Altino com a mulher, a oftalmologista Deborah Cardner, e os filhos Carolina e João Fabrício

QUEM É O DOUTOR ALTINO

Altino Ono Moraes, 47 anos

Nascido em Loanda, mudou-se para Maringá com 6 anos

Casado com a oftalmologista Deborah Cardner Moraes

Pai de João Fabrício, 17 anos, e Carolina, 9

 

 

FRASE

“Com a qualidade dos profissionais que tem, Maringá não perde para nenhum outro lugar em termos de tecnologia, tratamento e cirurgia vascular”

Altino Moraes


MP quer que Martini devolva R$ 750 mil aos cofres públicos

O promotor público Alexandre Misael, da Comarca de Sarandi, está pedindo a cassação dos direitos políticos do prefeito cassado Milton Martini e do ex-chefe de Gabinete Ailson Donizete de Carvalho, além do ressarcimento de R$ 750 mil aos cofres da prefeitura.

A ação da Promotoria baseia-se em um depoimento prestado por Ailson durante o processo de cassação do mandato de Martini, quando teria tornado público que ele próprio era uma espécie de buscador de dinheiro de uma empresa para o então prefeito.

Guarda de Sarandi passa a trabalhar com armas elétricas

 

Pistola Spark

A Spark, fabricada no Brasil, é uma alternativa brasileira à Pistola Taser

Os guardas municipais de Sarandi, que até agora limitaram sua ação à organização do trânsito e proteção de prédios públicos, a partir desta terça-feira passarão a trabalhar armados com pistolas de choque.

O prefeito Carlos Alberto de Paula Júnior entrega à Guarda Minicipal 18 pistolas que acabam de ser compradas e poderão ser utilizadas em situações em que os guardas precisem imobilizar alguém.

São pistolas Spark, uma alternativa brasileira à famosa taser. A Spark é uma arma elétrica incapacitante, cuja ação dura apenas cinco segundos. Depois desse tempo, ela é automaticamente travada.

Diferente da taser, ela não faz disparos em série, pois isso pode ser fatal. Há algumas semanas, o estudante brasileiro foi morto na Austrália por uma pistola taser.

Além das armas de choque, a Guarda Municipal de Sarandi vai trabalhar armada com pistolas automáticas .380 e cartucheiras calibre 12, que estão sendo licitadas pela prefeitura.

É grave o estado do secretário de Saúde de Paranacity

A população de Paranacity está unida em orações e em uma torcida imensa pela recuperação do secretário municipal de Saúde, Silvio Buch, que encontra-se em estado de coma na UTI do Hospital Metropolitano, em Sarandi.

Há três semanas Silvio está em coma induzido e em todas as vezes que os médicos tentaram retirar a aparelhagem ele ficou muito agitado.

O secretário chegou ao hospital com problemas renais, mas a situação se complicou.

Em Paranacity, seus colegas de trabalho e até os adversários políticos têm feito correntes de oração em prol do restabelecimento de Buch.

Programa da Globo homenageia Tinoco

O programa Globo Rural homenageia neste domingo o cantor Tinoco, morto há uma semana, que ao lado do irmão Tonico formou uma das mais famosas duplas da história da música sertaneja.

O repórter José Hamilton Ribeiro, o jornalista mais premiado do Brasil, fã da dupla, vai ao lugar em que nasceram Tonico e Tinoco e conversa com pessoas que conheceram os dois irmãos desde criança.

Vale lembrar que Zé Hamilton produziu alguns anos atrás para o Globo Rural um dos mais completos programas sobre a história da música sertaneja e tem no seu arquivo material que não acaba mais.

A Páscoa passou, mas na Vila Belmiro a distribuição de chocolate continua.

  • por: Luiz de Carvalho
  • Postado em: 10 de maio de 2012 às 21:48
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Catadora de recicláveis quer ser indenizada por vereador

O vereador Aparecido Regine, o Zebrão, está tendo que defender-se na Justiça de uma ação movida pela catadora de materiais recicláveis Sílvia Moura Guedes.

Três anos atrás, Sílvia descobriu, ao tentar retirar o abono do Programa de Integração Social (PIS), que o número de seu registro foi usado para alguém receber mais de R$ 10 mil da Câmara de Maringá.

Ela tinha trabalhado na campanha para vereador de Zebrão e deve ter sido aí que seus documentos teriam sido usados de um modo que ela não sabia. Ela não sabia que estava registrada em um cargo de confiança na Câmara e que mensalmente eram pagos R$ 2,5 mil, mas esse dinheiro nunca chegou às suas mãos.

Por causa desse salário tão alto ela não conseguia receber o PIS, teve que dar seus pulos e viver de favor dos outros por um bom tempo.

A catadora diz que foi muito prejudicada, ficou depressiva e sem condições de trabalhar para sustentar a família. Por isso ela entrou na Justiça com uma ação pedindo uma indenização de reparação.

Recorde o fato clicando aqui      aqui     e     aqui

Luiz de Carvalho

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