Em julho, Maringá registrou resultado positivo na geração de empregos, com saldo de 238 vagas criadas. O desempenho é consequência de 5.334 admissões contra 5.096 demissões. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No entanto, em tempo de crise econômica é preciso adotar estratégias mais certeiras para segurar o emprego, o que se tornou um desafio. Nesse teste, se sai melhor quem produz mais, e com mais qualidade.

Nessa batalha, um conselho é evitar "armadilhas" que roubam tempo. Segundo a coach e consultora organizacional, Sirmey Amaral, a tecnologia, quando mal utilizada, está mesmo no topo da lista. Para se ter ideia, só de acompanhar todo o volume de informações que chegam pelos grupos de Whatsapp, um colaborador pode perder 25 horas ao fim de um mês. Se o aplicativo for usado a trabalho, é preciso praticar o hábito de deixar a curiosidade lado para ver as mensagens sociais só em casa, caso contrário, é melhor deixar o celular de canto (veja no quadro abaixo).

Proatividade

Para a diretora de Gestão de Pessoas da Adecon, consultoria júnior da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Julianne Ferraz Alonso Martins, a proatividade é um fator importante na hora de decidir o empregado que fica e o empregado que será desligado. Os que tomam mais iniciativas, normalmente, são mais produtivos.

"Um exemplo de funcionário proativo é aquele que termina uma tarefa e já procura o superior para realizar outros processos ou atividades", comenta a diretora.

Julianne conta que os colaboradores que têm característica mais proativa também são os mesmos que almejam cargos mais elevados, trabalhando para atingir o objetivo.

Ela ressalta, no entanto, que quem quer se dispor a assumir tarefas ou a propor ideias, deve, igualmente, assumir e concluir as promessas, senão o tiro pode sair pela culatra e os resultados serem exatamente o oposto do esperado.

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