• Comitiva da Foxconn conhece terreno em Arapongas para instalar fábrica de tablets

  • Vinícius Carvalho , Juliana Leite e Rosângela Gris
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Uma comitiva com seis chineses esteve nesta segunda-feira (22) no norte do Paraná para conhecer de perto a infraestrutura física oferecida para abrigar a nova unidade brasileira da Foxconn. Arapongas (a 66km de Maringá) foi a cidade escolhida pelo governo do Paraná para disputar a indústria, que também é cobiçada por municípios de outros Estados.

A Foxconn é uma montadora de tablets e equipamentos eletrônicos, com sede em Taiwan. Metade da produção mundial fica na China e entre os clientes estão a gigantes norte-americana Apple. De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia, a multinacional pretende investir US$ 12 bilhões (R$ 19,2 bilhões) em cinco anos em uma nova unidade brasileira, com previsão de emprego de 100 mil pessoas.

A visita da comitiva de chineses à Maringá, Arapongas e Londrina foi cercada de cuidados e restrições à imprensa. Mesmo assim, O Diário teve acesso a reunião de lideranças com a comitiva na manhã desta segunda-feira, na sede da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim).

O Diário acompanhou a comitiva até Arapongas, onde foi mostrado o terreno que pode abrigar a nova sede da montadora. A área atualmente é um pasto, adjacente ao aeroporto do município, no km 232 da PR-218, entre Arapongas e Sabáudia. O local fica a 45 km do aeroporto de Londrina e 78 km do aeroporto de Maringá.

Londrina

Depois de passar por Arapongas, a informação era que a comitiva seguiria para Londrina. O presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Nivaldo Benvenho, reafirmou nesta segunda-feira o interesse do município de receber a Foxconn e adiantou que as negociações "estão caminhando bem", mas não deu detalhes do negócio que, segundo ele, estaria sido mantido em sigilo a pedido da própria empresa e do governo federal.

Benvenho estima que a empresa chinesa vai gerar 30 mil empregos diretos e outros 100 mil indiretos, o que provocaria um "impacto gigante" na região. "Teria que construir uma nova cidade", projeta ele.

O presidente da Acil, no entanto, não confirmou o encontro com os chineses nesta segunda. Antes de desligar o telefone, apenas brincou dizendo que teria que atender um "pessoal do outro lado do mundo".

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Comentários

2 comentários

  • Alfredo Cousin
  • | 22/08/2011 18:09:07
  • Sr redator: São 12 bilhões. Agora, a imprensa marrom (veja) esta querendo melar o negócio. http://info.abril.com.br/noticias/mercado/foxconn-pode-nao-vir-para-o-brasil-20082011-7.shl NÃO QUEREM QUE NADA DE CERTO!
  • samuel camara de lemos filho
  • | 23/08/2011 09:20:59
  • Comitiva de comunista mostrando como faz capitalismo haha

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