O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil fechou o mês de maio com uma queda de 1% na comparação com abril, informou nesta quinta-feira, 14, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) e The Conference Board (TCB). Com o recuo, o indicador fechou a 116 pontos.

Das oito séries componentes do indicador, quatro contribuíram para a queda, com destaque para o Índice de Ações Ibovespa, que recuou 10,9%.

Para o economista do Ibre/FGV, Paulo Picchetti, o recuo do ICCE no mês passado reflete uma deterioração das expectativas representadas em seus componentes.

"As dificuldades de aprovação das reformas necessárias para a melhora do quadro fiscal, bem como os desdobramentos da greve dos caminhoneiros, pioraram a percepção com relação à retomada do nível de atividade, que já vinha sendo considerada modesta", afirma Picchetti.

Na mesma base de comparação, o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE) do Brasil caiu 0,1%. Este indicador mede as condições atuais da economia.

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