Com apenas 17 anos, o jovem Vinicius Burger, que está no terceiro ano do Ensino Médio do Colégio Sesi Paraná, em Curitiba, já sabe bem qual graduação quer fazer: cinema. De preferência, na Humber College, em Toronto, no Canadá. Mas, a escolha não surgiu repentinamente. Foi fruto de acompanhamento e orientação profissional, proporcionada pela instituição em que estuda.

"No primeiro ano do Ensino Médio, aqui no Sesi, fiz um curso de cinema. Na ocasião, tive a oportunidade de conhecer e me envolver nesta área. No pós-aula, que temos no terceiro ano do Sesi, só confirmei que era essa a minha escolha", conta.

O pós-aula a que Vinicius Burger se refere é o "Afterschool", que ocorre no período da tarde, onde o aluno tem a oportunidade de conhecer um pouco sobre diversas áreas do mercado de trabalho. "Conversamos com a psicóloga e ela nos ajuda a encontrar o caminho. Ter que decidir o que queremos fazer para o resto da vida é muita pressão. Então, ter uma orientação ajuda muito", enfatiza o jovem.

De fato, escolher qual profissão seguir não é uma tarefa fácil, principalmente para os adolescentes. Pensando nisso, o Colégio Sesi proporciona um apoio para ajudar nesse momento de decisão, auxiliando os alunos com orientação vocacional, oferecendo suporte ao aprendizado e acompanhamento até a inserção no mercado de trabalho.

De acordo com a gerente de Educação Básica e Continuada do Colégio Sesi Paraná, Ana Gabriela Borges, o trabalho de orientação vocacional da instituição foi desenvolvido com o apoio de vários especialistas, sendo aplicado a todos os alunos com apoio da orientação pedagógica.

"Os alunos contam com palestras, apoio dos professores e orientação pedagógica, e tem a oportunidade de participar de grupos de estudos no contraturno com foco na área que pretendem construir uma carreira. Eles têm acesso a material desenvolvido com base nas competências exigidas pelo mercado de trabalho e contam com o apoio de professores de sua própria unidade", ressalta.

Além de levar em consideração a aptidão do aluno, o Sesi também faz orientações com base na demanda do mercado de trabalho. "As habilidades trabalhadas tem foco nas diferentes possibilidades de atuação profissional, e o aluno tem a possibilidade de conhecer as demandas do atual mercado de trabalho e competências que fazem parte das prospecções de demandas futuras da sociedade", enfatiza Borges.

A escola tem um importante papel de auxiliar os alunos nesse momento decisivo. Mas, como auxiliá-los, sem pressioná-los? Para que este seja um momento tranquilo e que permita ao adolescente conhecer e realizar escolhas com segurança, é importante que o aluno sinta que a escola está ali para ajudá-lo com informações completas e relevantes sobre o que ele pensa em fazer. Além disso, que mostre outras possibilidades e que respeite o tempo de cada aluno, incentivando e mobilizando conhecimentos que vão apoiar na tomada de decisão. "Oportunizar o contato destes alunos com professores ajuda a trilhar este caminho, sendo também um fator fundamental para que o aluno se sinta seguro e seja assertivo em sua escolha", acrescenta a gerente de Educação Básica e Continuada do Colégio Sesi Paraná, em Curitiba.

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