A desocupação forçada de um imóvel virou caso de polícia, em Maringá. O fato teria ocorrido no dia 26 de dezembro passado, mas só ontem o ex-inquilino, de 36 anos, decidiu denunciar o caso na delegacia acusando a responsável pela desocupação de se apoderar de uma série de objetos pessoais, além de um grande estoque de produtos sexuais.

No relato, a vítima contou que a dona do imóvel, de 43 anos, teria invadido a casa onde morava, no Conjunto Guaiapó, zona norte, junto com outras seis pessoas e retirado todos os seus pertences, que foram levados para a casa de sua avó, em outro bairro da cidade.

A vítima disse, ainda, que posteriormente notou o sumiço de duas câmeras de circuito fechado, dois notebooks, um miniprojetor, uma prancha de cabelos, roupas, joias e relógios e centenas de itens de sexshop, como bolinhas funcionais, vibradores, masturbadores femininos, fantasias eróticas e seis bonecas infláveis.

A Polícia Civil explicou que a dona do imóvel acusada de fazer a desocupação e todas as pessoas que teriam participado da ação serão chamadas para prestar esclarecimentos.


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