A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) alterou nesta segunda, 19, o fluxo de trânsito da Horácio Raccanello, entre as avenidas Herval e Duque de Caxias, para possibilitar a continuidade das obras do novo terminal. Para amenizar o impacto com o avanço das obras na avenida, a Semob garantiu o sentido Herval com a inclusão de agulhas e adaptando o trecho contrário com mão dupla.

O prefeito Ulisses Maia esteve no local acompanhando também as obras do novo terminal. "Esse trecho da Raccanello terá os tapumes porque neste espaço existirá a interligação com o túnel da linha do trem, lembrando que as obras estão em um ritmo acelerado. Se Deus quiser, em julho de 2019, Maringá receberá o novo terminal à altura de sua gente", disse.

O novo terminal integra o programa de mobilidade urbana que reúne também a implantação de corredor de ônibus que liga as regiões norte e sul do município. Do novo terminal até a confluência da avenida Colombo com a avenida Morangueira - onde serão implantados oito pontos de embarque e desembarque de passageiros - o projeto contempla dois terminais de integração, já em construção, nas praças Ouro Preto, Emílio Farjado Espejo e Megumu Tanaka, as duas últimas localizadas na Avenida Kakogawa.

A administração corrige os erros no projeto original que causaram prejuízos ao erário como a interferência das obras do terminal na rede elétrica subterrânea de alimentadores da Copel, já existente no mesmo local, e na sondagem feita por empresa contratada para estudo geológico das características do solo para as fundações, que teria apontado rochas a 18 metros de profundidade quando, na verdade, essa presença ocorre a 33 metros da superfície, o que inviabilizaria a construção da estação para associação ao trem no subsolo. O custo total do novo terminal é estimado em R$ 64 milhões.

Foto: Cary Bertazzoni


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