Vinte países da União Europeia concordaram em criar uma entidade para investigar e processar pessoas que prejudiquem os interesses financeiros do bloco. O escritório terá sede em Luxemburgo e vai analisar fraudes, podendo realizar sondagens policiais, prender suspeitos e apreender ativos que atravessem fronteiras.

A ministra da Justiça da Estônia, Urmas Reinsalu, disse, ao anunciar a decisão nesta quinta-feira: "mesmo que os criminosos atuem através das fronteiras, agora poderemos garantir que eles sejam julgados pela justiça e que o dinheiro dos contribuintes seja recuperado".

Apenas 20 dos 28 países da UE estão participando, devido à oposição de alguns sobre a renúncia à soberania acerca de certos assuntos de justiça. O escritório estará pronto e em funcionamento dentro de três anos.

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