A exposição deste ano sedia o II Encontro de Mulheres que Fazem a Diferença no Agronegócio Brasileiro, no dia 11 de maio, das 13h às 17h30, no Restaurante Central, e deve reunir lideranças, produtoras e especialistas do país para debater formas de ampliar a participação das mulheres no segmento. "É um espaço para a troca de experiência. O evento é enriquecedor e queremos dar continuidade aos debates inciados no ano passado, visando cada vez mais fortalecer nossa participação", diz a presidente da Sociedade Rural de Maringá (SRM), Maria Iraclézia de Araújo.

Entre as palestrantes está a renomada advogada paranaense Samantha Pidena, que atua como consultora jurídica para assuntos ambientais da Frente Parlamentar da Agropecuária no Congresso Nacional, e do Grupo de Trabalho de Tutela Jurídica da Governança Corporativa Sustentável da Comissão Permanente do Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de São Paulo (OAB/SP).

A programação conta, também, com Ana Costa Beber, doutora em Desenvolvimento Rural pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, docente e consultora em Turismo e Hotelaria. Ela deve tratar as possibilidades de atuação para as produtoras rurais. Renata Fergurson, da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo) e Ana Nery Terra Souza, diretora do Sindicato Rural de Maracaju (MS), estão presentes para enriquecer os debates, assim como outras lideranças.

À frente da administração e gestão de propriedades rurais, empresas e entidades de classe, o desenvolvimento das mulheres no agronegócio contribui diretamente para fortalecer o protagonismo da figura feminina em um setor que representa 30% do Produto Interno Bruto (PIB).

Em um quadro muito diferente do passado, cerca de 30% das atividades do agronegócio estão nas mãos das mulheres. Os números de hoje mostram que o universo feminino absorve atividades que, no passado, eram exclusivamente masculinas. Atualmente, a ações que visam promover a participação das mulheres se mostram eficientes. ///VR


Produtoras, executivas e demais profissionais discutem a figura feminina nos cargos de gestão e empoderamento. — IVAN AMORIN/SRM


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