A Secretaria de Segurança vai testar durante o período de Natal, em Maringá, um aplicativo que permitirá aos guardas municipais, através de celular ou tablet com câmera integrada, que enviem uma imagem da face do suspeito para um servidor que fará sua identificação, retornando aos agentes dados para prosseguimento da abordagem em curso.

Além disso, o aplicativo auxiliará na busca de crianças e idosos desaparecido. “Nossa previsão é que mais de 10 mil pessoas por dia estejam na área central nesse período. O cadastro provavelmente será feito na base móvel da GM com a autorização de pais e familiares de idosos, principalmente com Alzheimer, e que possam se perder”, explica o secretário de Segurança, coronel Antônio Padilha.

Vendedores ambulantes também serão cadastrados. “Saberemos se os comerciantes estarão verdadeiramente cadastrados para determinada praça ou região. O aplicativo estará em fase de teste durante 60 dias e não conta com nenhum recurso do município”, assegura Padilha.
Entre outras funcionalidades estão o monitoramento por meio de georreferenciamento de moradores de rua, usuários de drogas e casos de medida protetiva Maria da Penha.

Em torno de 25 agentes realizam na manhã desta sexta-feira, 9, treinamento do aplicativo de monitoramento facial, em curso ministrado pelo professor Jean Paul Lopes, idealizador do projeto Vface. "O uso do aplicativo durante o período natalino servirá de teste para entendermos seu funcionamento”, explica o secretário de Segurança, coronel Antonio Roberto Padilha. Em se constatando sua eficiência, a Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Segurança, vai estudar a aquisição do sistema para uso contínuo pela Guarda Municipal.

O diretor da empresa responsável pelo aplicativo, Jair Palmeira, explica que e a GM de Maringá é a primeira do país a testar a tecnologia que está em teste com as polícias militares de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo e alguns outros estados.

“Estamos há pouco mais de 1 ano nesses estados e acreditamos que será fundamental para a guarda municipal maringaense. Disponibilizaremos as 25 licenças para o uso do aplicativo e um banco de dados para o armazenamento de informações. A ferramenta proporcionará redução de custos operacionais e a tomada de ações mais eficazes”, garante Palmeira.
Com informações da PMM.
FERRAMENTA. Maringá é a primeira cidade a testar a tecnologia de reconhecimento facial. - ALDEMIR DE MORAES/ PMM 

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