A professora Marta Bellini, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), acusa de difamação um outro professor universitário que estava em uma cafeteria na tarde deste sábado (3) em Maringá.

Xingamentos como "bandida" e "safada", proferidos por um professor se referindo a ela, teriam sido escutados pela filha dela, que também estava na cafeteria nesta tarde. Segundo ela, as acusações podem ser comprovadas por meio de uma gravação que sua filha fez e que será divulgada na íntegra no decorrer da semana.

Marta foi uma das professoras que apoiou o movimento de ocupação da reitoria da UEM organizado por centenas de estudantes. E, segundo ela, sofre perseguição e ameaças de colegas de trabalho por isso. "Alguns professores queriam ir até a reitoria apoiar os alunos mas não foram. Têm medo", dispara.

"A perseguição é sutil: não ser atendidos em solicitações; terem suas vidas comentadas, fofocadas. No ano passado o chefe de gabinete desligou o telefone na minha cara quando eu tentava marcar uma entrevista com o reitor sobre um problema que eu tentava solucionar", comenta ainda Marta, que diz conhecer quem a xingou na cafeteria e revela que pretende processá-lo.


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