A adolescência é um período de transformações e descobertas. É, também, uma etapa que exige muita atenção dos pais e da escola. E para manter os jovens longe dos perigos, como as drogas, o caminho é um só: o diálogo. Os pais devem estar abertos a conversas sobre qualquer assunto, dispostos a esclarecer e tirar dúvidas dos jovens. E a escola também tem um papel importante nesse processo.

Pensando nisso, o Colégio Adventista trabalha com palestras, bate-papos e discussões científicas em sala de aula que abordam os efeitos que a dependência química pode produzir em cada indivíduo. E foi por isso que a professora universitária, Débora Gonçales Sant´Ana, matriculou a filha Laura Gonçales Sant´Ana, 15, lá. A jovem - que está no 1º ano do Ensino Médio -, estuda na Rede Adventista desde a pré-escola, e desde o terceiro ano do Ensino Fundamental, está nesta unidade, em Maringá.

"Matriculei ela no Colégio Adventista porque a escola se preocupa em fortalecer valores que acreditamos, além de estimular a vida saudável em todos os aspectos. Sempre conversamos sobre drogas com ela e abordamos a importância da prevenção e a problemática das consequências", conta a mãe.

De acordo com a diretora do Colégio Adventista, Érica Lima de Miranda, a instituição visa atender às necessidades gerais de aprendizagem, formando alunos pensantes e criativos.

"Em nosso colégio oferecemos um ambiente saudável e favorável ao desenvolvimento de todas as áreas da vida. Tudo isso é construído rotineiramente em nosso colégio, que se norteia pelo mais eficiente e completo material didático à disposição da pedagogia: a Bíblia Sagrada", explica.

"Fazemos parte de uma rede mundial de escolas que fornecem materiais divididos por idade, cada qual com sua abordagem. De forma contínua, reunimos nossos alunos no auditório para apresentações com profissionais da área abordando temas sobre família, sociedade, saúde, ciência, entre outros", ressalta Miranda.

Os professores, monitores e equipe pedagógica do Colégio Adventista têm o olhar sensível para aspectos comportamentais. "Temos profissionais que nos dão suporte com orientações sobre diversos assuntos. Realizamos também um trabalho de parceria com os profissionais que atendem nossos alunos. Por vezes, conversamos individualmente com o aluno para conscientizá-lo e orientá-lo. Além disso, os pais recebem suporte e informações para lidar com seus filhos", conta a diretora escolar.

Isso porque a conversa entre pais e filhos também é antídoto contra as drogas. A rede Educacional Adventista apresenta uma proposta inquestionável sobre a importância da família na formação do indivíduo em todos os aspectos. "A família participa das atividades realizadas pelo aluno e sempre com orientação a conversar sobre todos os assuntos com os filhos, inclusive drogas, pois o cuidado com a saúde e a certeza de que a vida é intocável por ser uma dádiva divina. Enfim, trabalhamos com a formação integral do aluno, físico, mental e espiritual", enfatiza Érica Lima de Miranda.

Segundo ela, a Educação Adventista cumpre seu papel em todo o mundo há mais de 120 anos, mostrando que o ensino leva aos crescimento. Entretanto, a instituição não se limita à lousa ou ao caderno. Ela vai mais longe, vai além. "A gente aprende a somar, subtrair e multiplicar para dividir com o próximo. No final das contas, o que importa mesmo são os valores que não são levados na mochila, mas no caráter. A aula acaba, mas o aprendizado continua", acrescenta a diretora.


DIÁLOGO. Pais e escola devem trabalhar juntos para orientar os adolescentes e mantê-los longe dos perigos. — DIVULGAÇÃO

Participe e comente