No mercado da Tecnologia da Informação, a terceirização entre empresas (também conhecida como outsourcing) é uma prática presente. Segundo a Gartner, o mercado global do segmento gerou US$ 3,5 bilhões em 2017, confirmando uma tendência que se consolida não apenas no Brasil, mas no mundo todo. É o caso da Capptan, desenvolvedora de aplicativos mobile de Maringá, no noroeste do Paraná, e uma das três melhores empresas do segmento na América Latina segundo a Clutch. A empresa trouxe soluções em um cenário pouco favorável para as empresas de TI, em que as organizações se viam fragilizadas quando o assunto é mobile.

"A baixa oferta de mão de obra capacitada atrelada a pouca experiência das organizações no desenvolvimento de aplicativos colocava empresas em risco perante a clientes exigentes, ao mesmo tempo que a demanda por apps aumentava", explica Paulo Cheles, diretor da Capptan. A forma pioneira com que a empresa se posicionou no mercado empoderou outras empresas no mundo mobile, tornando-a referência no fornecimento de mão de obra especializada para entregas de apps com agilidade e, sobretudo, qualidade.

Por que é vantajoso terceirizar?
O outsourcing de desenvolvimento mobile evita que as empresas se envolvam em tarefas complexas e caras, como criar uma equipe especializada no assunto e lidar com todos os problemas que surgem durante esse processo. Livres de toda essa burocracia, as empresas conseguem manter o desenvolvimento mobile como ativo estratégico em seu portfólio de serviços - uma vez que este mercado está aquecido e em constante expansão.

É o caso da Elotech, desenvolvedora de tecnologia e inteligência em softwares para gestão pública com mais de 30 anos no mercado e atendimento em mais de 300 municípios no Brasil inteiro. A empresa viu na terceirização uma oportunidade para inovar ainda mais em seus softwares e uma saída para desafogar as demandas mobile dos clientes. "A princípio, isso foi um pouco contra o que estávamos acostumados, pois desenvolvemos tudo de ponta a ponta. Porém, foi enriquecedor e acrescentou bastante para a nossa cultura", comemora Marco Andrade, diretor da Elotech.

No caso da Elotech, o trabalho de outsourcing foi além da execução do projeto. Eduardo Gardin, (função) na Elotech, ressalta o amadurecimento da ideia inicial ao entrar em contato com especialistas. "A Capptan sugeriu melhorias para deixar o app com melhor usabilidade e qualidade. No começo do projeto, por exemplo, eram três ou quatro telas. Depois da avaliação da equipe especializada, viraram 21", explica Gardin, que complementa: "esse conhecimento colocou o app em um nível muito superior ao que nós tínhamos pensando inicialmente".

Ganhos imediatos e a longo prazo
Paulo Cheles, da Capptan, calcula uma economia imediata de 40% a 50% nos custos do projeto ao recorrer a profissionais especializados em mobile. "Esse número se torna ainda maior quando a empresa contratante não possui experiência anterior, pois certamente enfrentaria os problemas da imaturidade no segmento de apps", complementa o diretor.

Além da economia e garantia de um serviço executado por profissionais totalmente capacitados, Cheles destaca o poder da parceria entre fornecedores. "Desenvolver inteligência para atuar em conjunto com fornecedores especialistas é um comportamento certeiro para sair na frente e alavancar performance e resultados, colocando organizações em destaque dentro do seu mercado", finaliza.

A terceirização, ou outsourcing, exige uma postura arrojada da empresa, mas atuando com os fornecedores adequados os ganhos são inevitáveis. Com os incentivos do governo, é apenas uma questão de tempo para que essa forma de trabalho se consolide definitivamente no cotidiano das empresas. Quem quiser sair na frente, pode começar agora.



Website: http://capptan.com.br/

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