No Brasil os empresários sabem que para medir a eficiência e eficácia de uma empresa é preciso entender o que funciona, o que não funciona, entretanto, o que vemos são gestores dizendo que é preciso fazer a coisa certa o tempo todo, como um mantra empresarial, como se fosse possível gerir o negócio somente com ferramentas conceituadas no mercado, como: ERP, BI, CRM, BAM, BPM e outros.

Fazer gestão requer soluções dinâmicas e de análises em tempo real, que ofereçam maior visibilidade e visão dos processos de negócios, ser capaz de alertar gestores quando uma ação imediata for requerida, ajudar a analisar e melhorar os dados de negócios, entendendo as informações, destacando as falhas e encontrando maneiras rápidas e simples de responder e rastrear os efeitos da causa e suas consequências.

Segundo o Sr. Danilo Fiorini atual COO da Amaxonia LLC, as empresas que ainda não utilizam a inteligência operacional (OI), são empresas que desconhecem a sua aplicabilidade, importância e benefícios. Ele prefere comparar o uso da inteligência operacional (OI) com uma pílula de inteligência e o seu uso deve ser dosado e administrado pela equipe de TI em conjunto com as áreas responsáveis, essas pílulas permitem o desenvolvimento de cérebros (inteligência) que observam os processos de negócios do início ao fim com o objetivo de tomar decisões sem a necessidade de intervenção humana, eliminando interrupções que necessitavam de ações humanas. Gestores podem dizer que isso é utopia, mas Fiorini conclui que a pior falha é não corrigir o erro.

Um estudo realizado pela Aberdeen Group em 2010 tem como base as entrevistas realizadas com organizações empresariais por todo o mundo. Já na época, 94% de seus diretores se preocupavam em ter informações no tempo certo com foco em melhorias de processos de negócios, e ainda, 45% das empresas demonstravam preocupação em ter acesso mais rápido às informações relevantes, principalmente no que tange a fluidez de informações transacionais e sua entrega no momento certo (‘”right-time business insight”).

Em 2012, a Control Data Technology projetou e desenvolveu o ATHUS, uma plataforma de Inteligência Operacional (OI) para melhorar a eficiência da organização, concentrando-se na criação de visões periféricas de 360º em tempo real, ATHUS melhora a capacidade gerencial de tomar decisões críticas com base em insights analíticos, através de ações automatizadas ou manuais, também permite que as organizações obtenham mais informações relevantes e reduzam o tempo para detectar ocorrências importantes. Em 2015 a Control Data Technology uniu-se a Amaxonia LLC para distribuir a plataforma ATHUS em 70 países.

Em agosto de 2016 a Mordor Intelligence apresentou ao mercado um relatório estimando o mercado mundial de inteligência operacional (OI) em U$ 6 bilhões, para 2020 a empresa estima uma projeção de crescimento de mais de 12%, demonstrando que cada vez mais as empresas então preocupadas em controlar seus processos através de soluções de inteligência operacional (OI).



Website: http://www.amaxonia.com

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