maringa.odiario.com http://maringa.odiario.com Maringá: Notícias em odiario.com, o maior portal da região pt-brhttp://www.odiario.com/Content/assets/img/logo_150x28.jpgodiario.comhttp://maringa.odiario.com Mundo Eleitores dos EUA querem democratas no controle do Senado em 2018, diz pesquisa mundo/noticia/2447401/eleitores-dos-eua-querem-democratas-no-controle-do-senado-em-2018-diz-pesquisa/ <p>A maioria dos eleitores dos Estados Unidos querem que o Partido Democrata controle o Congresso após as eleições de meio de mandato em 2018, apontou pesquisa do Wall Street Journal/NBC News, divulgada neste domingo, o que deve causar preocupação para o Partido Republicano, que já luta para aprovar reformas na Casa.<br /><br />Questionados sobre qual partido preferem com maioria no Congresso em 2018, 50% dos eleitores apontaram para os democratas, enquanto 39% optaram pelos republicanos. A diferença de 11 pontos é maior do que a vista em igual pesquisa de outubro, quando os democratas lideravam com 7 pontos. Além disso, é a primeira vez desde 2008 que os democratas obtém uma vantagem de dois dígitos ante os republicanos. <br /><br />Ao mesmo tempo, a taxa de aprovação do presidente dos EUA, Donald Trump, subiu três pontos porcentuais na pesquisa de dezembro ante a de outubro, para 41%. Cerca de 56% se mostraram insatisfeitos com o presidente. <br /><br />Os democratas precisam conseguir 24 assentos na Câmara dos Representantes para ter a maioria. No Senado, eles necessitam de mais dois assentos, após o senador do Alabama, Doug Jones, ter sido eleito na semana passada. <br /><br />A pesquisa entrevistou 900 adultos, incluindo 736 eleitores registrados, e foi realizado entre os dias 13 e 15 de dezembro. A margem de erro é de 3,27 pontos porcentuais, para mais ou para menos entre todos os adultos e 3,61% entre os eleitores registrados. Fonte: Dow Jones Newswires.</p> 2017-12-17T13:35:00-03:00 Mundo Principal partido da África do Sul decide hoje sobre nova liderança mundo/noticia/2447396/principal-partido-da-africa-do-sul-decide-hoje-sobre-nova-lideranca/ <p>A votação para escolher o próximo presidente do partido Congresso Nacional Africano (ANC), que domina a Assembleia Nacional da África do Sul, está em andamento neste domingo, após disputas entre políticos da sigla que acabaram postergando a decisão, marcada inicialmente para sábado. <br /><br />O novo líder da ANC deve se tornar provavelmente o próximo presidente da África do Sul, sucedendo Jacob Zuma, enfraquecido por acusações de corrupção. Cerca de 4.700 filiados ao partido participam da votação. Fonte: Associated Press.</p> 2017-12-17T13:15:00-03:00 Mundo Mais da metade dos britânicos não quer o Brexit, aponta pesquisa mundo/noticia/2447398/mais-da-metade-dos-britanicos-nao-quer-o-brexit-aponta-pesquisa/ <p>Mais da metade dos cidadãos do Reino Unido afirmaram apoiar a permanência do país na União Europeia (UE), apontou pesquisa da BMG Research encomendada pelo jornal britânico The Independent, divulgada neste domingo.<br /><br />O resultado mostrou a maior margem de diferença entre os que apoiam a saída do Reino Unido do bloco comum, o chamado Brexit, e os que não apoiam a medida desde o referendo de junho de 2016, no qual a população escolheu pelo divórcio com a UE. <br /><br />Segundo a pesquisa, 51% dos britânicos são a favor de permanecer no bloco comum, enquanto 41% apoiam o Brexit. A última vez que o levantamento do grupo mostrou o lado a favor da permanência à frente do lado da saída foi em fevereiro de 2017.<br /><br />De acordo com Michael Turner, chefe de pesquisa da BMG Research, a mudança a favor da permanência no bloco veio predominantemente de pessoas que não votaram no referendo do Brexit e agora estão mais inclinadas a serem contra a separação com a UE. <br /><br />O levantamento foi realizado com uma amostra de 1.509 pessoas que moram no Reino Unido, entre os dias 5 e 8 de dezembro.</p> 2017-12-17T13:13:00-03:00 Política 'Não torço pela prisão do Lula', afirma Aécio politica/noticia/2447393/nao-torco-pela-prisao-do-lula-afirma-aecio/ <p>O senador Aécio Neves (MG) afirmou também ao Estado que não se pode descartar uma nova candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República. "Depois de um determinado período, em junho, quando as convenções são realizadas, acho difícil impedir uma candidatura presidencial."<br /><br />Já que o sr. descarta disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, para qual cargo pretende concorrer no ano que vem?<br />Não há hipótese da Câmara. Não faria sentido. Existem em Minas manifestações das mais variadas para que eu dispute cargos majoritários. Teremos uma candidatura para ser contraponto ao governo do PT. O caminho natural é o Senado.<br /><br />Será uma eleição sem doação empresarial. Como pretende financiar sua campanha?<br />Defendi que nós deveríamos manter o financiamento empresarial em limites muito mais estreitos do que aqueles que já existiam, com controle maior. Fomos voto vencido. Perdemos aqui com o voto de muita gente que se arrepende um pouco disso. Coube ao Estado financiar as campanhas. É uma nova experiência. Meu sentimento é que após essas eleições nós vamos estar discutindo o retorno do financiamento privado.<br /><br />Por quê? <br />Porque a tendência é cada vez mais você onerar o Estado nesse financiamento. Os recursos que serão destinados nesse ano, pelo que estou percebendo, serão maiores do que aqueles anunciados inicialmente. Esse assunto fatalmente voltará.<br /><br />O financiamento empresarial não é a origem de todos esses casos de corrupção?<br />Não acho que seja o financiamento privado. A questão da corrupção é de caráter e posicionamento pessoal de cada um. O que houve foi uma apropriação de determinadas empresas do processo político. Defendemos limites estreitos. Não podemos ter mais no Brasil o cenário em que uma empresa financia 300 parlamentares e cria vínculos com eles.<br /><br />O sr. foi vaiado na convenção do PSDB. Sentiu um clima hostil por parte de ex-aliados? Chegaram a pedir que não fosse ao evento?<br />Pelo contrário. Eu fui recebido de forma entusiasmada por centenas de militantes do partido, que me homenagearam. Reconhecem o trabalho que eu fiz no PSDB. Se existiram insatisfações, não cheguei a ouví-las. Mas considero natural que possa ter ocorrido, principalmente daqueles que estavam descontentes com a eleição de Geraldo Alckmin, presidente do PSDB. Porque tinham outras preferências. Fiquei feliz de ver o governador Geraldo Alckmin tendo a possibilidade de receber um partido unido. Ele terá o grande desafio de resgatar o DNA reformista do PSDB. O PSDB não pode apoiar as reformas da boca para fora. Não pode ser caudatário da ação de outros partidos. Somos vanguarda. Sempre fomos. Foi muito positivo que o PSDB fechasse questão (obrigar a votar em bloco) em relação à votação da reforma da Previdência. Mas é óbvio que esse fechamento de questão precisa de alguma consequência. Alguma sanção tem de haver, senão fica parecendo jogo de cena.<br /><br />O governo Temer defende um projeto único de poder, com um candidato que defenda o legado da atual gestão na eleição. Alckmin deve fazer esse papel?<br />Não acho que esse seja o papel do PSDB. Ao mesmo tempo, nós não temos de nos envergonhar em momento algum do apoio que demos à agenda do governo Temer. Essa foi uma decisão coletiva, não individual do presidente do partido. Muitos que hoje bradam pelo "fora, Temer", foram lá entregar a ele um conjunto de propostas. O item 6 era exatamente a reforma da Previdência. Condicionamos nosso apoio à adoção dessa agenda. Goste ou não do presidente Temer, boa parte dela está em curso. É um governo impopular, mas o Brasil de hoje é melhor do que no final do governo Dilma. É governo dos sonhos? Não é. Não é o governo do PSDB. Sempre foi o governo do PMDB. Mas a saída do PSDB do governo não podia ser um jogo de cena. Seria oportunista. O partido corria o risco de repetir aquilo que sempre condenamos no PT. Não podemos jogar pedras no governo porque ele é impopular. Algumas alianças podem acontecer com naturalidade. Na vida como na política, a virtude nunca está nos extremos. O PSDB precisa resgatar esse espaço, do ponto de equilíbrio. Não devemos agora negociar alianças de forma açodada.<br /><br />O que achou do agendamento do julgamento do recurso de Lula no TRF-4 para janeiro? O ex-presidente FHC disse que prefere enfrentar Lula nas urnas do que vê-lo preso.<br />Eu não torço pela prisão do Lula. Não torço pelo que ele representou para o País. Mas ele tem de responder para a Justiça, que não pode ser seletiva. O que o ex-presidente Fernando Henrique externou é um sentimento pessoal. Temos de resgatar na eleição a capacidade de discutir o País. Temos de sair da delegacia de polícia e voltar a falar ao coração das pessoas. Precisamos restabelecer um clima minimamente respeitoso.<br /><br />Lula consegue se candidatar? <br />Deve-se trabalhar com a possibilidade do Lula candidato. Não é apenas a decisão do TRF da 4.ª Região, mas os recursos que ele ainda pode entrar. Depois de um determinado período, em junho, quando as convenções são realizadas, acho difícil impedir uma candidatura presidencial. Quanto mais cedo essa questão for resolvida, melhor para o processo eleitoral. O PSDB precisa estar preparado para disputar com qualquer um, até mesmo com o Lula. <br /><br />Como sair da "delegacia de polícia" num momento em que a classe política enfrenta um desgaste tão forte, com ex-governadores e ex-ministros presos, assim como um ex-presidente da Câmara?<br />Isso não vai desaparecer. Vai estar presente nas eleições, mas não pode ser o mote da eleição. Se trouxermos o Supremo ou o juizado de primeira instância para ter protagonismo nas eleições, quem perde é a população. Mas reconheço que todos os partidos políticos passam por uma gravíssima crise de representação, no Brasil e no mundo. As pessoas estão buscando outra conexão com seus representantes, que não seja pelos partidos. <br /><br />O sr. chegou a dizer que a "falência da política" explicaria uma possível pré-candidatura do Luciano Huck à Presidência. Ele, por sua vez, disse que estava decepcionado com o sr... <br />Depois de algum tempo, eu voltei a conversar com ele. Restabelecemos uma relação. O que eu quero em relação ao Luciano e a qualquer outra pessoa é uma oportunidade de apresentar minha defesa sem prejulgamento. Há um desgaste político enorme, mas não houve crime. Quando falo da falência da política, não me refiro a ele especificamente, mas ao surgimento de figuras fora do campo político. Serve para outros nomes chamados de outsiders.<br /><br />Discute-se uma proposta de semipresidencialismo. Alguns partidos de esquerda disseram que é golpe. O que acha?<br />Eu defendo o parlamentarismo. Com 28 partidos no Congresso, seria inviável. Seria queimar uma bela saída para o Brasil.<br /><br />Como vê a possibilidade de o Supremo restringir o foro privilegiado?<br />O foro vai acabar. É uma tendência natural. Defendo que acabe para todo mundo. Conversei com o presidente (da Câmara) Rodrigo Maia (DEM-RJ) sobre isso. Ele acha que até o fim de março será votado na Câmara. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T12:41:00-03:00 Política 'Houve ação planejada com participação da PGR' politica/noticia/2447394/houve-acao-planejada-com-participacao-da-pgr/ <p>Em sua primeira entrevista exclusiva após ser denunciado por corrupção e obstrução da Justiça com base na delação do Grupo J&F, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) negou que tenha cometido crime e disse que foi gravado por Joesley Batista em "uma ação planejada com a participação de membros da Procuradoria-Geral da República". Após a Operação Patmos, Aécio chegou a ser afastado do mandato, teve prisão preventiva solicitada e ficou em recolhimento domiciliar noturno. Ele admite apenas que cometeu "um erro" ao pedir R$ 2 milhões para o empresário. Leia os principais trechos da entrevista concedida ao Estado na quinta-feira passada.<br /><br />Após um 2017 turbulento, qual é o seu projeto eleitoral para 2018? Está no seu radar voltar à Câmara?<br />Essa possibilidade não existe. Minha prioridade é responder de forma serena, mas muito firme, a todas essas denúncias que envolveram meu nome. Sou o primeiro a reconhecer que cometi um erro ao aceitar, de alguém que se dizia amigo, uma ajuda para pagar meus advogados. Mas não cometi crime. Quem foi lesado? O Estado foi lesado nisso? Houve alguma contrapartida? Não houve. Eu sei que a forma como isso é divulgado gera na opinião pública um sentimento muito negativo. Tenho 32 anos de mandatos honrados, dignos. Fiz um governo em Minas Gerais que virou referência para o Brasil. Fui candidato à Presidência da República defendendo aquilo que eu acreditava. Sem dúvida, parte dos ataques que eu recebo vem da forma como enfrentei o PT em uma disputa extremamente dura. No processo que culminou com o afastamento da presidente da República tivemos um papel que buscou tirar o Brasil da paralisia. Não tenho do que me arrepender da minha trajetória pessoal.<br /><br />Mas e o episódio da delação do Grupo J&F...<br />Reconheço que errei nesse episódio (sobre a conversa gravada por Joesley Batista), principalmente na forma de me comunicar. Ainda que, em uma conversa privada, com um linguajar pelo qual me penitencio pessoalmente. Mas os fatos vão demonstrando de forma clara que eu fui vítima de uma grande armadilha. Seja nas novas gravações - em especial uma, que parece ter sido omitida inicialmente - na qual minha irmã (Andrea Neves) oferece um apartamento de família e convida ele a visitar. Novos depoimentos mostram de forma clara que houve uma ação planejada com a participação de membros da Procuradoria-Geral da República. Vou dar aqui um dado que ainda não é de conhecimento público. No dia 24 de março, depois de uma reunião de várias horas na Procuradoria-Geral, aqui em Brasília, com a presença do senhor Joesley Batista, dos seus advogados, do (diretor jurídico da J&F) Francisco de Assis, ele (Joesley) pega um avião e vai a São Paulo para me gravar. Essa gravação foi feita após uma reunião em que o senhor Francisco de Assis afirma em seu depoimento que a gravação foi objeto de conversa dessa reunião na sede da PGR. Há um depoimento do advogado da JBS confirmando essa reunião. É óbvio que se deduz que ele saiu da conversa com procuradores com uma pauta.<br /> <br />Quais membros da PGR? Rodrigo Janot estava presente?<br />Não tenho informação de que ele estivesse, mas é muito difícil que isso não fosse de conhecimento interno na Procuradoria. Para obter benefícios da delação, ele (Joesley) transformou a oferta da venda de um apartamento em uma grande armadilha. Mas tenho absoluta confiança na Justiça. <br /><br />A Polícia Federal filmou, com autorização do Supremo, a entrega de uma mala com R$ 500 mil em espécie para seu primo, Frederico Pacheco, que depois repassou esse dinheiro para um ex-assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG). Isso depois do diálogo no qual o senhor pediu R$ 2 milhões ao Joesley.<br />Como explicar uma mala de dinheiro?<br />Ele ofereceu um empréstimo para eu pagar os advogados dessa forma. Isso obviamente negociado no objetivo da sua delação. Ele disse que ia me emprestar esses recursos das "suas lojinhas". Recurso privado em dinheiro. Eu aceitei. Foi um erro. Pagaria com a venda de um apartamento. Esse recurso depois foi integralmente devolvido. O Estado não foi lesado. Não há contrapartida. Concordo que as imagens dão a impressão disso, no contexto negativo. Pago um preço altíssimo. <br /><br />Como paga hoje sua defesa?<br />Estou pagando com toda a dificuldade do mundo, vendendo parte do meu patrimônio com ajuda da minha família. Todos esses pagamentos são registrados com origem específica. E muito aquém das expectativas iniciais dos advogados. <br /><br />Após o 2º turno de 2014, o sr. disse que perdeu não para um partido político, mas para uma "organização criminosa". O argumento do combate aos desvios éticos na política permeou sua defesa do impeachment e a ação para cassar a chapa Dilma-Temer. Depois o sr. foi denunciado por corrupção, citado por delatores e passou a ser alvo de inquéritos no STF. Como explicar isso aos eleitores que lhe deram quase 50 milhões de votos naquela eleição?<br />Dizendo sempre a verdade. Quais são as acusações pelas quais eu respondo hoje? Apoio para campanhas eleitorais, feitos como a lei determinava.<br /><br />Mas com caixa 2?<br />Não é caixa 2, mas apoio às campanhas eleitorais feita por empresas. O que houve é que, a partir de um determinado momento, os delatores foram levados a dizer que todos os apoios às campanhas eram tratados como propina. Umas das denúncias do (ex-)procurador-geral (Rodrigo Janot) diz respeito aos recursos doados à campanha do PSDB registrados na Justiça Eleitoral. <br /><br />O sr. teve medo de ser preso? Como se sentiu ao ser afastado do mandato e depois ficar em recolhimento domiciliar noturno?<br />Foi uma injustiça (o pedido de prisão da PGR), mas recebo com serenidade. Eu sei quem eu sou. Não houve crime algum. Fui vítima de ação controlada sem autorização do STF. Uma armação de alguém que estava vendendo a sua alma para ter benefício da delação. Acharam que eu poderia ser uma cereja desse bolo.<br /><br />E sobre a prisão preventiva da sua irmã, Andrea Neves?<br />Foi uma coisa extremamente traumática pelo absurdo e pela enorme injustiça. Ela teve 10 minutos com ele (Joesley) na vida. Ofereceu um apartamento da nossa família (para venda), que havia sido oferecido a outras pessoas das nossas relações e isso tudo já está documentado no processo. O outro contato foi telefônico, ela o convidando para conhecer o apartamento. Ponto. Essa foi a participação dela. Mas ela tem astral grande e energia elevada. Está muito bem. Vamos em frente.<br /><br />O sr. vê abusos da Lava Jato?<br />Não sou a pessoa mais adequada para fazer esse julgamento. Vai parecer que é minha defesa. Mas, as denúncias existem de toda a parte e, ao final, muitos desses vazamentos que não se confirmaram vão ter alguma consequência. É preciso separar o joio do trigo. Quem lesou os cofres públicos precisa ser punido, quem é vítima das consequências políticas das suas atuações - e me vejo nesse caso - tem de dar suas explicações, mas (eles) serão absolvidos.<br /><br />O ministro Luiz Fux cobrou do sr., ao apresentar um voto, um "gesto de grandeza" de pedir licença do Senado...<br />Não vou comentar uma manifestação do ministro do Supremo. Ele deve avaliar se foi adequada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T12:37:00-03:00 Variedades Gisele Bündchen e outras supermodelos participam de campanha da Versace variedades/noticia/2447385/gisele-bundchen-e-outras-supermodelos-participam-de-campanha-da-versace/ <p>Depois do sucesso do desfile que reuniu grandes modelos dos anos 1990 na última temporada de moda, a Versace continua celebrando o criador da label, Gianni Versace, em um tributo aos 20 anos da morte do designer. A campanha de Verão 2018 da marca foi clicada pelo fotógrafo Steven Meisel e será divulgada na íntegra na próxima segunda-feira, 18, mas algumas fotos já estão no Instagram. <br /><br />Donatella Versace, a atual diretora criativa da marca e irmã de Gianni, criou um time de supermodelos de diversas gerações para o shooting. Naomi Campbell é a única que estava presente no desfile de setembro, mas Irina Shayk, Christy Turlington, Natalia Vodianova, e as brasileiras Gisele Bündchen e Raquel Zimmermann também participam da campanha. Além delas, estão presentes as modelos populares no Instagram, Kaia Gerber e Gigi Hadid.<br /><br />Os looks, que já foram apresentados na passarela, são cheios de referências à estética de Gianni Versace, com muitas estampas e brilho, seguindo um mood vintage. A maquiagem ficou por conta de Pat McGrath e o cabelo é assinado por Guido Palau.</p> 2017-12-17T12:00:00-03:00 Política Em 'jejum' desde 6ª, Garotinho passa bem em Bangu 8 politica/noticia/2447389/em-jejum-desde-6a-garotinho-passa-bem-em-bangu-8/ <p>Em "jejum por tempo indeterminado" desde sexta-feira, o ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PR) "está bem, mas irresignado" no presídio de Bangu 8, no Complexo de Gericinó, no Rio. Ele foi preso há 27 dias sob acusação de chefiar uma organização criminosa que extorquia dinheiro de empresários e de receber suborno da JBS.<br /><br />Advogado de Garotinho, Carlos Azeredo visitou o ex-governador na tarde de sábado e na manhã deste domingo. "Ele está bem, está bem. Está um pouco irresignado da injustiça", comentou o defensor.<br /><br />Em carta escrita à mão e endereçada à direção do presídio na sexta-feira, Anthony Garotinho informou que permanecerá em "jejum por tempo indeterminado" por considerar ter sido preso injustamente e por estar no "limite do sofrimento". Garotinho fez o mesmo em 2006, quando era pré-candidato à Presidência da República e ficou 11 dias sem comer.<br /><br />Questionado pelo Estado neste domingo se o ex-governador impôs alguma condição para encerrar a greve de fome, Carlos Azeredo respondeu apenas que "não é greve de fome, é um jejum". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T11:58:00-03:00 Política Temer descansa no Jaburu, sem compromissos oficiais politica/noticia/2447381/temer-descansa-no-jaburu-sem-compromissos-oficiais/ <p>O presidente Michel Temer descansa no Palácio do Jaburu e não tem compromissos oficiais em sua agenda, segundo informa a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto. <br /><br />Amanhã, está prevista uma cerimônia de apresentação dos oficiais promovidos, seguida de almoço. Em outra cerimônia, será sancionada a legislação que reestrutura os quadros de oficiais e praças da Marinha. <br /><br />Temer anda recebe, à tarde, o professor Marcelo Figueiredo, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, presidente da Escola de Liderança e Cidadania da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo. (Lu Aiko Otta).</p> 2017-12-17T11:55:00-03:00 Esportes Verona faz 3 no Milan e deixa zona do rebaixamento no Italiano esportes/noticia/2447379/verona-faz-3-no-milan-e-deixa-zona-do-rebaixamento-no-italiano/ <p>Sob o comando do técnico Gennaro Gattuso, o Milan voltou a tropeçar neste domingo. O tradicional time italiano levou 3 a 0 do Verona, fora de casa, e se manteve longe da briga pelas primeiras posições do Campeonato Italiano. Já o anfitrião deixou a zona de rebaixamento. <br /><br />O Milan estacionou nos 24 pontos, no sétimo lugar, mas com chance de perder a posição ainda neste domingo. Se isso acontecer, a equipe ficará de fora da zona de classificação para os torneios europeus da próxima temporada. O Verona chegou aos 13 pontos e subiu para a 17ª posição, agora fora da zona da degola.<br /><br />Brasileiro naturalizado italiano, o meia Rômulo foi um dos destaques da partida. Foi dele o passe para dois dos três gols do Verona. No primeiro, aos 24 minutos de jogo, ele cobrou escanteio na área para Antonio Caracciolo completar para as redes. <br /><br />Na segunda etapa, o Verona chegou ao segundo gol com certa facilidade. Aos 9 minutos, Moise Kean completou, sem qualquer marcação, o cruzamento rasteiro da esquerda e completou para o gol. <br /><br />Aos 31, Rômulo voltou a aparecer bem no ataque ao cruzar rasteiro da direita para Daniel Bessa finalizar para o gol sem maiores dificuldades.<br /><br />A rodada do Italiano terá mais seis jogos neste domingo: Bologna x Juventus, Crotone x Chievo, Fiorentina x Genoa, Sampdoria x Sassuolo, Benevento x SPAL, Atalanta x Lazio.</p> 2017-12-17T11:52:00-03:00 Maringá Falecimentos dos dias 16 e 17 de dezembro de 2017 em Maringá e região maringa/noticia/2447374/falecimentos-dos-dias-16-e-17-de-dezembro-de-2017-em-maringa-e-regiao/ <strong>Falecimentos do dia 16 de dezembro de 2017</strong> <p>LUIS CARLOS DEL NERO, 55 anos</p> <p>Velório: Capela Prever de Maringá/ Cemitério Parque</p> <p>Sepultamento: Cemitério Parque de Maringá</p> <p>Horário: não informado</p> <p> </p> <p>LEONY BREZINSKI CONTADOR, 93 anos</p> <p>Velório: Capela São Francisco de Paula</p> <p>Sepultamento: Cemitério São Francisco de Paula</p> <p>Horário: 17h</p> <p> </p> <p>ALITO RODRIGUES SOUZA, 81 anos</p> <p>Velório: Capela Municipal</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Tamboara</p> <p>Horário: 17h</p> <p> </p> <p>MARCO ARTUR HERRERO, 51 anos</p> <p>Velório: Capela Prever</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Marialva</p> <p>Horário: 17h</p> <p> </p> <p>JACINTO FIGUEIRA BEZERRA, 89 anos</p> <p>Velório: Capela Prever</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Sarandi</p> <p>Horário: não informado</p> <p> </p> <p>CARLOS ROBERTO VALENTIM, 58 anos</p> <p>Velório: Capela Prever de Maringá</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Maringá</p> <p>Horário: 17h</p> <p> </p> <p>MERCEDES CIPRIANO PADOVAN, 86 anos</p> <p>Velório: Capela Prever de Maringá</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Maringá</p> <p>Horário: 17h30</p> <p> </p> <p>VINICIUS EDUARDO ALONSO LOPES, 22 anos</p> <p>Velório: Capela Municipal de Mandaguari</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Mandaguari</p> <p>Horário: 17h</p> <p> </p> <p>JOSE CARLOS DOMINGOS, 60 anos</p> <p>Velório: Capela Municipal de Mandaguari</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Mandaguari</p> <p>Horário: 15h</p> <p> </p> <p>DIRCE EDWIGES, 62 anos</p> <p>Velório: Residência</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Peabiru</p> <p>Horário: não informado</p> <p> </p> <p>JOÃO BERNARDO DA SILVA, 49 anos</p> <p>Velório: Capela Prever de Paiçandu</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Paiçandu</p> <p>Horário: 16h</p> <p> </p> <p>ELENICE APARECIDA DE SOUZA, 45 anos</p> <p>Velório: Capela Prever de Sarandi</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Floraí</p> <p>Horário: 14h</p> <p> </p> <p>BENEDITO BENVINDO DE SOUZA, 47 anos</p> <p>Velório: Capela Municipal de Bom Suceso</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Bom Sucesso</p> <p>Horário: não informado</p> <p> </p> <p>LUCIANO DOMINGOS DOS SANTOS, 44 anos</p> <p>Velório: Capela Prever de Sarandi</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Floraí</p> <p>Horário: 10h</p> <p> </p> <p><strong>Falecimentos do dia 17 de dezembro de 2017</strong></p> <p>JUICHI MASHIBA, 96 anos</p> <p>Velório: Capela Municipal de Maringá</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Maringá</p> <p>Horário: 11h</p> <p> </p> <p>JOSE PEREIRA DA SILVA , 95 anos</p> <p>Velório: Capela Prever de Astorga</p> <p>Sepultamento: Cemitério Municipal de Astorga</p> <p>Horário: 17h</p> <p> </p> <p>AMADOR SIQUEIRA, 73 anos</p> <p>Velório: Capela Prever de Campo Mourão</p> <p>Sepultamento: Cemitério São Judas Tadeu, Campo Mourão</p> <p>Horário: não informado</p> <p>Fonte: Sistema Prever</p> 2017-12-17T11:48:32-03:00 Mundo Incêndios na Califórnia chegam à região de Montecito, em Santa Bárbara mundo/noticia/2447377/incendios-na-california-chegam-a-regiao-de-montecito-em-santa-barbara/ <p>Bombeiros tentam evitar neste domingo que um dos maiores incêndios da história do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, consumam casas na cidade de Santa Bárbara e na rica região de Montecito.<br /><br />No início do sábado, moradores empilharam em carros e fugiram, virando o centro de Santa Bárbara para o que um morador chamou de "cidade fantasma". O incêndio de 418 quilômetros quadrados (1.083 quilômetros quadrados) chamado o fogo de Thomas estava movendo-se rapidamente para o oeste e cresceu Montecito Peak, ao norte de Montecito. Conhecida pelas suas manções de estrelas de Hollywood, Montecito possui as mansões de Oprah Winfrey, Ellen DeGeneres e muitas outras celebridades. <br /><br />Winfrey expressou sua consternação em sua conta no Twitter. "Ainda rezando pela nossa pequena cidade. Os ventos desta manhã criaram uma perfeita tempestade do mal para os bombeiros."<br /><br />Depois que os ventos diminuíram para cerca de 48 km/h, com rajadas a cerca de 60 km/h neste sábado, esperava-se que go com rajadas de até 56 km/h no domingo. Mas mesmo ventos de baixa intensidade ainda são extremamente perigosos, disse o porta-voz dos bombeiros, Jude Olivas.<br /><br />O incêndio, que começou há 12 dias, queimou pelo menos 700 casas e matou um bombeiro. Os ventos "vão diminuir um pouco, espero que possamos fazer o mesmo trabalho (domingo) que fizemos hoje", disse Olivas.<br /><br />No zoológico da cidade, funcionários começaram a colocar alguns animais em caixotes e canis,para prepará-los para possíveis evacuações. O zoológico de Santa Bárbara tem cerca de 150 espécies de animais, incluindo um par de leopardos de Amur, uma espécie criticamente ameaçada de extinção. <br /><br />As pistas norte da U.S. Highway 101, chegando a costa de Los Angeles, foram fechadas por algumas horas ao sul de Santa Bárbara, com carros parados na auto-estrada.<br /><br />O bombeiro morto durante o combate às chamas, Cory Iverson, de 32 anos, morreu de queimaduras e inalação de fumaça, de acordo com os resultados da autópsia anunciados no sábado. Desde que o incêndio começou em 4 de dezembro, cerca de 95 mil pessoas foram colocadas sob evacuação obrigatória.<br /><br />A zona de evacuação perto de Santa Barbara no sábado tinha 27 km de comprimento e até 5 milhas (8 km) de largura e a nova expansão abrangeu cerca de 3.300 pessoas.Fonte: Associated Press.</p> 2017-12-17T11:41:00-03:00 Mundo Trump se reúne com equipe em Camp David antes de votação da reforma tributária mundo/noticia/2447376/trump-se-reune-com-equipe-em-camp-david-antes-de-votacao-da-reforma-tributaria/ <p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realiza uma série de reuniões com membros de seu gabinete em Camp David neste final de semana. Segundo uma porta-voz da Casa Branca, Trump deve se encontrar com vice-presidente, Mike Pence e com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, à medida que o Congresso americano planeja votar sobre o projeto de reforma tributária na semana que vem. <br /><br />O presidente republicano também deve se reunir com o Chefe de Gestão e Orçamento, Mick Mulvaney, o chefe de Desenvolvimento Urbano, Ben Carson, o secretário de Agricultura, Sonny Perdue, entre outros. Trump volta para a Casa a Branca no fim deste domingo. Fonte: Associated Press.</p> 2017-12-17T11:38:00-03:00 Economia Cargos de comando têm indicação política economia/noticia/2447375/cargos-de-comando-tem-indicacao-politica/ <p>Se as regras propostas no projeto de lei das agências reguladoras já estivessem em vigor, o advogado Ricardo Fenelon das Neves Júnior, genro do atual presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), provavelmente não teria assumido uma das diretorias da Agência Nacional de Aviação (Anac), em abril de 2016.<br /><br />Na época de sua indicação pela presidente Dilma Rousseff, em julho de 2015, Fenelon Júnior tinha 28 anos e, há quatro, havia se formado em Direito. Não contava, portanto, com 10 anos de experiência no setor, nem com quatro anos de atuação em posições executivas na área.<br /><br />Na documentação apresentada ao Senado antes da sabatina, o advogado detalhou sua experiência na área de aviação: fizera dois estágios, quando estudante, um na procuradoria da Anac e outro no juizado especial do aeroporto de Brasília, onde atendia passageiros com problemas. Apesar da pouca experiência, Fenelon Júnior não teve nenhum problema para ser aprovado pela Comissão de Infraestrutura do Senado.<br /><br />Um mês antes de ser indicado ao cargo, o então candidato à vaga da Anac recebeu mais de 1.200 convidados em sua festa de casamento com Marcela, filha de Eunício Oliveira. Entre os convidados estavam, além de vários senadores, o então vice-presidente da República, Michel Temer, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e a ex-presidente Dilma.<br /><br />O atual diretor-geral da ANTT, Jorge Luiz Macedo Bastos, também teria dificuldades de ingressar na agência. Ao assumir uma das diretorias da agência, em 2010, o próprio Bastos afirmou que a única experiência que possuía no setor de transportes era como usuário. <br /><br />Bastos chegou à ANTT por indicação do ex-senador Wellington Salgado (PMDB-MG), de quem era assessor parlamentar. Ao mesmo tempo, Bastos dirigia o time de basquete Universo, um dos principais da liga brasileira naquela época. O time era patrocinado pela Universidade Salgado de Oliveira, conhecida como Universo, de propriedade de Wellington Salgado. A falta de vivência na área, no entanto, não o impediu de se tornar diretor-geral da ANTT em abril de 2015, com mandato até 2018.<br /><br />O caso mais ruidoso envolvendo diretores de agências reguladoras foi revelado em 2012, com a deflagração da Operação Porto Seguro, da Polícia Federal. Paulo Rodrigues Vieira, então diretor da Agência Nacional de Águas (Ana), foi preso por suspeita de corrupção e improbidade administrativa. Seu irmão, Rubens Carlos Vieira, que ocupava o cargo de diretor de infraestrutura da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), foi preso na mesma operação.<br /><br />Ambos foram alçados aos cargos por recomendação de Rosemary Noronha, ex-chefe do gabinete da Presidência em São Paulo nos governos Lula e Dilma. Assim como os Vieiras, a então chefe de gabinete da presidência foi presa e se tornou ré em ações penais na Justiça Federal.<br /><br />Os irmãos Vieira começaram a ser investigados em 2011, depois que um auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou à PF que havia recebido R$ 100 mil de propina (de um total prometido de R$ 300 mil) de Paulo Vieira. Em troca, o auditor delator deveria direcionar um parecer técnico do TCU, de forma a beneficiar a empresa Tecondi, dona de um terminal de contêineres no Porto de Santos As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T11:37:00-03:00 Economia Autonomia ainda distante economia/noticia/2447373/autonomia-ainda-distante/ <p>Apesar de avançar em vários aspectos que ajudam a aumentar a independência das agências reguladoras, o projeto de lei que tramita na Câmara é praticamente inócuo ao tratar da autonomia financeira desses órgãos. "Não há como falar em independência, sem autonomia orçamentária", afirma Floriano de Azevedo Marques Neto, professor titular de Direito Administrativo da Escola de Direito da USP.<br /><br />As agências foram criadas por leis que definem as fontes de recursos para custeá-las (geralmente taxas cobradas das empresas reguladas), mas essa regra nunca foi respeitada. As taxas cobradas dos agentes regulados vão direto para o Tesouro, que repassa o dinheiro para os órgãos reguladores de acordo com a situação fiscal da União.<br /><br />Na prática, as agências amargam contingenciamentos históricos, sem conseguir acessar os recursos a que têm direito por lei. Todo ano, cada agência submete seu plano orçamentário ao respectivo ministério supervisor (a Agência Nacional de Energia Elétrica e a Agência Nacional de Petróleo, por exemplo, têm o Ministério de Minas e Energia como supervisor). Depois de analisar o pleito, e geralmente reduzir o valor reivindicado, os ministérios supervisores enviam a proposta orçamentária ao Ministério do Planejamento, que é o que dá o veredicto final.<br /><br />O projeto de lei que tramita na Câmara apenas elimina uma das etapas da aprovação orçamentária. Em vez de submeter o plano orçamentário ao ministério supervisor, a agência passa a negociar os orçamentos diretamente com o Planejamento. "O que muda é apenas o interlocutor. A dependência de recursos do governo continua a mesma", afirma Romeu Rufino, diretor-presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).<br /><br />De acordo com Alexandre Aragão, professor de Direito Administrativo da Uerj, as agências reguladoras merecem um tratamento diferente do ponto de vista orçamentário por, pelo menos, dois motivos. Primeiro, porque elas têm o papel de regular setores relevantes, nos quais os governos têm interesses (como manter uma tarifa congelada ou aumentar impostos de serviços do setor, por exemplo) e nos quais o governo pode ser o próprio regulado (ao controlar uma estatal que opere na área de atuação da agência).<br /><br />"Não é raro que a autoridade reguladora tenha de decidir contra a vontade do governo da ocasião, e, portanto, não é conveniente que ela dependa financeiramente desse governo", afirma Aragão. O segundo motivo para que as agências tenham tratamento orçamentário diferenciado é legal, pois, se as leis de criação das agências já estabelecem fontes de recursos para esses órgãos, tais leis estão sendo descumpridas.<br /><br />Em 2016, o contingenciamento da Aneel praticamente paralisou a fiscalização das obras de construção de usinas e linhas de transmissão de energia. "Mandar um técnico a campo, em regiões remotas do País, custa dinheiro. Mas a não realização de um trabalho como esse pode gerar efeitos negativos em cascata, que, no final das contas, chegará ao consumidor final, seja pela via do aumento de preços da energia ou pela falta de energia", afirma Rufino, da Aneel.<br /><br />Dos R$ 200 milhões pedidos pela Aneel na proposta orçamentária do ano passado, o Ministério de Minas e Energia autorizou apenas R$ 120 milhões. Ao longo do ano, com o recrudescimento da crise fiscal, o Ministério do Planejamento determinou mais cortes que reduziram os R$ 120 milhões para menos de R$ 50 milhões, um quarto do planejado inicialmente. Só depois de muito protesto da agência, que enviou ofícios ao governo e ao Ministério Público explicando as consequências da limitação orçamentária, o Planejamento restabeleceu o valor combinado (R$ 120 milhões). Nesse meio tempo, vários serviços foram prejudicados. O de ouvidoria, que faz o atendimento ao cliente, chegou a ser interrompido por dois meses.<br /><br />O projeto de lei também não avança nada em relação à autonomia administrativa das agências. Trecho da proposta aprovada no Senado diz que "a natureza especial conferida à agência reguladora é caracterizada pela ausência de tutela ou de subordinação hierárquica, pela autonomia funcional, decisória, administrativa e financeira". No parágrafo seguinte, porém, a proposta acaba com toda autonomia administrativa. Pela proposta, as agências continuarão tendo de pedir autorização ao governo federal, nesse caso ao Ministério do Planejamento, para realizar concursos públicos, para fazer qualquer alteração no quadro de pessoal e até para conceder diárias e passagens em deslocamentos nacionais e internacionais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T11:35:00-03:00 Economia Lentidão afeta projetos economia/noticia/2447371/lentidao-afeta-projetos/ <p>A grave crise fiscal e a enorme necessidade de modernização de infraestrutura tornam ainda mais urgente a discussão sobre o tema da regulação no Brasil. "Fortalecer o ambiente regulatório brasileiro não é mais uma opção, é imperativo. Com o Estado sem dinheiro para nada, é preciso atrair investimentos privados de qualidade, o que só é possível se contarmos com autoridades reguladoras respeitadas", afirma o economista Cláudio Frischtak, sócio da consultoria Inter.B. São esses órgãos, explica Frischtak, que zelam pela saúde do setor e garantem o cumprimento dos contratos.<br /><br />Um estudo feito pela Inter.B, a pedido do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), comparou o estoque de capital de infraestrutura existente no País com o estoque ideal, ou seja, o conjunto de infraestrutura que deveria existir, de forma que os setores analisados apresentassem um nível de qualidade comparável ao de países desenvolvidos.<br /><br />Os setores avaliados no estudo foram os de energia elétrica, transportes, telecomunicações e saneamento básico. O resultado é desalentador. O estoque atual corresponde a 36% do Produto Interno Bruto (PIB), pouco mais da metade do estoque-alvo, que deveria alcançar 60% do PIB. <br /><br />Dobrar investimento. De acordo com Frischtak, para alcançar a infraestrutura desejada nas quatro áreas analisadas, o Brasil teria de investir o dobro do que investe hoje durante 20 anos consecutivos. O setor de transportes é o que apresenta um hiato maior entre o estoque existente e o estoque-alvo. <br /><br />Os investimentos nessa área teriam de praticamente triplicar nas duas próximas décadas para que o estoque-alvo fosse atingido, segundo o estudo.<br />"O Brasil não tem a menor condição de avançar nas áreas de infraestrutura sem a participação massiva da iniciativa privada, ou seja, sem novas concessões e parcerias público-privadas", afirma o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas. "Não existe espaço no Orçamento da União para investir níveis minimamente decentes em infraestrutura. E isso não está acontecendo só agora, por causa atual da crise fiscal", diz Velloso. Segundo o economista, a Constituição de 1988 carimbou quase todo o Orçamento para áreas que não são as de infraestrutura.<br /><br />Com isso, a margem de manobra dos governos é mínima, e o dinheiro para esse tipo de investimento nunca será suficiente.<br /><br />Um outro estudo, esse feito pelo Ipea em parceria com o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas, revelou que, de janeiro a maio, o governo federal investiu o equivalente a 0,39% do PIB em infraestrutura. Caso o ritmo permaneça até o fim do ano, 2017 só perderá para 2003, o pior do período de 2001 a 2016, quando o investimento do governo central foi de 0,30% do PIB. <br /><br />O pacote de privatizações anunciado recentemente pelo governo federal, que pretende vender 57 empresas estatais, aponta para uma mudança de rumo, o de aumento de investimento. Ao mesmo tempo, reforça a importância de fortalecer as agências reguladoras. São esses órgãos que ajudarão a modelar os contratos que o governo pretende fechar com as concessionárias. <br /><br />Também serão os responsáveis por fiscalizar as empresas que ganharem as concessões. Não é demais lembrar que os serviços prestados por elas afetam o bolso, a segurança e a qualidade de vida de todo brasileiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T11:32:00-03:00 Economia Agências à deriva economia/noticia/2447372/agencias-a-deriva/ <p>Depois de passar quase quatro anos no Senado, um projeto de lei que propõe medidas para fortalecer as agências reguladoras federais acaba de completar um ano na Câmara, sem que os deputados tenham nem sequer iniciado a análise da matéria. O único passo dado na Casa até agora foi a indicação dos parlamentares que formarão a Comissão Especial criada para examinar o texto aprovado no Senado. A comissão, no entanto, ainda não foi instalada. A reunião que inauguraria os trabalhos, marcada para 23 de agosto, não aconteceu por falta de quórum. Resultado: a comissão permanece sem prazo para começar a funcionar.<br /><br />O PL 6621/2016 avança ao propor medidas que aprimoram a governança das agências, especialmente ao definir regras para a nomeação de cargos de direção. A exemplo da Lei das Estatais, aprovada no ano passado, o objetivo é reduzir o espaço para a indicação de diretores sem a qualificação técnica necessária, alçados ao cargo em razão de apadrinhamento político.<br /><br />A escolha de um diretor de agência é um processo praticamente sigiloso. Um dos assistentes mais próximos do presidente da República, geralmente ligado à articulação política do governo, recolhe nomes de candidatos entre políticos da base aliada, com o objetivo de satisfazer alguém ou alguma legenda. Em seguida, acontece o rito oficial: o chefe do Executivo envia o nome escolhido para sabatina e aprovação (ou não) do Senado.<br /><br />A chance de o nome enviado pelo presidente ser rejeitado pelo Senado é diretamente proporcional à capacidade de articulação do governo. "Até hoje, apenas três candidatos foram barrados pelos senadores e, em todos os casos, o objetivo foi demonstrar descontentamento com o governo", afirma Floriano de Azevedo Marques Neto, professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. No caso ocorrido em 2012, quando Bernardo Figueiredo foi barrado para a recondução como diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o senador Romero Jucá, então líder do governo Dilma, declarou: "Foi uma posição política de pessoas não satisfeitas. Tem insatisfação em todos os partidos. É o ministro que não atendeu, é a emenda que não saiu".<br /><br />Caso o PL seja aprovado na Câmara, tal qual passou no Senado, o presidente passará a nomear os diretores de agências reguladoras com base em listas tríplices. Os nomes da lista serão escolhidos após uma pré-seleção baseada na análise do currículo dos candidatos que atenderem a um "chamamento público".<br />O texto também estabelece que só poderão concorrer a esse tipo de vaga aqueles profissionais que tiverem, pelo menos, dez anos de atuação no setor regulado, ou quatro anos de trabalho em função executiva na área. A proposta ainda proíbe a nomeação de titulares de mandato eletivo, em qualquer esfera de poder, ou sindical. Os candidatos também não podem ter participação direta ou indireta em qualquer empresa que atue no setor regulado.<br /><br />Esse conjunto de regras seria capaz de barrar boa parte dos diretores que já passaram pelas dez agências federais e eliminaria muitos dos que ainda lá estão. "Não há uma forma de blindar completamente uma agência contra a indicação de membros inadequados, mas a criação de regras que aumentam a transparência do processo é, sem dúvida, positiva", afirma Alexandre Aragão, advogado e professor de direito administrativo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). "Se a seleção de um diretor for, de fato, amplamente divulgada e aberta a todo cidadão, um candidato que se sinta preterido injustamente pode contestar a seleção, pode ir à imprensa, enfim, quanto mais transparência, mais chance de haver controle social."<br /><br />Morosidade, apesar da urgência. A morosidade no trâmite do projeto das agências reguladoras no Congresso contrasta com a importância do tema para o País. Essas agências regulam e fiscalizam setores responsáveis por mais da metade do PIB nacional. Elas também têm impacto direto no dia a dia das pessoas. São responsáveis, por exemplo, por fiscalizar a qualidade das pistas dos aeroportos, pela definição do índice de reajuste dos planos de saúde, das tarifas de energia e uma infinidade de questões que afetam a segurança, o bolso e a qualidade de vida de qualquer cidadão.<br /><br />Para entender a relevância das agências reguladoras, é preciso conhecer um pouco da origem desses órgãos e do papel que eles desempenham - ou deveriam desempenhar.<br /><br />A primeira agência reguladora foi criada há mais de cem anos nos Estados Unidos, para disciplinar o funcionamento das ferrovias. Na época, os fazendeiros do meio oeste americano estavam sendo prejudicados pelos preços do transporte ferroviário, um dos setores classificados como monopólio natural.<br /><br />Nesse tipo de segmento, o custo da infraestrutura é tão elevado, que inviabiliza a existência da competição, ou seja, não dá para construir uma ferrovia ao lado da outra para competir pelos mesmos clientes, pois o preço do frete torna-se inviável para os próprios usuários. O mesmo acontece com outros serviços de utilidade pública, como distribuição de energia, de água, de gás, aeroportos, portos e rodovias.<br /><br />O problema é que monopólios e oligopólios tendem a negligenciar a qualidade dos serviços e a exorbitar nos preços, como reclamaram os fazendeiros americanos. A saída encontrada nos Estados Unidos para resolver o impasse foi criação de uma agência de Estado para regular e fiscalizar o setor ferroviário.<br /><br />As autoridades reguladoras nasceram, portanto, com o papel de simular a competição em setores especiais, aqueles em que a concorrência provoca prejuízo, em vez de benefícios à sociedade. A alta qualificação de seu corpo técnico é, portanto, obrigatória. "A função do órgão regulador é como a de uma equipe de profissionais que estuda todas as condições de um carro para que ele tenha o melhor desempenho possível com o menor consumo de combustível", explica Maria Augusta Feldman, advogada e ex-presidente da Associação Brasileira das Agências Reguladoras.<br /><br />Essa equipe, segundo Maria Augusta, tem de saber o ponto ideal do motor, a calibragem dos pneus, a hora certa de trocá-los, a vida útil de cada peça, dos fluidos, enfim, tudo para que o motorista tenha o carro funcionando perfeitamente, sem parar no meio da rua, mas também sem gastar dinheiro à toa.<br /><br />A missão da agência americana, no entanto, não era proteger os fazendeiros, mas garantir que o setor ferroviário continuasse funcionando e se expandindo para beneficiar o conjunto da economia. Para isso, o preço do frete teria de ser suficiente para remunerar as empresas ferroviárias, que deveriam continuar investindo nas estradas de ferro, mas sem que elas exorbitassem nos preços, simplesmente por serem monopolistas em suas rotas.<br /><br />No Brasil, as agências reguladoras foram criadas apenas na década de 1990, como instrumento para viabilizar a privatização ou a abertura de setores onde reinava o monopólio estatal. As empresas privadas só se aventurariam a entrar em áreas historicamente operadas por estatais se tivessem garantias de que os contratos de concessão, geralmente de longo prazo, seriam respeitados, apesar das mudanças de governos.<br /><br />A hesitação do setor privado era justificada. Quando os setores de infraestrutura eram totalmente estatais, governos de todos os partidos não tinham pudor de barrar reajustes de tarifas de serviços como o de energia, particularmente em períodos de alta inflacionária. O populismo tarifário foi responsável por provocar sucessivos prejuízos às estatais e, consequentemente, comprometer investimentos em todos os setores de infraestrutura.<br /><br />Nenhuma empresa privada se arriscaria a entrar em um negócio, correndo o risco de ter o preço de seu produto congelado pelo governo. No Brasil, portanto, as agências reguladoras brasileiras surgiram para garantir que as regras do jogo - o contrato de concessão - fossem respeitadas, independentemente do grupo político que estivesse no poder.<br /><br />O contexto de criação das agências brasileiras - o período de privatizações na década de 1990 -, provocou uma confusão de conceito, como se esses órgãos tivessem apenas o papel de proteger as concessionárias. Nada mais equivocado, afirmam os especialistas em regulação. "A autoridade reguladora não pode ser cooptada nem pelas empresas, nem pelo governo, nem pelos usuários", afirma o economista Adriano Pires, um dos estruturadores da Agência Nacional do Petróleo (ANP), criada em 1997.<br /><br />Atingir o equilíbrio ensinado na teoria da regulação não é algo fácil em lugar nenhum do mundo. As tecnologias, os hábitos das pessoas e as economias mudam o tempo todo. No Brasil, onde as agências têm 20 anos, no máximo, o mundo real ainda está distante do ideal. Mas economias mais desenvolvidas ensinam que o melhor caminho é trabalhar para aprimorá-las. Não o contrário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T11:29:00-03:00 Maringá Mega-Sena acumula e pode pagar mais de R$ 43 milhões na 3ª feira maringa/noticia/2447369/mega-sena-acumula-e-pode-pagar-mais-de-r$-43-milhoes-na-3a-feira/ O concurso 1.997 da Mega-Sena, realizado nesse sábado (16), acumulou. Eis os números sorteados: 01 – 07 – 14 – 31 – 35 – 46. <p>As informações são do site da Caixa Econômica Federal.</p> <p>A Quina teve 86 acertadores com o prêmio de R$ 36.389,62 para cada um.</p> <p>A Quadra registrou 6.280 acertadores com R$ 711,89 para cada um deles.</p> <p>A estimativa de prêmio para o concurso do próximo dia 19 é de R$ 43.500.000,00.<span> </span></p> <p><span><figure style="text-align: left;" id="FotoMeio" border="0"> <figcaption class="legendaTemplate" border="0"><span>Foto: Wilson Dias/Agência Brasil</span><br /></figcaption><img src="http://src.odiario.com/imagem/2017/12/17/g_992441-df30122015dsc2978a.jpg" border="0" width="560" height="350" /> <figcaption class="legendaTemplate" border="0"><br /></figcaption> </figure><br /></span></p> http://src.odiario.com/imagem/2017/12/17/p_992441-df30122015dsc2978a.jpg 2017-12-17T11:28:19-03:00 Esportes Renato Gaúcho evita falar sobre renovação, mas admite vontade de permanecer esportes/noticia/2447370/renato-gaucho-evita-falar-sobre-renovacao-mas-admite-vontade-de-permanecer/ <p>Ainda abatido pela derrota na final do Mundial de Clubes, Renato Gaúcho evitou falar sobre a provável renovação do seu contrato com o Grêmio, na noite de sábado, mas admitiu a vontade de permanecer no clube gaúcho, com o qual se sagrou campeão da Copa Libertadores, no mês passado.<br /><br />"Sobre isso, nem quero falar nada. A tristeza é muito grande. Todos sabem da vontade que tenho de permanecer no Grêmio e é vontade deles também. Não é o momento, as pessoas estão conversando e trocando ideias. Estava pensando somente no Mundial", disse o treinador, ao fim da derrota do Grêmio para o Real Madrid por 1 a 0, em Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos. <br /><br />Renato Gaúcho tem contrato somente até o fim deste ano, mas não deve ter problemas para renovar o vínculo. O técnico brilhou ao conduzir a equipe na conquista da Libertadores e, no Mundial de Clubes, não fez feio. A derrota para o poderoso Real Madrid por apenas 1 a 0 foi encarado como "digna" pelo elenco gremista. <br /><br />"Agora vamos voltar para o Brasil e descansar. Esse grupo merece férias. As pessoas que precisam conversar vão seguir falando para ver se chegamos a um acordo. A coisa que menos me preocupa é a minha renovação. Vamos deixar as pessoas certas conduzirem este assunto", declarou o treinador.<br /><br />Se Renato Gaúcho deve seguir no clube, o mesmo não se deve dizer do atacante Lucas Barrios. O paraguaio deve ter feito neste sábado sua última partida com a camisa do Grêmio. O clube, contudo, ainda não confirmou sua saída. O volante Arthur, cobiçado por grandes clubes da Europa, também deve sair. Os atacantes Fernandinho e Jael ainda não renovaram seus contratos e correm o risco de deixar o clube também.</p> 2017-12-17T11:23:00-03:00 Polícia PRE apreende mercadorias contrabandeadas em ônibus na PR-317 policia/noticia/2447366/pre-apreende-mercadorias-contrabandeadas-em-onibus-na-pr-317/ Perfumes, jogos eletrônicos, cigarros eletrônicos, maquiagem e outros produtos foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE) em um ônibus que seguia pela PR-317, na madrugada deste domingo (17). A abordagem ocorreu em frente ao posto policial de Floresta (a 30 quilômetros de Maringá). <p>O ônibus da Viação Expresso, linha Foz do Iguaçu-São Paulo, foi parado por volta de 1h30. Ao revistar o bagageiro, os policiais encontram várias sacolas e caixas com as mercadorias obtidas no Paraguai.</p> <p>Sem nota fiscal, as mercadorias foram encaminhadas para a Receita Federal de Maringá e os responsáveis devem responder pelo crime de contrabando.<span> </span></p> <p><span><figure style="text-align: left;" id="FotoMeio" border="0"> <figcaption class="legendaTemplate" border="0">Foto: Divulgação/PRE</figcaption><img src="http://src.odiario.com/imagem/2017/12/17/g_13fadc94-cf3d-4407-8f24-a577a7be3803636491057865497251.jpg" border="0" width="560" height="350" /> <figcaption class="legendaTemplate" border="0"><br /></figcaption> </figure><br /></span></p> http://src.odiario.com/imagem/2017/12/17/p_13fadc94-cf3d-4407-8f24-a577a7be3803636491057865497251.jpg 2017-12-17T11:14:03-03:00 Variedades Empresa desenvolve abacate sem semente variedades/noticia/2447364/empresa-desenvolve-abacate-sem-semente/ <p>Uma companhia do Reino Unido desenvolveu um tipo de abacate que não possui semente. Segundo representantes da companhia, a intenção era acabar com os ferimentos com faca quando as pessoas tentam tirar a semente de dentro da fruta.<br /><br />"Esta incrível fruta está em nosso radar há alguns anos e estamos felizes de finalmente ter produzido alguns exemplares para nossos clientes", disse ao The Guardian Charlotte Curtis, especialista de tecnologia da M&S, companhia que desenvolveu o fruto.<br /><br />A fruta tem de cinco a oito centímetros e uma casca fina e comestível, de modo que ela pode ser consumida tanto em fatias quanto inteira. Este tipo de abacate vem de uma flor que não foi polinizada e se desenvolve sem semente. É cultivada na Espanha e atualmente só está disponível em dezembro.</p> 2017-12-17T11:00:00-03:00 Economia Falta de refinarias pode ameaçar abastecimento economia/noticia/2447363/falta-de-refinarias-pode-ameacar-abastecimento/ <p>O País do pré-sal corre risco de um racionamento de combustíveis a partir de 2025 por falta de refinaria para processar o petróleo e de infraestrutura para importar. Segundo a consultoria Strategy&/PwC, o crescimento da demanda e o compromisso ambiental firmado na última Conferência Global do Clima vão exigir investimentos de R$ 87 bilhões a R$ 95 bilhões até 2030. Se nada for feito, em sete anos o abastecimento, especialmente de diesel, ficará comprometido.<br /><br />O estudo foi encomendado pelo Sindicom, que representa as grandes distribuidoras. Ciente de que a Petrobrás não vai mais correr atrás da solução, como no passado, o sindicato começou a pressionar o governo com uma pauta de reivindicações que vai ganhar força a partir de 2018. O pesadelo das distribuidoras é que a economia finalmente cresça, mas falte infraestrutura para dar vazão ao potencial de consumo da população.<br /><br />O presidente do Sindicom, Leonardo Gadotti, disse que o prazo e o tamanho da crise dependem do crescimento do consumo e dos preços. "Os problemas podem ser antecipados se o País crescer mais que o previsto. Mas o consumo pode ser reduzido por força de preço".<br /><br />Para o sócio da Inter.B Consultoria, Cláudio Frischtak, "um eventual racionamento poderia levar a enormes perdas de bem estar da população, como em qualquer racionamento, sob o agravante de que o combustível é essencial para o deslocamento". Também poderia reduzir o crescimento da economia.<br /><br />O estudo calcula um déficit de 19 bilhões de litros de combustíveis fósseis em 2030. Para cobrir a lacuna seria necessário ampliar a capacidade de produção em pelo menos 300 mil barris/dia. O gasto previsto é de R$ 33 bilhões. Para atender exigências da COP-21 o País precisará de R$ 7 bilhões para ampliar a produção de biodiesel e R$ 40 bilhões para elevar a oferta de etanol.<br /><br />Se nada for feito, será preciso importar combustíveis, o que exigiria gastos em portos, tanques, ferrovias e dutos - de R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões até 2030 As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T10:57:00-03:00 Paraná Homem morre atropelado na PRC-466; motorista foge sem prestar socorro parana/noticia/2447356/homem-morre-atropelado-na-prc-466-motorista-foge-sem-prestar-socorro/ Um homem de 30 anos morreu atropelado por um carro na PRC-466, em Jardim Alegre (a 130 quilômetros de Maringá), na madrugada deste domingo (17). Ele foi identificado como Rafael José Becker Demengeon. <p>Conforme a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o pedestre estava na rodovia quando foi atingido por um veículo da marca Acura, modelo não identificado, por volta das 5h, no quilômetro 103.</p> <p>A vítima foi encontrada em óbito e teve o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Ivaiporã.</p> <p>O motorista do veículo fugiu do local sem prestar socorro.<span> </span></p> http://src.odiario.com/imagem/2017/12/17/p_iml.jpg 2017-12-17T10:57:00-03:00 Geral Para os 200 anos, um novo museu do Ipiranga geral/noticia/2447357/para-os-200-anos-um-novo-museu-do-ipiranga/ <p>Quatro meses depois de ser interditado às pressas, o Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga, na zona sul da capital, finalmente tem um projeto de restauro e ampliação. A Universidade de São Paulo (USP), responsável pela instituição, divulga amanhã que o escritório H+F Arquitetos é o vencedor do concurso promovido para a recuperação do edifício histórico.<br /><br />Idealizada por uma equipe de 12 profissionais - com consultoria de outros seis -, a proposta vencedora, à qual o Estado teve acesso exclusivo, desbancou os 12 demais inscritos. "Uma decisão fundamental de nosso projeto é transferir o acesso ao museu para o piso inferior, em um subsolo de 3 mil metros quadrados a ser construído", explica o arquiteto Pablo Hereñú. <br /><br />Este espaço, no nível do Parque da Independência, deve ter imensas vidraças que permitam a observação dos chafarizes e do ambiente externo. Ali serão instaladas bilheterias, livraria e café, além de um auditório e salas para o educativo do museu. Deste piso, um túnel levará a escadas rolantes que colocarão o frequentador no hall de entrada do edifício-monumento. "Bem na frente das escadarias, respeitando assim o ritual de acesso consolidado no imaginário dos visitantes", pontua Eduardo Ferroni. <br /><br />Outra novidade é o uso das coberturas - anteriormente utilizadas para a reserva técnica e cujo sobrepeso é apontado como uma das causas para os problemas sofridos pelo imóvel com os anos - como espaços expositivos. Os arquitetos planejam construir passagens entre os três pontos do andar mais alto do museu, justamente para criar um fluxo de pessoas de um canto a outro (veja infográfico acima). "Essas passagens serão envidraçadas, para que a vista privilegiada da região do Ipiranga possa ser apreciada pelo visitante", completa Hereñú. <br /><br />E se a ideia é apreciar a paisagem, um mirante também deve ser construído no topo do edifício. "Em pesquisas iconográficas, encontramos registros de que, na inauguração do museu, em 1895, as pessoas puderam subir nessa cobertura. <br /><br />Resolvemos que esta experiência deve ser compartilhada com o visitante do século 21", diz Ferroni. "Justamente por causa do parque, o prédio permaneceu um tanto isolado da mancha urbana. Assim, a vista dali revela uma geografia surpreendente."<br /><br />Os arquitetos ressaltam que, no projeto, as intervenções estão propostas para interferir o mínimo possível na volumetria do histórico edifício. "É preciso respeitar a presença do prédio na paisagem paulistana", diz Ferroni. "Em suma, buscamos transformar muito o espaço interno, mas utilizando poucos elementos novos", diz Hereñú. <br /><br />Para a historiadora Solange Ferraz de Lima, diretora do Museu do Ipiranga, as soluções apontadas pelos vencedores do certame foram felizes por, dentre outros fatores, promoverem uma melhor integração do edifício com o jardim do parque contíguo. "Eles apresentam, ainda, soluções criativas que tornam o próprio edifício um item de exposição, ao propor áreas que permitirão conhecer a estrutura do prédio, hoje desconhecida do grande público", comenta Solange. <br /><br />Investimento. Com a proposta vencedora anunciada, os arquitetos terão 12 meses para realizar estudos, conhecer as análises já efetuadas e, por fim, apresentar um projeto executivo que deve nortear as obras de recuperação. <br /><br />Em paralelo, a USP continua em busca de uma engenharia financeira que viabilize o restauro e a ampliação. Estima-se que sejam necessários R$ 80 milhões. "A confirmação do orçamento das obras só acontecerá após a finalização do projeto executivo", afirma a diretora da instituição. "Um projeto deste porte, de relevância nacional, depende de muitas frentes de apoio. Portanto, o modelo de financiamento prevê múltiplas fontes, combinando iniciativas das esferas privada e pública."<br /><br />"As interlocuções com o governo do Estado e o Ministério da Cultura se iniciaram e já estamos em tratativas com empresas do setor privado", complementa Solange. <br /><br />A expectativa está mantida: que o simbólico museu da História do Brasil esteja de portas abertas novamente para as comemorações do Bicentenário da Independência, em 2022. "A mobilização é total nesse sentido", diz a diretora. "E assim iremos até 2022. O museu é muito querido da população. A torcida não é só nossa, é de todos." <br /><br />Histórico. Às margens do Córrego do Ipiranga, o prédio ficou pronto em 1890. Foi concebido pelo arquiteto e engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi (1844-1915). O monumento acabou transformado em museu em 1895 - no primeiro ano, já recebeu 40 mil visitantes. Passou a ser administrado pela USP em 1963.<br /><br />Esta é a quinta vez que o museu fica fechado ao público. Antes, teve o acesso interrompido em 1921, de 1953 a 1955, em 1961 e em 1963. A última reforma foi nos anos 1980.<br /><br />A atual interdição foi decretada em agosto de 2013. Um dos mais visitados cartões-postais de São Paulo, - recebia um público médio de 300 mil pessoas por ano - o museu não suportou as toneladas de 150 mil itens do acervo, as intempéries, os então 123 anos de idade do prédio e a falta de obras de conservação. Seu fechamento foi anunciado após um laudo apontar graves riscos de queda nos forros de alguns cômodos. Conforme o Estado havia mostrado em novembro de 2012, pedaços de reboco da fachada estavam caindo e o forro de um dos principais salões havia cedido mais de 10 centímetros. <br /><br />De lá para cá, análises técnicas foram efetuadas no edifício. "A primeira etapa para viabilizar o projeto consistiu na contratação dos diagnósticos das fachadas e estrutural", conta a diretora. "Agora conhecemos melhor o edifício, seus desafios, e temos também uma proposta arquitetônica vencedora." Ou seja: se ainda falta a captação do dinheiro, pelo menos um caminho já existe para o Museu do Ipiranga renascer. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T10:50:00-03:00 Política TSE discute 'fake news' nas eleições politica/noticia/2447361/tse-discute-fake-news-nas-eleicoes/ <p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai realizar amanhã sessão extraordinária para definir as resoluções que nortearão a campanha eleitoral de 2018. Os textos abordam uma série de temas, como a remoção de conteúdo na internet, a identificação de propaganda eleitoral "impulsionada" nas redes, uso de aplicativo de mensagens instantâneas e gastos de campanha.<br /><br />O TSE promoveu audiências públicas para ouvir as propostas de grupos de trabalho na formulação das resoluções, que estão sendo fechadas pelo atual vice-presidente da Corte Eleitoral, ministro Luiz Fux. O Estado obteve acesso à última versão da minuta que trata sobre propaganda eleitoral, ainda sujeita a ajustes finais antes de ser levada ao plenário.<br /><br />Para preservar a liberdade de expressão e evitar censura, o texto prevê que as ordens judiciais de remoção de conteúdo divulgado na internet "serão limitadas às hipóteses em que, mediante decisão fundamentada, sejam constatadas violações às regras eleitorais ou ofensas a direitos de pessoas que participam do processo eleitoral".<br /><br />"A livre manifestação do pensamento do eleitor identificado ou identificável na internet somente é passível de limitação quando ocorrer ofensa à honra de terceiros ou divulgação de fatos sabidamente inverídicos", diz o documento.<br />A minuta também determina que, salvo em circunstâncias excepcionais, a ordem judicial estipulará "prazo razoável", não inferior a 24 horas, para a remoção do conteúdo, além de conter especificamente o link da página que sairá do ar. A propaganda na internet é permitida a partir do dia 16 de agosto do ano eleitoral.<br /><br />Um grupo de trabalho que acompanhou as discussões propôs ao TSE a possibilidade de se retirar conteúdos postados por perfis falsos, ainda que as informações divulgadas sejam verdadeiras. A última versão da minuta não incorporou essa sugestão.<br /><br />Para um ministro ouvido reservadamente pelo Estado, um robô - programas usados para multiplicar mensagens na internet - não tem legitimidade para impulsionar notícia nenhuma, seja ela falsa ou verdadeira.<br /><br />Outra sugestão não incorporada foi a de proibir, em qualquer hipótese, a suspensão de funcionamento do aplicativo WhatsApp por violações à legislação eleitoral. Esses temas, no entanto, ainda poderão ser discutidos pelo plenário da Corte - as resoluções estão sujeitas a alterações até março do ano que vem. Procurado pela reportagem, o WhatsApp informou que não se pronunciaria.<br /><br />O texto ainda fixa que o conteúdo "impulsionado" na internet deverá ser devidamente identificado aos internautas, com o CNPJ ou o CPF do responsável, além da expressão "propaganda eleitoral".<br /><br />Financiamento. Na minuta sobre arrecadação e gastos de campanha, o TSE regularizou as regras sobre o fundo eleitoral criado este ano e estabeleceu normas para o levantamento de recursos via internet. As resoluções, no entanto, não tratam de autofinanciamento.<br /><br />Na última quarta-feira, o Congresso derrubou um veto do presidente Michel Temer e proibiu a possibilidade de o candidato bancar totalmente os gastos de sua própria campanha.<br /><br />Entre os pontos de dúvidas levantadas pelo grupo de trabalho está se o candidato que pegar um empréstimo para financiar a sua campanha terá de quitar todo o montante até o momento da prestação de contas. A minuta do TSE entende que sim, mas os especialistas afirmam que não há qualquer obrigação legal nesse sentido e que isso se trata de uma questão pessoal do candidato.<br /><br />Outro ponto que deve gerar debate é se o candidato precisará abrir três contas diferentes, para receber doações de pessoas física, os recursos do fundo eleitoral e os provenientes do fundo partidário. A minuta do TSE não deixa isso claro.<br /><br />O grupo também sugere medidas para facilitar a arrecadação, como descartar a necessidade de recibos eleitorais para doações feitas pela internet. Em um trecho polêmico, o TSE determina que os partidos devem destinar no mínimo 5% e no máximo 15% dos recursos do fundo partidário para candidaturas de mulheres. O grupo, no entanto, diz que um limite máximo é inconstitucional. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T10:44:00-03:00 Esportes Equipe de Rubinho vence 500 Milhas da Granja Viana em prova marcada por briga esportes/noticia/2447353/equipe-de-rubinho-vence-500-milhas-da-granja-viana-em-prova-marcada-por-briga/ <p>Em uma prova marcada por briga intensa e até troca de socos na pista, a equipe de Rubens Barrichello venceu a tradicional 500 Milhas da Granja Viana, prova de kart disputada no Kartódormo Internacional Granja Viana, localizado em Cotia (SP). O time de Rubinho herdou a vitória após a desclassificação das equipes de Felipe Massa e Bia Figueiredo.<br /><br />O time de Massa liderava a prova quando a organização decidiu desclassificar as duas equipes e todos os seus integrantes. O auge da confusão aconteceu quando os pilotos Rodrigo Dantas, da equipe de Massa, e Tuka Rocha, do time de Bia e Thiago Camilo, trocaram socos literalmente na pista. <br /><br />Após uma sequência de toques e pequenas batidas entre os dois pilotos, eles pararam na barreira de proteção. Demonstrando forte irritação, ambos saíram dos seus karts e trocaram socos diante do público e com transmissão ao vivo pelo Sportv. Como a corrida ainda estava em disputa, a briga demorou para ser apartada. Na sequência, outros integrantes da mesma equipe também se desentenderam, sem maior gravidade. <br /><br />Os dois times estavam na briga pela liderança desde o começo da prova, que durou cerca de 12 horas ao longo deste sábado, com término somente na madrugada deste domingo. E os toques entre os karts vinham acirrando a disputa entre vários membros do time. Os pequenos incidentes ao longo da prova culminaram na troca de socos entre Dantas e Tuka. <br /><br />Com a desclassificação sumária dos dois times, a vitória caiu no colo do time de Rubinho. Pela primeira vez, ele venceu ao lado do filho, Eduardo Barrichello, de 16 anos. Os outros membros do grupo eram Diego Nunes, Gary Carlton, Rafael Sukuzi, Beto Cavaleiro, Kiko Porto, Rafael Martins, João Cunha e Arthur Leist.<br /> <br />Rubinho se tornou o maior vencedor da prova que costuma que reunir os principais pilotos do automobilismo brasileiro. Ele soma agora dez vitórias, superando Tony Kanaan, que tem nove. Rubinho não vencia na Granja Viana desde 2013. A segunda colocação da atual edição ficou com a equipe Autotrac Jaguar Racing, da família Piquet.</p> 2017-12-17T10:41:00-03:00 Paraná Jovem morre em colisão entre carro e carreta na BR-376 parana/noticia/2447350/jovem-morre-em-colisao-entre-carro-e-carreta-na-br-376/ Um jovem de 22 anos, condutor de um Ford EcoSport, morreu em uma colisão contra uma carreta na BR-376, no Contorno de Mandaguari (a 37 quilômetros de Maringá), na noite desse sábado (16). <p>O acidente foi registrado por volta das 19h30, no quilômetro 209. Vinicius Eduardo Alonso Lopes, de 22 anos, conduzia o EcoSport, placas de Mandaguari, quando bateu na traseira da carreta, placas de Renascença (PR).</p> <p>Com o impacto, o EcoSport capotou e foi parar na canaleta que divide as pistas. O Corpo de Bombeiros e a ambulância da Viapar chegaram a ir ao local, mas Lopes já havia entrado em óbito, tendo o corpo sido encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML).</p> <p>O motorista da carreta, de 43 anos, saiu ileso.<span> </span></p> <p>*<a href="http://mandaguarionline.com.br/jovem-morre-em-acidente-no-contorno-de-mandaguari/" target="_blank">Com colaboração de Mandaguari Online</a></p> <p><span> </span></p> <figure style="text-align: left;" id="FotoMeio" border="0"> <figcaption class="legendaTemplate" border="0">Foto: Reprodução/Mandaguari Online</figcaption><img src="http://src.odiario.com/imagem/2017/12/17/g_d7ab7c0b-6576-4d21-88ab-d0c119db1e8e.jpg" border="0" width="560" height="350" /> <figcaption class="legendaTemplate" border="0"><br /></figcaption> </figure><br /> http://src.odiario.com/imagem/2017/12/17/p_d7ab7c0b-6576-4d21-88ab-d0c119db1e8e.jpg 2017-12-17T10:38:00-03:00 Mundo Theresa May diz que seus planos para o Brexit não serão "atropelados" mundo/noticia/2447354/theresa-may-diz-que-seus-planos-para-o-brexit-nao-serao-atropelados/ <p>A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, afirmou que seu governo "está provando que os que duvidam de nós estão errados", após a União Europeia (UE) ter concordado em seguir para a segunda fase das negociações da saída do país do bloco comum, o Brexit. Em artigos publicados neste domingo em dois jornais britânicos, May trouxe um tom de vitória e afirmou que seus planos para o Brexit não serão "atropelados".<br /><br />Líderes das 27 nações da UE deram ânimo para May na sexta-feira, quando concordaram que as conversas sobre o Brexit podem seguir para as negociações sobre a transição e as relações futuras das partes. Fonte: Associated Press.</p> 2017-12-17T10:38:00-03:00 Política Federais deflagram 'Operação Eleições' politica/noticia/2447355/federais-deflagram-operacao-eleicoes/ <p>Fotografado ao lado de Jorge Picciani no dia em que o presidente licenciado da Assembleia Legislativa do Rio foi preso, o policial federal Plínio Ricciardi achou que nunca seria notado. Nem ele, nem seu irmão, que também é agente e aparece na imagem. Com os mesmos cabelos grisalhos, porte físico e óculos escuros, logo viraram meme: os gêmeos da Federal. O mais inusitado veio em seguida, quando ele recebeu uma ligação do presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) convidando-o para se candidatar a deputado federal no ano que vem, em nome da entidade. <br /><br />O "gêmeo da Federal" foi alçado a um grupo de 24 policiais federais em 18 Estados que a Fenapef pretende lançar em 2018 para os cargos de deputado estadual, federal e senador. Segundo a federação, também integram o grupo Lucas Valença, o "Hipster da Federal", e o já deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), escrivão da PF. <br /><br />"Nunca tinha pensado nisso. Mas se for para ajudar a categoria em alguns projetos, pode ser", disse Plínio. Na corporação desde 2005, seu projeto político, no entanto, ainda está cru: ele não sabe por qual partido ou quando se lançaria oficialmente. O policial de 41 anos, inclusive, diz que está "meio por fora" da política porque trabalhou durante as eleições de 2014 e 2016 e nem sequer votou. <br /><br />Dos 24 policiais que a Fenapef quer lançar, até agora só 14 deram certeza que estarão na disputa. No ano passado, foram eleitos 23 delegados para vereadores e prefeitos, em 14 Estados. Foi um salto em comparação com as eleições municipais anteriores, de 2012, quando ainda não havia uma movimentação da federação e apenas nove delegados foram eleitos.<br /><br />O grande diferencial de 2012 para 2016 foi a Operação Lava Jato, que manteve a Polícia Federal nas manchetes de jornais e a levou até ao cinema. "Em tese, a gente está se aproveitando do momento", reconheceu o presidente da Fenapef, Luis Boudens. "Agora a polícia vai resolver a política de dentro. Em várias unidades, temos colegas convidados pela própria população", disse. <br /><br />Resolver "a política de dentro", no caso, significa possivelmente participar de partidos cujos integrantes foram citados, denunciados, conduzidos coercitivamente ou até presos. Não consta na lista o PMDB de Picciani, mas os agentes se distribuem pelas siglas: PSDB, PSC, PRP, SD, PPS, PTB, PSD, PPL, PR, Patriotas e Rede - as duas últimas legendas são as únicas não envolvidas na Lava Jato. <br /><br />A questão partidária está sendo, segundo Boudens, a mais delicada nas discussões internas. "Escolher partido se tornou uma dificuldade para os federais que querem atuar politicamente. Só que, infelizmente, a legislação obriga a vinculação partidária", disse. "O colega que está vinculado ao PSDB, por exemplo, na região dele o partido não enfrentou problemas e isso tira um pouco esse peso do partido nacionalmente", ponderou.<br /><br />Agenda. O principal objetivo da Fenapef é emplacar uma agenda com os interesses da categoria no Congresso. Nas palavras de Boudens, é "incentivar o combate à corrupção e lutar pela mudança no modelo de segurança pública adotado no Brasil". Pode parecer uma pauta abrangente - e é - mas a segunda agenda, sobre segurança pública, é calcada em pilares que nada têm a ver com o que se discute na Frente Parlamentar de Segurança Pública, a chamada Bancada da Bala. <br /><br />A agenda da federação é focada em questões práticas, como o aumento no trabalho de prevenção, a desburocratização e descentralização das investigações e a reestruturação da carreira policial, com foco na meritocracia.<br /><br />Nada impede também que o grupo se divida nas pautas polêmicas. A federação se diz preocupada com Direitos Humanos e, por isso, se indispôs com um policial federal que já exerce mandato no Congresso, o Delegado Franceschini (SD-PR). Em maio de 2015, ele deixou o comando da Secretaria de Segurança Pública do Paraná após o confronto da Polícia Militar com professores em greve no Estado, que deixou 200 pessoas feridas. <br /><br />Por outro lado, um dos nomes na lista de pré-candidatos é o filho de Jair Bolsonaro (PSC-RJ), Eduardo. Segundo Boudens, ele nunca ocupou nenhum cargo no Poder Executivo e, portanto, nunca se expôs negativamente. "O que ele faz, por enquanto, é defender suas ideias. Não há porque temer uma situação ou criar um tipo de restrição em relação a ele, se hoje no Congresso é um exímio defensor da segurança pública e da Polícia Federal", afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T10:37:00-03:00 Economia Após leniência da SBM, TCU deve destravar fila economia/noticia/2447352/apos-leniencia-da-sbm-tcu-deve-destravar-fila/ <p>A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de aprovar o acordo de leniência da SBM Marketing com a Controladoria-Geral da União (CGU) deve destravar a fila de negociações em andamento no âmbito do governo federal. Há entre 23 e 25 empresas negociando com a CGU e a Advocacia-Geral da União, muitas delas alvo da Operação Lava Jato. A Odebrecht e a Andrade Gutiérrez acreditam estar próximas do fechamento do acordo, após já terem conseguido no Ministério Público Federal.<br /> <br />Neste fim de semana, a AGU está revisando o acordo da SBM Marketing, após aprovação do TCU, e a assinatura poderá ocorrer já no início da próxima semana. O julgamento serviu para demarcar a atuação de cada órgão do governo nos acordos de leniência - espécies de delações premiadas de empresas.<br /><br />O TCU reconheceu a eficácia imediata dos acordos da AGU, que, por sua vez, reconheceu que não pode dar a quitação do dano das empresas, prerrogativa do tribunal de contas. O TCU reafirmou que deve fazer uma análise prévia dos termos e condições dos acordos assinados, mas uma vez que isso é feito, a assinatura do acordo pela CGU/AGU não deve ser contestada. <br /><br />Os órgãos concordam que, em relação às empresas, se o TCU constatar superfaturamento e outros tipos de dano, as companhias terão de fazer o pagamento complementar.<br /><br />Na negociação de acordos de empreiteiras da Lava Jato, como Odebrecht e Andrade - que já têm acordo no Ministério Público Federal (MPF), há uma série de pontos travados. O principal deles é a forma como será paga a diferença entre os acordos do MPF e da CGU. <br /><br />"A partir do momento que a gente se acerta, e esse passo começa a ser travado de um modo mais alinhado, de certo ponto isso acaba elevando também a visão do nosso País em relação a essa política que é efetivamente uma política de Estado. Não é política de governo, da instituição A, B, C ou D, é uma política do Estado Brasileiro", disse a advogada-geral da União, Grace Mendonça.<br /><br />O caso SBM passa a ser visto no TCU como um manual para o fechamento de acordos de leniência, segundo um ministro. O ministro do TCU Bruno Dantas afirmou que a decisão foi importante para desmitificar o discurso de que há uma disputa entre órgãos. "A decisão mostra que, quando os acordos são bem feitos e bem negociados, o TCU jamais será um entrave", disse. Ele lembrou que a equipe técnica do TCU recomendou a rejeição do acordo, mas os ministros por unanimidade decidiram aprovar, acompanhando o Ministério Público no TCU.<br /><br />Valores. Um dos desafios que restam para o fechamento de novos acordos é quanto aos valores a serem pagos. Não apenas o volume total de recursos, mas em relação à especificação da natureza jurídica dos recursos. Por exemplo, acordos do MPF não especificam quanto é multa, quanto é indenização.<br /><br />Diante de notícias de que a CGU teria estipulado um valor de R$ 40 bilhões para fechar acordo com a Andrade Gutierrez, que teve de pagar R$ 1 bilhão no acordo com o MPF, o advogado da empresa, Sebastião Tojal, disse que a construtora "continua no seu processo de negociação e que ele está avançando". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T10:31:00-03:00 Economia A Odebrecht que Marcelo encontrará fora da prisão economia/noticia/2447351/a-odebrecht-que-marcelo-encontrara-fora-da-prisao/ <p>Quando a Polícia Federal prendeu Marcelo Odebrecht em 19 de junho de 2015, o império da família baiana prosperava. Sob o comando do empresário, o grupo ultrapassara R$ 100 bilhões de faturamento pela primeira vez. As receitas seguiam em alta apesar do avanço da Lava Jato. Eram 170 mil funcionários espalhados por quase 30 países. <br /><br />Na terça-feira, o herdeiro do grupo deixará o cárcere em Curitiba rumo à sua casa em São Paulo. A alguns quilômetros da residência, a realidade é outra na sede da Odebrecht. Forçada pelas investigações a confessar um dos maiores esquemas de corrupção já vistos, o prestígio ostentado pelo grupo se perdeu, os contratos minguaram e a dívida ficou grande demais.<br /><br />Para honrar compromissos e não quebrar, a Odebrecht foi obrigada a vender tudo que podia. Até agora já conseguiu embolsar R$ 7,4 bilhões. Quer achar comprador ainda para outros R$ 4,5 bilhões em ativos.<br /><br />Parte mais visível da crise, a construtora, origem do conglomerado, é uma fração do que já foi e tem futuro incerto. A carteira de projetos recuou para menos da metade. A empreiteira entrou 2015, com um estoque de trabalhos que somava US$ 33,8 bilhões. Agora, é de pouco mais de US$ 14 bilhões. <br /><br />Com empresas vendidas e menos obras para tocar, a Odebrecht demitiu aos montes. Hoje são 100 mil funcionários a menos do que em meados de 2015.<br />O comando do grupo tem se desdobrado para convencer o mercado de que sua postura mudou. Gastou milhões de reais para implementar um programa de conduta e ética, colocou profissionais do mercado no Conselho de Administração e abriu as portas para monitores externos.<br /><br />Mas a saída de Marcelo da prisão tem gerado ruídos na família e na empresa. Ele está proibido de ocupar cargos na companhia até 2025, quando terminará sua pena. Por ter cometido crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, ele foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão, mas seu acordo de delação reduziu a pena para dez anos, sendo dois anos e meio em regime fechado.<br /><br />Apesar da restrição, quem conhece o executivo classifica seu comportamento como imprevisível. Há temor de que ele constranja antigos aliados a informá-lo sobre o dia a dia do grupo. Não à toa, Emílio Odebrecht tomou medidas públicas às vésperas da saída do filho da prisão: anunciou sua saída antecipada do comando do conselho de administração e a decisão de que os Odebrecht não mais ocuparão a presidência do grupo. As medidas reforçam a tentativa de acelerar o soerguimento do grupo e sinalizam um esforço para blindar os negócios da influência do filho. <br /><br />Articulação. O Estado apurou que, mesmo dentro da prisão, Marcelo articulou para conseguir apoio para derrubar o pai da presidência da Kieppe, empresa da família Odebrecht que controla a Odebrecht S.A., e indicar alguém de confiança. Segundo fontes, tentou convencer tios e primos a ficar do seu lado. Marcelo, bem como o pai, é minoritário na Kieppe. A tentativa de articulação, porém, não deu certo. Desde que foi preso, o empreiteiro se indispôs com a família. Teve atrito com o pai, a irmã e o cunhado.<br /><br />A preocupação de Emílio e da cúpula da Odebrecht é de ordem prática. A avaliação é que a Odebrecht deu passos importantes em sua tentativa de reestruturação, ao rolar dívidas e vender ativos. Mas a situação é delicada e qualquer fato que mine ainda mais sua reputação pode atrapalhar negociações.<br />O grupo esperava, por exemplo, encerrar as atividades da OTP, de concessões, até o fim do ano. O atraso na venda das concessões impossibilitou o plano. As conversas com a Brookfield, que tem interesse em levar rodovias, estão demorando mais que o esperado. Vendas de outros ativos como as hidrelétricas Chaglla, no Peru, e Santo Antônio, no Brasil, também emperraram.<br /><br />Na construtora, foi traçado um plano agressivo para disputar contratos. O sucesso da empreitada é decisivo para que ela afaste o risco de ter de renegociar com credores internacionais parte de sua dívida. Mas, para que tenha chance de voltar a rechear sua carteira de obras, a Odebrecht não pode sofrer novos abalos na imagem. Mesmo clientes privados receiam esse tipo de exposição. E notícias de que Marcelo voltou a ter voz e ouvidos na empresa atrapalhariam a tentativa de manter os negócios de pé.<br /><br />Bancos nacionais já avisaram que, caso percebam movimentações do ex-presidente em direção à companhia, vão endurecer nas negociações e cortar de vez o crédito. Um dos principais credores da empresa, um banco nacional diz que acompanha de perto a governança da Odebrecht e há apreensão sobre quem comandará o grupo com a saída de Emílio Odebrecht. O "vácuo no poder" já deixa banqueiros preocupados.<br /><br />Procurada, a Odebrecht não se manifestou. O advogado de Marcelo, Nabor Bulhões, que o defende nas ações penais, classificou as informações sobre interferência de seu cliente na empresa como especulações desvairadas. No tempo em que ficou preso, disse Bulhões, Marcelo teve uma conduta exemplar. "Ao sair, ele vai focar na sua família. Não há nenhum objetivo de constranger ninguém na empresa." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p> 2017-12-17T10:25:00-03:00