Diante da crise e dos novos cenários, econômicos e sociais, muitos brasileiros têm cogitado a mais temida das mudanças: a de carreira. Os motivos que levam cada profissional a tomar essa decisão variam entre a decepção com o mercado de trabalho relacionado à sua atividade ou a descoberta de que a profissão não está de acordo com sua "missão de vida". Confira no quadro ao lado recomendações para quem deseja mudar de profissão.

Qualquer que seja a razão da insatisfação profissional é necessário avaliar bem o que fazer para atingir a mudança desejada.

"Não vivemos mais uma época em que o trabalho tem que ser algo penoso. Diferentemente da geração X, cujo perfil de profissionais que consideravam mais importante a estabilidade financeira para a geração Millennial, de jovens entre 20 e 30 anos, satisfação profissional e novas experiências é o que importa (atualmente)", contextualiza Renata Motone, coordenadora de Recursos Humanos da Luandre, consultoria de RH com quase 50 anos de atuação no mercado, que atende 200 das 500 maiores empresas do Brasil.

Por sua experiência com recolocação no mercado, Renata avalia que a principal motivação para a troca de área é a possibilidade de mais sucesso e aprendizados em nova carreira. "Sempre digo que é possível mudar, mas o melhor é se preparar para isso para não cair na alta estatística de desempregados que vemos hoje no país", afirma.


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