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13/05/2011 às 02:00 - Atualizado em 13/05/2011 às 02:00
Evitar a automedicação. Esta é a recomendação mais comum entre médicos e outros profissionais de saúde a respeito do uso de plantas medicinais e fitoterápicos.
Como todo medicamento, explica o delegado do Conselho Regional de Medicina (CRM), Natal Gianotto, as plantas medicinais precisam ter a indicação comprovada e a quantidade prescrita por um médico.
Ele deixa claro que a classe médica é favorável à utilização das plantas medicinais como tratamento alternativo ou mesmo principal para determinadas doenças e reconhece a importância delas. Mas
aconselha o uso das plantas manipuladas por uma farmácia que possua registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O médico especialista em homeopatia, Benedito Carlos Tel, destaca a importância da dosagem correta de medicamento para evitar reações adversas e até mesmo a intoxicação. Algumas plantas medicinais podem causa complicações. "O boldo-do-chile, por exemplo, causa intoxicação e complicações hepáticas se utilizado em excesso."
Tel também explica a diferença entre fitoterápicos e homeopatia. "Enquanto o primeiro lida com extratos diretos da planta, o segundo extrai compostos químicos dela para diluição. Alguns fitoterápicos podem ser indicados por outros profissionais da saúde, como nutricionistas e farmacêutico; já a homeopatia precisa do aval médico."
13/05/2011 às 02:00 - Atualizado em 13/05/2011 às 02:00
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