Se o objetivo deste comparativo fosse separar o melhor de cada carro para montar uma espécie de sedã ideal, provavelmente o câmbio do Cruze estaria nessa seleção. A transmissão automática de seis marchas faz trocas suaves e praticamente imperceptíveis, como se fosse CVT, mas sem sacrificar o desempenho. Muito pelo contrário: o sistema trabalha em ótima sintonia com o motor 1.4 turbo de até 153 cv, flexível de injeção direta. Além do bom desempenho, o Chevrolet é também o mais econômico do quarteto.

O modelo da Chevrolet roda com suavidade e agilidade. O silêncio a bordo impressiona e o acabamento é satisfatório, com painel revestido de couro. O estilo é moderno. Não chega a ser tão radical quanto o do Civic nem tão convencional quanto o do Corolla ou do C4 Lounge.

Dos quatro, o Cruze é o que oferece o maior nível de equipamentos, embora seja também o mais caro. A versão LTZ (topo) custa R$ 109.790.

De série, há rodas aro 17, seis air bags, navegador por GPS, câmera na traseira, etc. Além disso, o Cruze traz também itens como central multimídia com tela de 8" e sistema start&stop (desliga o motor em paradas de semáforo, por exemplo). Afora esses equipamentos, há ainda uma lista de opcionais, que oferece sistema de estacionamento automático, carregador de celular por indução, farol alto adaptativo, indicador de distância do veículo da frente, alerta de colisão frontal e de saída da faixa de rolamento. Com isso, o preço sobe para R$ 118.390.


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