A manutenção das escadas do edifício deve seguir todas as normas de acessibilidade, conservação e segurança.
O Corpo de Bombeiros faz recomendações para serem usadas em caso de emergência e também orienta os administradores e síndicos quanto aos itens obrigatórios.
No momento da construção do edifício (isso também vale para escadas residenciais) é necessário considerar as normas que determinam a altura, largura e extensão dos degraus, a posição do corrimão, porosidade do revestimento e, no caso das escadas de prédios, a localização das portas corta-fogo, vãos de respiração e luzes de emergência. A inclinação das escadas também precisa ser suficiente para facilitar a escalada e a descida seguras.
¿Muita gente investe na construção por conta e depois vai precisar de um arquiteto para fazer a correção, além disso, vai ser obrigado a quebrar o que está pronto e reconstruir¿, afirma o 1º Tenente do Corpo de Bombeiros de Maringá, Marllon Luiz Pensaki.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) fixou uma norma, a NBR 9077, sobre as condições ideais das edificações para evacuação em caso de incêndio. O texto estabelece as condições ideais das escadas para que as pessoas possam abandonar o prédio sem riscos à integridade física e para permitir o fácil acesso dos bombeiros para o combate ao fogo e a retirada de retardatários.
¿A norma é a principal ferramenta de referência, depois dela, os bombeiros têm o código de prevenção que reforça esses cuidados¿, acrescenta Pensaki.
Uma das novidades em termos de segurança e que serve para escadarias novas ou antigas é o uso da fita anti-derrapante que funciona como um ¿freio de emergência¿.
Uma atenção extra à conservação e a localização dos corrimãos, acesso livre à escada, portas corta-fogo e luzes de emergência funcionando, completam os itens básicos de segurança para o uso de escadas em condomínios.

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