O documentário "Escorpião: ele não é o vilão", produzido por sete alunos do 7º ano do Colégio Adventista de Maringá, é um dos destaques da 9ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente, promovida pela Fundação Oswaldo Cruz. O trabalho foi um dos 1.228 de centenas de escolas do país que concorreram na olimpíada. O vídeo conquistou o destaque na categoria Ensino Fundamental na regional Minas Sul, que englobou Minas Gerais e os três estados do Sul do Brasil. Os alunos, junto com os representantes dos outros 34 projetos que se destacaram nas seis regionais, participam da premiação no Rio de Janeiro, entre hoje, 26 e quarta-feira, 28.

O vídeo tem duração de 6 minutos, levou cerca de dois meses e meio entre gravação e produção, sob a orientação da professora de Ciências Thais Sanches Santos, e é o resultado do trabalho dos estudantes: Bernardo Staub Mochiuti, Gabriela Marotti dos Santos, Júlia Martins de Paula, Leticia Loiani Peruchi, Maria Eduarda Moraes de Oliveira, Pedro Gabriel de Souza Borges e Raquel Guiselini Trevisan, que fazem parte do Clube de Ciências do Colégio Adventista de Maringá.

A professora explica que o tema foi escolhido a partir das notificações de escorpiões em residências e de picadas em Maringá. Contudo, o trabalho mostra que seus extermínio causaria um desequilíbrio no seu ecossitema. A proposta é orientar a população quanto aos perigos, como evitar o seu aparecimento, o que fazer e qual unidade médica procurar em caso de picada, bem como desfazer a imagem negativa de que os escorpiões são os vilões da história. "Somos nós que de alguma forma convidamos eles para entrarem dentro de nossas casas" afirma. O projeto teve o apoio do Centro de Controle de Intoxicações (CCI), do Hospital Universitário Regional de Maringá.

Assista aqui o vídeo:

 

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