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16/04/2011 às 02:00 - Atualizado em 16/04/2011 às 02:00
Maringá enfrenta um dilema de onde despejar todo o lixo produzido diariamente. O antigo aterro está interditado de maneira definitiva pela Justiça e a prefeitura tem que fazer uma licitação para recuperar a área.
Hoje, todo o lixo doméstico e o que é coletado pelas equipes de varrição é depositado na cava de uma pedreira.O contrato para o uso desse aterro é provisório.
Entre as soluções discutidas para o lixo de Maringá está a instalação de uma usina termoelétrica. Outra alternativa seria a construção de um aterro regional, mas a opção esbarra na falta de cidades dispostas a abrigar o empreendimento.
Em Sarandi, nos últimos anos, já foram dois protestos. O primeiro contra um possível interesse da empresa que controla o aterro em receber o lixo de Maringá. O segundo, contra a possibilidade se receber o lixo de Paiçandu.
No mês passado, foi a vez de Itambé se livrar da condição de polo regional de resíduos. Metade da população participou de um abaixo-assinado contra a instalação de um aterro de grande porte na cidade, com potencial para receber o lixo de toda a região. Uma liminar na Justiça barrou o empreendimento.
16/04/2011 às 02:00 - Atualizado em 16/04/2011 às 02:00
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