• Sob medida para remake

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A prática é comum em Hollywood. Remakes de filmes europeus que fizeram sucesso e foram bem recebidos pela crítica. Se forem baseados em um best-seller mundial, a adaptação é inevitável. Foi o que aconteceu com a trilogia "Millennium", do sueco Stieg Larsson (1954-2004).


A primeira parte da trilogia teve uma relativa bem sucedida adaptação européia em 2009. O sucesso de "Os Homens que Não Amavam as Mulheres" atiçou os olhos dos produtores de Hollywood. O resultado estreia hoje nos cinemas da cidade: "Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres".

A direção da versão americana ficou a cargo de David Fincher, que dirigiu filmes como "A Rede Social" (2010), "O Curioso Caso de Benjamin Button" (2008), "Zodíaco" (2007), "Clube da Luta" (1999) e "Seven" (1995).

Divulgação

Rooney Mara em "Millennium": Globo de Ouro e indicação ao Oscar

Na corrida pelo Oscar, o filme conquistou cinco indicações, mas apenas uma entre as principais: melhor atriz para Rooney Mara. Ela, porém, não está entre as favoritas na categoria, apesar de também ter sido indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz na categoria drama. As outras indicações do filme foram nas categorias de edição de som, fotografia, montagem e som.


História

O filme começa nos anos 1960, quando Harriet (Moa Garpendal), sobrinha de 16 anos do poderoso empresário sueco Henrik Vanger (Christopher Plummer) desaparece misteriosamente em uma ilha no norte da Suécia. Na época, a polícia não descobriu nenhuma pista sobre o que aconteceu com a jovem Harriet.

Mais de 30 anos depois, Henrik continua procurando o paradeiro de sua sobrinha e está convicto de que ela foi assassinada e de que o criminoso é um membro da família Vanger, pois todos os anos, no dia do aniversário da jovem, ele recebe um presente que o faz se recordar da menina.

Para tentar encontrar o assassino, Henrik contrata Mikael Bomkvist (Daniel Craig), um jornalista investigativo que trabalha na revista Millennium. Bomkvist, que enfrenta um processo por calúnia e difamação, aceita a proposta e começa a trabalhar no caso, com a ajuda de Lisbeth Salander (Rooney Mara), uma investigadora particular incontrolável e anti-social.

O filme teve boas críticas, mas não conquistou uma bilheteria tão grande quanto o esperado nos Estados Unidos. Em cinco semanas em cartaz, arrecadou apenas us$ 95 milhões, pouco mais do que os US$ 90 milhoões estimados do orçamento da produção.


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