O sucesso profissional é conquistado por etapas. E uma delas é a busca pela formação acadêmica de qualidade. O conhecimento deve sempre ser perseguido por quem almeja prospecções no mercado de trabalho, e escolher o curso superior certo pode ser determinante para isso.

Como dizem os antigos, é sempre bom garantir o canudo. Brincadeiras à parte, os números comprovam que ter ensino superior é muito mais que um diferencial; é, sim, uma exigência do mercado, pelo menos para quem almeja obter melhorias salariais e planejamento de carreira.

Em muitos casos, o piso salarial da categoria do graduado já é uma boa meta para os recém-formados em qualquer área. Mas é possível se pensar de maneira mais global a atual condição do mercado brasileiro quando se pensa em salário-mínimo, que hoje está em R$ 954.

Comparado a este número, convém citar que a média salarial média dos profissionais altamente qualificados está em R$ 4,1 mil no País – rendimento quatro vezes maior que o salário-mínimo vigente.

Quem já está colocado no mercado de trabalho sabe bem que o desafio não se finda com a colação de grau e a tão sonhada vaga de emprego na área onde estudou.

Quem deseja se manter no mercado com boa remuneração deve sempre pensar em uma pós-graduação e MBA's. Para quem foca a carreira na área da licenciatura, hoje em dia um curso de mestrado, doutorado e até pós-doutorado são imprescindíveis.

Após anos de incontestável recessão no País, observou-se um fenômeno interessante: mesmo com a crise, o desemprego atingiu muito mais a classe de pessoas não qualificadas no mercado de trabalho.

Os formados sofreram, sim, com a paralisação de melhorias salariais e até uma disputa mais acirrada pelas vagas oferecidas, no entanto as vagas continuaram chegando nos bancos de empregos.

Não fique para trás

Pode parecer pouco, mas você sabia que 14% dos brasileiros têm ensino superior? Esse número já foi bem menor: até pouco tempo atrás, apenas 2% da população buscava formação acadêmica.

Essa realidade vem mudando drasticamente, principalmente na última década. E pelo menos dois motivos foram determinantes para isso: a facilidade do financiamento estudantil e a autorização de abertura de cursos para o sistema privado de ensino.

Em Maringá, aquele que não busca cursar uma faculdade já está ficando para trás. Pesquisa recente do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem) apontou que 24,7% da população têm ensino superior completo e 5,8% já têm algum tipo de especialização.

O mercado maringaense também responde neste sentido: a área de serviços corresponde a 45,5% dos entrevistados na pesquisa, enquanto o setor do comércio gira em 19,8% e indústria corresponde a 9%.

Na Unifamma, são mais de 20 cursos superiores presenciais oferecidos e cinco cursos a distância. Nas áreas de Ciências Humanas Sociais Aplicadas, Ciências Exatas e Tecnológicas e Ciências Biológicas e da Saúde, o aluno pode escolher os melhores cursos, que contam com um time selecionado de professores que mesclam o ensino, a pesquisa e principalmente o mercado de trabalho.


QUALIFICAÇÃO. 14% dos brasileiros têm curso de graduação. Uma faculdade pode ser só o começo de uma carreira promissora — ABR


Participe e comente