Falar inglês é um diferencial em vários segmentos profissionais hoje. Mas falar bem, ser fluente, oferece mais vantagens ainda. O que não é muito comum na hora de se preparar para buscar um emprego no exterior, viajar para outro país, até tentar uma carreira no Brasil numa companhia multinacional que seja exigente no curriculum é ter comprovação oficial de que sabe inglês. "Quando a pessoa vai procurar um emprego no exterior, se colocar que é ´fluente no inglês´, como é comum fazerem, é bem diferente de apresentar um certificado internacional", explica a diretora da escola Cultura Inglesa, Maria Beatriz Magalhães Silva Meneguetti. "O certificado representa e garante que a pessoa é sim fluente no idioma".

Ela completa que a pessoa pode até ser fluente como diz ser. Mas, não tem um certificado. Não tem conhecimento avançado do idioma. E se tiver outro candidato que tenha o certificado, a preferência para a vaga será dele. "Essa é uma situação que empresas grandes cobram e valorizam muito", ressalta a diretora.

Para isso há diferentes tipos de certificação. Tem as mais focada na academia, outras mais profundas para diferentes focos. Se for para dar aula, para carreira profissional, para viagens, entre outras situações.

Gringo

A Cultura Inglesa tem parcerias com instituições estrangeiras. Como Universidade de Cambridge, Universidade de Michigan, Google Education, entre outras. E ensina inglês dentro de uma convenção internacional com testes e certificações como o American College Test (ACT), Internation English Test System (IETLS), o Test of English as a Foreign Language (TOEFL), e outros.

Há seis níveis de proficiência linguística: o A1, A2, B1, B2, C1, C2 que vão desde o chamado básico até onde a pessoa domina o idioma. E isso entra no curriculum como a pessoa escreve, se é fluente, se tem nível avançado no inglês. Não sendo a mesma coisa que se aprende numa escola regular. Maria Beatriz compara e considera que é diferente cursar numa escola de idiomas como a dela, porque a certificação é internacional.

Prova dessa garantia é que a Cultura Inglesa é parceira da Universidade Estadual de Maringá (UEM) para aplicação da prova de Inglês no Mestrado. A escola maringaense também atua em empresas de diferentes setores, fazendo o nivelamento dos funcionários. A escola avalia qual nível cada empregado está no inglês e aponta como ele está apto a fazer um curso de inglês. "No mercado profissional não tem o ´se virar´ e, sim, o ser competente. Então, é melhor ter como provar a qualificação, fazer seu curriculum se destacar", conclui.

PROFISSÕES
A diretora da Escola Cultura Inglesa, Maria Beatriz Magalhães Silva Meneguetti, indica algumas profissões que o inglês pode ser útil e ser um diferencial para o curriculum. São carreiras que a pessoa convive com alguém da família, se exige viagens internacionais ou aparecem como oportunidades de vida, entre outras situações: atleta, cientista, comunicador, desenvolvedor de games, engenheiro, político (diplomata), professor, publicitário, tecnologia da informação.


LÍNGUA ESTRANGEIRA. Arthur Olsen, professor de atividades circenses, considera que estudar inglês é uma forma de aumentar as chances no mercado de trabalho. — JOÃO PAULO SANTOS

Ex-aluno garante vantagens no trabalho
O professor de atividades circenses, Arthur Olsen, 26 anos, é a prova prática que estudar inglês oferece vantagens no mercado de trabalho. Além das comuns atividades que fazemos diariamente pelo telefone celular e internet.

Justamente por falar outra língua que ele garantiu a matrícula de uma aluna no estúdio de danças onde trabalha. Uma jovem veio dos Estados Unidos e foi conhecer a escola em fevereiro deste ano. Como Olsen falava o idioma dela, foi chamado para atendê-la e com isso garantiu que a aluna se matriculasse. O que não aconteceria se não tivesse alguém para conversar com ela em inglês no estabelecimento. Talvez tivesse desistido dada a dificuldade de comunicação.

Arthur Olsen começou estudar inglês com 12 anos e passou nove anos na escola maringaense Cultura Inglesa. Ele planeja uma viagem para o Canadá para praticar e melhorar a fluência no idioma.

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