O objetivo de discutir a Lei da Palmada foi atingido na esclarecedora tarde de ontem, durante o debate promovido pelo Diário na Escola, em parceria com o Conselho Tutelar de Maringá -Zona Sul. Foram mais de duas horas de discussão entre os convidados e o público presente. Alguns trechos do debate merecem ser destacados aqui, então vamos lá!
“O conteúdo da lei já está cristalizado na sociedade. Mas a palmada pedagógica garante a formação de adultos trabalhadores, honestos etc? Ou existem outros aspectos que colaboram com esta formação? É bom lembrar que a violência é evidente quando ela é física, mas ela não se resume apenas a isso”.
Ivana Veraldo – Professora doutora do departamento de Fundamentos da Educação da UEM e coordenadora do curso de pedagogia.
“A Inglaterra fez um plebiscito sobre a lei, que foi aceita pela população, mas depois tiveram tantos processos que fizeram outra votação, dessa vez para retir a lei”.
Nilton Tuller – Presidente da Ordem dos Pastores
“Se nos baseássemos apenas na legislação vigente já teríamos a garantia dos direitos das crianças. Essa lei, possivelmente, não dê nenhum efeito negativo, mas pode abrir uma prerrogativa para o estado interceder no foro íntimo”.
Elizeu de Carvalho – Advogado, representante da classe jurídica e ex- conselheiro da OAB.
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Gostei de saber que eventos como esse acontecem na minha cidade natal. Saudade da civilidade de Maringá.
Gostei do que disse a professora Ivana!
SE NÓS NÃO PODEMOS DAR UMA PALMADINHA EM NOSSOS FILFOS PARA EDUCAR-LO PORQUE A POLICE METE O PAU PRA CIMA DELE QUANDO ELES SÃO PEGOS FAZENDO AQUILO QUE NÓS NÃO QUERIAMOS. UMAS PALMADINHAS PODERINHAM EVITAR ISSO.
A lei é ridícula, é só para fingir que os nossos parlamentares estão trabalhando e pensando no bens das crianças. Isso é de uma estupidez tremenda. Criança é feliz e tem seus direitos assegurados quando os pais têm educação, dinheiro e estabilidade emocional para educá-los.