Hoje (13) completa exatamente um ano desde que Carla Tauani Dias dos Santos e a mãe dela, Roseli Aparecida da Silva, foram agredidas com um taco de beisebol na Vila Santo Antônio, em Maringá. As marcas físicas – como a fratura no braço da jovem de 23 anos e o afundamento de crânio da mãe, de 45 – cicatrizaram, mas elas ainda têm que enfrentar as marcas psicológicas do caso, que foi a julgamento um ano depois.

Em 13 de julho de 2016, as duas foram agredidas, segundo a Polícia Civil, por Humberto Musolon, ex-marido de Carla e ex-genro de Roseli. O homem, hoje com 30 anos, está no banco dos réus, e o julgamento presidido pelo juiz Cláudio Camargo dos Santos está previsto para se estender até a meia-noite.

Na acusação, além do promotor Antonio Euris Boton Junior, estão o advogado Marcelo Ortiz Ferreira e o ex-delegado de Paiçandu, José Nunes Furtado. Do lado da defesa do réu, estão os advogados Everton Aparecido Caldeira e Liana Carla Gonçalves dos Santos.

O caso

Carla e a mãe levavam os filhos da jovem para uma creche na Vila Santo Antônio, na Zona Norte de Maringá, quando foram cercadas por um homem que começou a desferir vários golpes nas duas, utilizando um taco de beisebol. Esse homem seria Humberto Musolon, que, segundo a polícia, não aceitava o fim do relacionamento de três anos que teve com a vítima.

A jovem de 22 anos (na época) teve os dois braços fraturados ao tentar defender o bebê de 10 meses que estava no colo dela. Já Roseli segurava na mão de um dos netos e foi atingida na cabeça, tendo afundamento de crânio. As duas crianças são filhas de Musolon, que fugiu após a agressão.

As duas mulheres foram internadas em estado gravíssimo e ficaram na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital. O suspeito foi preso pela Polícia Civil dois dias depois, quando se apresentou na delegacia, com o advogado.

*Colaboração André Almenara

Foto: André Almenara
Réu está sentado atrás da vítima, com quem teve um relacionamento por três anos

 

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