• Suspeito de sequestrar Brenda é preso no Restaurante Popular em Maringá

  • Rosângela Gris com informações de Roberto Silva

Ricardo Lopes

Jorge Antunes Cardozo no interior da viatura policial que

o levou para São Paulo

O suspeito de raptar a menina Brenda Gabriela da Silva, de 4 anos, durante um culto em uma igreja evangélica no Cambuci, região central de São Paulo (SP), foi preso no fim da manhã desta quinta-feira (5) em Maringá. A prisão do ajudante-geral Jorge Antunes Cardozo, de 47 anos, foi feita por policiais civis do 6ºDistrito Policial (DP) de São Paulo, responsável pelo caso.

Cardozo estava foragido desde o dia 25 de junho quando foi visto pela última vez na Rua Vergueiro, no bairro da Liberdade da capital paulista. Na ocasião, ele estava acompanhado da menina que acabou reconhecida e recuperada por um vizinho. A Polícia Militar foi acionada, mas o suspeito conseguiu fugir.

A Polícia Civil de São Paulo chegou até Cardozo na manhã de hoje seguindo o rastro das operações bancárias do suspeito. Um delegado e três agentes da polícia paulista chegaram em Maringá na manhã de quarta-feira (4) após receberem imagens do sistema de monitoramento de segurança de uma agência bancária da cidade, onde o ajudante-geral realizou um saque no valor de R$ 50,00 na semana passada.

Inicialmente as buscas se concentraram nas ruas e albergues da cidade uma vez que as investigações apontaram que Cardozo é morador de rua. No fim da manhã de hoje, com o apoio do Setor de Inteligência da 9ª Subdivisão Policial (SDP), os policiais de São Paulo foram até o Restaurante Popular, localizado na Avenida Lauro Werneck, e lá encontraram o suspeito e deram voz de prisão.

Antes de ser levado para São Paulo, Cardozo foi apresentado na 9ª SDP e, posteriormente, encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Maringá para exames de corpo delito. De lá, ele seguiu escoltado para a capital paulista. A previsão de chegada no 6º DP era por volta das 20h.

O suspeito, que teve a prisão temporária decretada pela juíza Flávia Castellar Olivério, será indiciado pelo suposta prática do crime previsto no Artigo 148 do Código Penal. Se condenado, ele pode pegar de dois a oito anos de prisão por privação de liberdade, por meio de sequestro ou cárcere privado, com agravante do crime ter sido praticado contra um menor de 18 anos.

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