Um aparelho pequeno, do tamanho de um telefone fixo, é uma das últimas novidades tecnológicas em diagnósticos na área da saúde. Conhecido como Oligoscan, trata-se de um recurso importante na medicina. O funcionamento é simples: o médico aproxima o equipamento na mão do paciente e, imediatamente, é iniciada uma leitura em quatro pontos específicos. Esta averiguação identifica a presença de metais pesados no organismo que são responsáveis por intoxicações. Com rapidez - são apenas alguns segundos para obter o resultado - e eficácia, o equipamento substitui, em muitos casos, os exames de sangue.

São identificados elementos como chumbo, alumínio, mercúrio, entre outros, que podem influenciar no aparecimento de vários tipos de câncer dependendo do tempo de exposição e da quantidade que o organismo absorveu. Entre os órgãos mais atingidos, estão os pulmões, fígado, cérebro e rins. O resultado do "escaneamento" da palma da mão surge imediatamente na tela do computador.

O médico responsável pela Modernist Medicina Integrativa, Marco Paulo Di Benedetto, 34, do Centro Ortopédico Ingá, em Maringá, usa o equipamento e conta que o ideal seria que o Oligoscan fosse um exame de rotina, afinal, todos possuem algum contato com metal pesado. Segundo ele, várias coisas que usamos entram em contato com a pele e isso pode ser um fator que gera alguma doença como câncer.

"A vacina da gripe é um exemplo disso, ela contém mercúrio e a partir do momento que alguém é muito vacinado, aquilo acumula no corpo e esse mercúrio querendo ou não nos intoxica", explica.

Muitos pacientes que fazem o procedimento são pessoas adultas e aqueles que estão na terceira idade. Esses casos, essa faixa etária, sofre no organismo um tipo de cromo onde o deficit pode causar a resistência insulínica, mais conhecida como pré-diabetes. Feito o diagnóstico dos desequilíbrios, são sugeridos tratamentos mais eficazes, que regulem uma mudança nos hábitos alimentares para que alguns dos metais não voltem ao organismo.

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CENTRO ORTOPÉDICO INGÁ
Av. Nóbrega, 590/Zona 04
Telefone: 44 3265-1444
@dr.marcopaulodibenedetto


COTIDIANO. O médico Marco Paulo Di Benedetto, do Centro Ortopédico Ingá, usa o equipamento e conta que o ideal seria que o Oligoscan fosse um exame de rotina. Muitas coisas que usamos no dia a dia podem conter metais pesados passíveis de serem absorvidos pelo organismo . — JOÃO PAULO SANTOS


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