Passar de 3 a 6 meses, às vezes até um ano, estudando inglês em outro país e aproveitar ao máximo a cultura local, passear e se divertir; ou fazer o mesmo, mas optar por trabalhar, geralmente como garçom ou babá , para poder arcar com os custos de morar fora?

Ou, em vez disso, que tal fazer um curso intensivo de inglês no exterior , de 30 horas semanais, durante seu mês de férias no trabalho, e voltar com uma fluência de dar inveja em seus colegas de escritório? Não, prefere usar esse mês de férias para fazer um curso leve de 15 horas por semana em um lugar que tenha praia, é isso?

Perfis de intercambistas tão díspares quanto esses foi o resultado encontrado no estudo realizado pelo especialista em intercâmbios no exterior, Bruno Passarelli, fundador da agência de intercâmbio Descubra o Mundo Intercâmbio.

“Tem de tudo: meninos ricos que querem curtir um mês de férias em Malta , Los Angeles ou Miami ; pessoas mais maduras que sempre sonharam em fazer um intercâmbio e resolveram, de repente, que é hora de dar uma guinada na vida e tem tanto a opção de estudar e trabalhar ou a de só estudar e passear por uns 6 meses, dependendo das condições socioeconômicas e, por fim, tem também aqueles executivos que acham que aprender inglês rápido vai alavancar a carreira e decidem usar 4 semanas das férias em um curso intensivo em Chicago , Nova Iorque ou no Canadá , que é um país mais em conta” – esclarece Bruno.

PARA CADA PERFIL DE INTERCAMBISTA, UM DESTINO IDEAL

“Com o tempo, a gente foi entendo esses perfis. Eu tenho dados de milhares de intercambistas que fizeram consultoria comigo e resolvi dar uma estudada nesses números. E os resultados foram próximos do que eu esperava, mas devem ser surpreendentes para quem não é do ramo, eu imagino”- nos revelou o especialista.

Segundo Passarelli, um dos perfis mais destacados são os jovens de classe média e média alta que realmente querem aprender inglês, passar um mês no exterior, mas se for em um lugar com muitas baladas, praias e oportunidades de namorar, ai vai ser melhor ainda.

Para esses, Passarelli costuma recomendar intercâmbio em Malta para quem não pode gastar muito e destinos como Miami e Los Angeles para quem não tem preocupação com as despesas.

Para os executivos, a linha de corte é a mesma: a renda. “ O Canadá é uma excelente opção, com muitas escolas boas e preços convidativos” – ele comenta –“Mas tem aqueles que querem frequentar grandes centros econômicos, como Chicago, San Diego ou Boston. Um intercâmbio ideal para os dois casos é a escola Stafford House , que tem unidades nesses dois países” - aconselha o consultor.

Por fim, para quem quer fazer viagens de longa duração, as opções são inúmeras. “É muito uma questão de realizar seu sonho mesmo, conhecer aquele país que você sempre quis. Mas, se houver restrição orçamentária, a dica é ir para países como Irlanda , Nova Zelândia e Austrália , onde, atendendo certas condições, é permitido trabalhar e estudar legalmente durante o intercâmbio, o que facilita muito arcar com os custos e ficar um bom tempo por lá.

Qual o conselho de Passarelli para quem quer fazer intercâmbio e não sabe por onde começar? Pesquise muito, leia, converse com quem já foi e visite blogs de intercâmbio.

Para começar, a dica dele é esta: baixe gratuitamente o e-book de sua autoria: 51 perguntas mais frequentes sobre intercâmbio, o guia completo para tirar suas primeiras dúvidas . Depois, se quiser, pode ligar para ele.

Autor: Bruno Passarelli


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