O Procon de Maringá pediu à Câmara de Vereadores para que faça o levantamento de toda legislação relacionada aos postos de combustíveis, para apurar se há exigências municipais que onerem os estabelecimentos e justifiquem o preço dos produtos. O motivo, segundo o diretor do Procon, Rogério Calazans, é que o preço praticado em Maringá é bem superior ao de outros municípios do estado.

Além de fiscalizar o preço dos produtos, o Procon coletou nos últimos dois meses, amostras de combustíveis em 26 postos, analisadas pelo Laboratório de Análise de Combustível (LAC) da Universidade Estadual de Maringá (UEM). De acordo com o órgão, todas as amostras estavam em conformidade com as especificações da Agência Nacional do Petróleo.


Participe e comente