• Polícia investiga morte de garota de 13 anos

  • Roberto Silva
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A Polícia Civil de Paiçandu investiga a morte da adolescente Gisele Braga da Silva, 13 anos. Ela foi encontrada morta na noite desta quarta-feira em decorrência de um disparo de arma de fogo, que transfixou a cabeça dela. Familiares da vítima entregaram uma garrucha calibre .22 como sendo a suposta arma de onde teria partido o disparo, mas a polícia suspeita-se que o projétil tenha partido de uma arma mais potente.

O fato ocorreu por volta das 23h30, na Rua Tocantins, próximo à Avenida Ivaí, no Jardim Alvorada. Primeiros a chegar ao local, os bombeiros verificaram que a adolescente, que já estava morta, apresentava duas perfurações nos lados direito e esquerdo da cabeça.

As pistas inciais surgiram após a chegada de uma equipe da Polícia Civil. De acordo com o investigador Paulino, evidências indicam que a garota morreu por motivos passionais. "Familiares contaram que ela havia saído para encontrar um namorado, que ainda não foi identificado. Ele é um forte suspeito e será chamado para depor", afirmou.

Paulino disse, ainda, que as informações preliminares davam conta que a menina teria cometido suicídio. A Polícia Militar, no entanto, desconfia da informação. "Não foi encontrada arma junto ao corpo", afirmou o tenente Alexandro Gomes, acrescentando que uma garrucha de calibre .22 teria sido encontrada, posteriormente ,com uma irmã da vítima.

"Familiares disseram que a menina guardava a arma para o namorado e que ela poderia ter se matado com a garrucha. O caso é controverso, pois o projétil transfixou o crânio. Uma garrucha não conseguiria causar tal impacto, por isso, acreditamos que havia mais alguém com ela na cena do crime", concluiu Gomes.

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