Os menores atendidos pela Casa do Menor Padre Antonio Caetano Magalhães, de Paulínia (SP), tiveram um dia especial nesta quinta-feira. Eles comemoraram antecipadamente o Dia da Criança, com uma festa especial organizada pela Aspen Distribuidora de Combustíveis, dentro de seu programa de Ação Social, que contou também com a presença de diversos funcionários da empresa. Além de um café da manhã especial, as crianças participaram de uma programação especial de atividades, além de ganharem presentes, como brinquedos e roupas.

A comemoração do Dia da Criança na Casa do Menor Padre Antonio Caetano Magalhães, que atende menores em situação de risco, foi marcada pela alegria das crianças, que tiveram a oportunidade de passar horas especiais com diversas atividades como muitas brincadeiras pintura facial e corporal; maquiagem; cabelo maluco; penteados; unhas artísticas; escultura de balões e chuva de espuma com brincadeiras.

O Programa de Ação Social da Aspen Combustíveis tem a finalidade de auxiliar instituições de Paulínia e cidades da região que atuam com trabalho voltados a crianças. No caso da Casa do Menor Padre Antonio Caetano Magalhães esta foi a primeira iniciativa da empresa junto à entidade, escolhida justamente por desenvolver projetos voltados para o atendimento de crianças que necessitam de amparo e apoio.

Em Paulínia, o abrigamento de menores em situação de risco se iniciou no ano de 1929, sendo pioneiro o fazendeiro Antonio Ferro um dos fundadores da cidade. A atividade foi transformada há 27 anos na ONG Casa do Menor Padre Antonio Caetano Magalhães, localizada na Rua Ositha Sigrist Pongeluppi, 677, no bairro Morumbi, que passou a acolher crianças em situação de riscos por determinação judicial, o número de abrigados é variável de mês a mês, em 2013 foram atendidas 58 crianças.

A Casa do menor tem como missão acolher crianças desamparadas, oferecendo-lhes um lar, garantindo os seus direitos previstos em lei, promovendo a sua reinserção social e a recolocação familiar.

Em média uma criança permanece dois anos abrigada, enquanto se criam condições para o retorno familiar ou para lar substituto. Após o desabrigamento da criança, o Abrigo ainda continua fazendo acompanhamento social durante o 1º ano e informando as autoridades.

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