• Professor e líder religioso é preso pelo Gaeco acusado de pedofilia

  • Rosângela Gris e Ivy Valsecchi com informações de Fábio Linjardi e Roberto Silva

O professor e líder religioso Juarez Aparecido Nogueira Gonçalves, 48 anos, foi preso na manhã desta quinta-feira (20) no Jardim Alvorada, em Maringá, sob a acusação de pedofilia e estupro de vulnerável. No momento da prisão, feita pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o acusado estava acompanhado da vítima, uma menina de dez anos.

O flagrante ocorreu na Avenida Sophia Rasgulaeff, nas proximidades da escola em que a vítima estuda. Segundo o promotor do Gaeco, Laércio Januário de Almeida, o homem foi surpreendido pelos agentes no momento em que acariciava a menina no interior de um caminhão F 4000, com placas de Doutor Camargo, estacionado na avenida.

O professor estava sendo investigado há pelo menos um mês. A denúncia foi feita pela mãe da criança ao Conselho Tutelar, que acionou o Ministério Público do Paraná (MP-PR), após ter flagrado uma conversa entre os dois no chat no computador da filha.

Segundo o promotor do Gaeco, Gonçalves se comunicava com a menina através da rede social Facebook e ligações telefônicas. Na semana passada, no Dia dos Namorados, os dois se encontraram em um shopping de Maringá e o acusado presenteou a vítima com um celular, um tablet e uma webcam.

Em uma das conversas os dois combinaram de se encontrar nesta manhã aproveitando os últimos horários vagos. A menina saiu mais cedo da escola e foi ao encontro do professor que a aguardava na Avenida Sophia Rasgulaeff, local do flagrante.

Gonçalves foi levado à sede do Gaeco para prestar interrogatório e depois encaminhado à 9ª Subdivisão Policial (SDP), onde está preso. A vítima também foi ouvida e recebeu atendimento psicológico. "Espero que ele apodreça na cadeia", desabafou a mãe da garota, após a ação dos agentes do Gaeco.

Na 9ª SDP, o professor conversou com a reportagem de O Diário e afirmou que não teve relações sexuais com a menina. Ele contou que conversava há cerca de três meses pelo Facebook e confirmou o encontro dos dois em um shopping da cidade na semana passada. "Fui até lá, entreguei os presentes e fui embora", relatou.

Segundo o Gaeco, o acusado é divorciado e líder religioso em Doutor Camargo (a 36 quilômetros de Maringá), cidade onde mora. Ele também é professor de cursos profissionalizantes para adolescentes em duas instituições de Maringá e eventualmente trabalha como empreiteiro na cidade.

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