O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirmou que a produção da indústria brasileira cresceu 2,5% em julho em comparação com o mesmo mês de 2016 e 0,8% em relação a junho. De acordo com a entidade, esse é o quarto resultado positivo do setor e o melhor mês de julho desde 2014, que encerrou com uma taxa de 1,3%.

O maior desenvolvimento de julho foi encabeçado pela categoria de bens de consumo duráveis (principalmente motocicletas, eletrodomésticos e mobiliários), com 2,7% de crescimento. Outro destaque também foi o impacto dos produtos alimentícios, que cresceu 2,2% na comparação com junho e está em expansão pelo terceiro mês seguido.

Por outro lado, entre as nove atividades que apontaram redução na produção - ainda em comparação com julho de 2016 – é possível afirmar que as principais influências foram registradas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,6%), metalurgia (-3,8%), outros equipamentos de transporte (-14,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-7,0%) e produtos de minerais não-metálicos (-3,5%).

No índice acumulado para janeiro-julho de 2017, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial mostrou acréscimo de 0,8%, com resultados positivos em duas das quatro grandes categorias econômicas, 13 dos 26 ramos, 40 dos 79 grupos e 51,4% dos 805 produtos pesquisados.

Entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias (11,6%) e indústrias extrativas (5,2%) exerceram as maiores influências positivas na formação da média da indústria. Outras contribuições positivas relevantes sobre o total nacional vieram de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (19,7%), de máquinas e equipamentos (3,1%), de metalurgia (2,5%), de produtos do fumo (17,7%) e de confecção de artigos do vestuário e acessórios (4,9%).

Porém, vale ressaltar que especialistas do IBGE relatam que o resultado geral de 2,5% de crescimento na comparação com julho do ano passado deve ser observado com cautela, pois ele acontece num contexto onde a queda foi bastante expressiva - julho de 2016 apresentou um declínio de 6,1%.

Ainda nesse contexto, estudiosos defendem que – apesar dos resultados positivos – isso não quer dizer que a trajetória de recuperação já está traçada e consistente. Recentes pesquisas afirmam que, no primeiro semestre do ano, a indústria ficou próxima da estabilidade por três meses, recuou no mês de março e expandiu em abril e maio.

Agora, entre os principais desafios do momento, é possível citar que o mercado de trabalho ainda enfrenta dificuldades. Vale também citar o ciclo de corte na taxa básica de juros e também o arrefecimento na inflação.
Todos esses fatores contribuem para a inadimplência, maior número de pessoas sem uma ocupação e, por consequência, menor possibilidade de crédito e de confiança no mercado como um todo.

Nesse contexto, empresários do setor industrial devem estar atentos em aspectos que podem influenciar em suas produções. Os investimentos realizados com equipamentos e mão de obra, por exemplo, devem ser baseados em excelentes pesquisas de mercado.

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acoplamento Falk, o atuador elétrico e também buchas e esteiras transportadoras.


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