O prefeito Ulisses Maia afirmou categoricamente que não há risco de Maringá ficar sem atendimento na área da Oncologia pelo SUS, para encerrar de vez o assunto que se espalhou nas redes sociais, no último final de semana, sobre a possibilidade de fechamento do Hospital do Câncer (HC), em razão de uma dívida do município com a unidade, em torno de R$ 2,6 milhões - a título de extrapolação.

A declaração foi feita na tarde desta quinta-feira (10), no gabinete do prefeito, à imprensa e na presença do secretário de Saúde, Jair Biatto, além do diretor executivo do HC, Martin Benitez Ramirez, que também negou a possibilidade de encerramento das atividades do hospital.

Na ocasião, Maia informou que todas as 45 prestadoras de serviço da área da Saúde terão as ordens de serviço - que geraram as contas e as extrapolações - auditadas e que o trabalho deve ser concluído em 15 dias. Na sequência, garantiu que as extrapolações - serviços realizados após o limite contratual - serão devidamente pagos, pois "há dinheiro em caixa".

Depois da notícia de que a prefeitura deve R$ 2,6 milhões ao HC em extrapolações, o município - durante levantamento - identificou casos suspeitos de pagamentos indevidos ao HC, que passam de R$ 600 mil e seguem em análise. A administração decidiu estender a auditoria a todos os prestadores antes de efetuar os pagamentos. Já a direção do HC informou anteriormente não haver irregularidades nas cobranças. Confira na edição de amanhã matéria completa assinada por Lethícia Conegero.

 

(Colaborou Lethícia Conegero)

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