A sexta geração da Honda CBR 1000RR Fireblade já está no País. A esportiva feita no Japão chega nas versões STD, a R$ 69.900, e SP (R$ 79.900), que acrescenta tanque feito de titânio, suspensão eletrônica e quickshift (permite trocar marchas sem acionar o manete de embreagem).

No visual, elas diferem pelas cores das rodas e bengalas (pretas na STD e douradas na SP) e da faixa na carenagem: preta e azul, respectivamente. Do ponto de vista prático, a principal diferença é que a versão de topo não pode levar garupa.

O motor de quatro cilindros é elástico e os 192 cv são enviados à roda traseira de modo linear, independentemente do modo de condução escolhido. Há três opções - conforto, rua e pista -, que alteram a entrega de potência e torque.

Há três níveis de ajuste de freio motor. O câmbio de seis marchas tem engates curtos e precisos e as trocas são ainda mais fáceis com o quickshift.

A posição de guiar agrada. O banco permite que o piloto se movimente à vontade e as pedaleiras estão recuadas na medida certa para quem tem mais de 1,8 metro.

A nova Fireblade é leve. Com 196 kg e 195 kg (STD e SP, respectivamente), a Honda é ágil nas mudanças de trajetória. Em curvas rápidas, a suspensão semiativa, com seis ajustes de compressão, pré-carga e retorno, mantém a traseira firme. Os pneus de melhor especificação na SP (Pirelli Supercorsa SP) contribuem com isso.

A dianteira também é estável e mergulha menos em freagens que a da Honda anterior. Um dos responsáveis pelo bom desempenho é o amortecedor eletrônico de direção, que mantém a moto firme ao acelerar forte em retas e isola completamente o piloto de eventuais imperfeições do piso. Um botão no punho do lado esquerdo permite ajustar facilmente todas as funções da moto.


ROBUSTA. . CBR 1000RR Fireblade volta mais forte, ágil e com 192 cv em versões.. — DIVULGAÇÃO/HONDA


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