Publicidade
23º
17º
sex - 25/05
23º
15º
sáb - 26/05
24º
12º
22/08/2011 às 17:03 - Atualizado em 22/08/2011 às 20:49
Uma comitiva com seis chineses esteve nesta segunda-feira (22) no norte do Paraná para conhecer de perto a infraestrutura física oferecida para abrigar a nova unidade brasileira da Foxconn. Arapongas (a 66km de Maringá) foi a cidade escolhida pelo governo do Paraná para disputar a indústria, que também é cobiçada por municípios de outros Estados.
A Foxconn é uma montadora de tablets e equipamentos eletrônicos, com sede em Taiwan. Metade da produção mundial fica na China e entre os clientes estão a gigantes norte-americana Apple. De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia, a multinacional pretende investir US$ 12 bilhões (R$ 19,2 bilhões) em cinco anos em uma nova unidade brasileira, com previsão de emprego de 100 mil pessoas.
A visita da comitiva de chineses à Maringá, Arapongas e Londrina foi cercada de cuidados e restrições à imprensa. Mesmo assim, O Diário teve acesso a reunião de lideranças com a comitiva na manhã desta segunda-feira, na sede da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim).
O Diário acompanhou a comitiva até Arapongas, onde foi mostrado o terreno que pode abrigar a nova sede da montadora. A área atualmente é um pasto, adjacente ao aeroporto do município, no km 232 da PR-218, entre Arapongas e Sabáudia. O local fica a 45 km do aeroporto de Londrina e 78 km do aeroporto de Maringá.
Londrina
Depois de passar por Arapongas, a informação era que a comitiva seguiria para Londrina. O presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Nivaldo Benvenho, reafirmou nesta segunda-feira o interesse do município de receber a Foxconn e adiantou que as negociações "estão caminhando bem", mas não deu detalhes do negócio que, segundo ele, estaria sido mantido em sigilo a pedido da própria empresa e do governo federal.
Benvenho estima que a empresa chinesa vai gerar 30 mil empregos diretos e outros 100 mil indiretos, o que provocaria um "impacto gigante" na região. "Teria que construir uma nova cidade", projeta ele.
O presidente da Acil, no entanto, não confirmou o encontro com os chineses nesta segunda. Antes de desligar o telefone, apenas brincou dizendo que teria que atender um "pessoal do outro lado do mundo".
22/08/2011 às 17:03 - Atualizado em 22/08/2011 às 20:49
2 comentários
Aviso importante: A reprodução total ou parcial de qualquer conteúdo (textos, imagens, infográficos, arquivos em flash, etc) do portal odiario.com não é permitida e, caso se configure, poderá ser objeto de denúncia tanto nos mecanismos de busca quanto na esfera judicial. Se você possui um blog ou site e deseja estabelecer uma parceria com odiario.com para reproduzir nosso conteúdo, entre em contato pelo e-mail parceria@odiario.com.