• Está na hora de trocar o carro. Faça bom negócio

  • Kelly Moraes

Trocar ou não de carro, eis a questão. O veículo da família começou a apresentar vários problemas. Será que chegou a hora de trocar por um modelo mais novo? Afinal, qual a melhora hora para se fazer um bom negócio? Infelizmente, não há uma resposta pronta, já que muitos fatores devem ser levados em consideração.

A cada ano o automóvel sofre com a depreciação, perda de valor por tempo de uso e por conta do lançamento de novos modelos. É certo que o modelo zero quilômetro, logo que deixa a concessionária, já começa a perder o seu valor. A queda é mais acentuada nos dois primeiros anos e pode chegar, de acordo com os especialistas, a até 25% do valor.

Divulgação

O carro deve ser trocado antes que as despesas com manutenção não segurem mais a desvalorização

Se você está pensando em trocar o carro e está de olho em um modelo com mais acessórios, mas tem na mão dinheiro só para um zero popular, um veículo seminovo (com até três anos de uso) pode ser um bom negócio, se estiver bem conservado e com a manutenção em dia.

Especialistas são unânimes na opinião de que o carro deve ser trocado antes que se transforme em uma fonte de despesas extras de manutenção. O representante comercial Vicente Campos, que percorre, em média, mil quilômetros por semana, nas estradas brasileiras, diz que realiza a troca do carro, de três em três anos, por causa do desgaste.
"Com o tempo, os problemas vão aparecendo. Tento manter as revisões em dia e o carro em perfeito estado, mas chega uma hora que não dá mais!".


Tempo

No caso de carro que foi adquirido novo, o vendedor de automóveis João Augusto Martins esclarece que dois anos de uso é um prazo bom para se trocar por outro zero quilômetro. Já o modelo de segunda mão deve ser trocado, no máximo, quando houver de 30 a 35% de desvalorização.

"Com 40 mil quilômetros, o carro já está com quase 60% do nível máximo de desgaste de componentes caros, o que significa que falta pouco para a hora de substituir conjuntos como freio e embreagem, sem falar na limpeza do sistema de injeção eletrônica e do motor", afirma Martins.

FIQUE POR DENTRO


Um estudo realizado, em 2011,
pela Agência de Informação do
Automóvel (AutoInforme), de
São Paulo, analisou a
desvalorização de,
aproximadamente, 500 versões
de carros.

Depois de um ano da compra,
o Agile (GM) ficou com o
primeiro lugar, desvalorizando,
em média, 13,5%. Em segundo
lugar ficou com o Corsa Sedan
(GM), 13,4%, e em terceiro o
Fox/Cross Fox (VW), com 12,8%.

Portando, a resposta exata sobre qual a melhor hora para trocar de carro exige uma análise específica caso a caso, que leva em conta a depreciação, a manutenção anual e a quilometragem.

O resultado obtido pode indicar o momento certo da troca, que é quando as despesas com a manutenção não mais conseguem segurar a desvalorização do usado.

"De modo geral, pode-se afirmar que este momento fica além do período de um ano que tantos acham ser o ideal para ficar com um automóvel", aconselha Martins.

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