Depois de cerca de 20 anos trabalhando como confeiteiro em uma panificadora de Maringá, Magno Aguinelo Novaes decidiu se preparar para uma profissão que sempre admirou, a de socorrista. Foi pouco mais de um ano de estudo para ele finalmente começar a trabalhar na área. Hoje além de trabalhar no SAMU, Novaes é condutor e socorrista da equipe da Unimed Maringá.

Neste dia 11 de julho é celebrado o Dia Nacional do Socorrista, uma data para lembrar de toda a dedicação e amor de quem escolhe a profissão. Segundo Novaes, o que mais o motiva é ajudar as pessoas nos momentos em que elas estão mais fragilizadas. "A história que mais me marcou foi quando salvamos uma criança de dois anos que havia se afogado em um balde de água. Era um menino que chegou a ter parada cardiorrespiratória. Precisamos fazer massagem cardíaca, aplicar medicamento até que conseguimos reverter a situação", conta.

As equipes de resgate são compostas por um técnico em enfermagem e um condutor socorrista que é quem, além de atuar no atendimento pré-hospitalar, conduz a ambulância. Essas são as Unidades Básicas, mas tem também a equipe avançada, que é formada por mais um enfermeiro e um médico.

De acordo com Novaes, o trabalho dos socorristas começa dentro da ambulância checando todos os itens necessários para os diversos tipos de atendimento. "Antes de sair para uma ocorrência, verificamos todos aparelhos, medicamentos e materiais, afinal, nunca sabemos o que nos espera, por isso, precisamos estar preparados".

O preparo de um socorrista vai muito além da teoria e prática do dia a dia. É preciso também ter muito controle emocional. "Não é fácil lidarmos com algumas situações, mas a rotina vai te preparando aos poucos para separar o lado pessoal do profissional. Em hipótese alguma a emoção pode interferir no atendimento", diz.


OBJETIVO. Magno Aguinelo Novaes decidiu se preparar para uma profissão que sempre admirou, a de socorrista. — DIVULGAÇÃO


Participe e comente